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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Sonae Sierra Brasil investe R$ 23,6 milhões em shopping em Campinas (SP)

A Sonae Sierra Brasil deu início às obras de expansão do Parque D. Pedro Shopping, em Campinas (SP). O investimento de R$ 23,6 milhões será destinado à infraestrutura, decoração e paisagismo do novo espaço, que terá 34 lojas e 5.400 metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL). Após a inauguração, o Parque D. Pedro terá um total de 124,1 mil m2 de ABL. A conclusão das obras está prevista para novembro deste ano. Em 2010 o grupo Sonae Sierra Brasil investirá cerca de R$ 300 milhões, com a ampliação do Shopping Metrópole, em São Bernardo do Campo (SP), e as primeiras fases de construção de três empreendimentos, no Paraná, Minas Gerais e Goiás.


Fonte: Mercado & Consumo

Rei do Mate cresce 15% no ano

A rede de casas de chá Rei do Mate fechou 2009 com um crescimento de 15% em numero de unidades, na comparação com o ano anterior. A rede assinou 40 contratos e inaugurou 24 franquias, totalizando 280 pontos em operação em 17 Estados. Em 2010, a rede deve seguir em expansão, com a assinatura de 40 novos contratos. As principais regiões de crescimento da rede serão São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina.


Fonte: Mercado & Consumo

Tok & Stok retoma planos de expansão

Depois de adiar seus investimentos em 2009 por causa da crise econômica, a rede de lojas de móveis Tok & Stok vai retomar seu plano de expansão em 2010. A empresa obteve um financiamento de R$ 59 milhões do BNDES para compor um programa de investimentos que prevê a abertura de pelo menos 12 lojas até 2012. Pelo menos metade dos 27 pontos de vendas da rede no País será reformada. O principal objetivo da expansão será aumentar a presença nas capitais. Em março, abre a segunda loja em Brasília (DF) e, ainda no primeiro semestre, a primeira em Florianópolis (SC). A loja de Pinheiros dobrará de tamanho em 2010. O projeto de R$ 10 milhões estava previsto para o início de 2009, mas foi adiado com a crise global. O único projeto que não foi adiado foi a nova loja de Curitiba, de 6 mil m², que já estava adiantada. Consumiu R$ 15 milhões e forçou o pé no freio da empresa, que tinha aberto duas lojas em 2008. A Tok & Stok também deve investir mais no modelo compacto que adotou no shopping Market Place, em São Paulo. É uma loja de até 600 m², focada em acessórios. A segunda desse modelo abre em Porto Alegre (RS), no início deste ano.


Fonte: Mercado & Consumo

Alshop lamenta volta do IPI para linha branca

Entidade afirma que redução do IPI aumenta a lucratividade e o capital de giro do lojista

Com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido, o varejo, especialmente o do setor de eletrodomésticos, ficou ainda mais forte, pois atraiu novos consumidores e fidelizou os demais, reforçando com isso o cenário econômico do País. A afirmação é do presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun se posicionando sobre a decisão anunciada pela manhã pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmando que a redução IPI para a linha branca deixará de existir no próximo domingo, 31 de janeiro.


Em nota, a entidade aponta que desde 17 de abril o varejo vêm aplicando o incentivo na comercialização de itens como geladeira, máquinas de lavar, fogões, entre outros, recebendo grande adesão por parte dos consumidores, pois puderam aproveitar também o aumento da renda familiar e das linhas de crédito para equipar suas residências à menores custos. No último Natal, por exemplo, o setor apresentou um avanço de 20% em relação à mesma data de 2008, que apresentou base bastante fraca.

"Muitas lojas, por terem ainda um estoque considerável de produtos de linha branca, pretendem realizar diversas promoções durante as próximas semanas para eliminar os itens à preços menores", aponta o presidente, informando que a Alshop apoia veementemente as entidades favoráveis à manutenção das tarifas reduzidas, e lutará para que o benefício seja reestabelecido, mesmo após a negativa declarada pelo Ministro da Fazenda.

Segundo Sahyoun, a decisão do governo também reduz a pressão sobre os preços, e a equipe de Mantega espera que contribua para evitar a alta dos juros prevista pelo mercado financeiro.

Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/

Volume de venda de autosserviço cresce 3,20% no ano passado

De acordo com o Índice, pesquisado pela Nielsen para a Abras, o bom desempenho foi puxado pelas cestas de bebidas alcoólicas, com 8,60%.

O autosserviço brasileiro apresentou, no ano de 2009, crescimento de 3,20% nas vendas em volume, em comparação a 2008, quando a variação ficou em 0,40%. Os dados fazem parte do Índice Nacional de
Vendas, divulgado hoje pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).


De acordo com o Índice, pesquisado pela Nielsen para a Abras, o bom desempenho foi puxado pelas cestas de bebidas alcoólicas, com 8,60%, e perecíveis, com 7,20%. As cestas de bebidas não alcoólicas, com 4,90%; limpeza caseira, com 3,80%; higiene e beleza, com 2,10%; mercearia doce, com 1,10%; e mercearia salgada, com 0,90%, também registraram alta. A cesta outros, que contém principalmente produtos de bazar, foi a única a ter queda no volume vendido durante o ano de 2009, com -3,70%.

O formato padrão de supermercados, que tem entre 20 e 49 check-outs, manteve crescimento, com 9,3% de aumento de vendas em volume durante o ano. O autosserviço com até 4 check-outs, -0,1%, e aqueles que têm acima de 50 check-outs, -6,4%, continuam registrando quedas.

Nas regiões do país, todas as áreas pesquisadas, com exceção de Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal, com queda de -1,7%, registraram aumento no volume vendido. O maior crescimento aconteceu na região que engloba a Grande São Paulo, com 6,0%, seguida por Nordeste (Ceará até Bahia) e Espírito Santo, Minas Gerais e interior do Rio de Janeiro, com 5,6%. Na sequência, vêm as seguintes regiões: Grande Rio de Janeiro, com 5,1%, Sul, com 1,3% e Interior e Litoral de São Paulo, com 0,7%.

Os produtos que apresentaram maior crescimento em volume vendido em 2009 foram bebida energética, 69,6%; molho de tomate refogado, 14,3%; leite em pó, com 11,4%; cerveja, com 10,5%; e frios e embutidos, com 10,5% . As maiores quedas aconteceram nos seguintes produtos: uísque, com -8,9%; suco de frutas concentrado, com -8,6%; inseticida, com -8,2%; extrato de tomate, com -6,7%; e açúcar e alimento para cães, ambos com -6,0%.

Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/

Vendas dos supermercados crescem 5,51% em 2009

Em dezembro, houve alta real de 6,61% em relação ao mesmo mês do ano anterior

As vendas acumuladas do setor supermercadista em 2009 cresceram 5,51%, em relação a 2008, de acordo com o Índice Nacional de Vendas, divulgado mensalmente pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). No mês de dezembro, a alta real foi de 6,61%, em relação ao mesmo mês do ano anterior, e de 31,20%, se comparada a novembro de 2009. Já no mês de novembro, as vendas cresceram 3,53%, em relação a novembro de 2008, e caíram -2,64%, em comparação a outubro de 2009. Esses índices já foram deflacionados pelo IPCA do IBGE.


Em valores nominais, o Índice de Vendas da Abras apresentou crescimento acumulado de 10,65% em 2009, na comparação com 2008. No mês de dezembro, a variação nominal foi de 11,21%, em comparação ao mesmo mês do ano anterior, e de 31,68%, em relação ao mês anterior. Já em novembro, a variação nominal foi de 7,90%, ante novembro de 2008 e -2,24%, na comparação com o mês anterior.

"Os resultados do nosso setor foram extremamente positivos no ano passado, principalmente se levarmos em conta o cenário de crise do início de 2009 e também as projeções de crescimento do PIB para o período, que não prevêem crescimento. Sem dúvida nenhuma, as ações de incentivo ao consumo tomadas pelo governo, como a redução de impostos, foram essenciais para esse desempenho. Ainda não temos uma projeção de crescimento para 2010, mas estamos otimistas de que a retomada da economia promoverá desenvolvimento econômico e social para todo o Brasil", avalia o presidente da Abras, Sussumu Honda.

Em 2009, o AbrasMercado, cesta de 35 produtos de largo consumo, analisada pela GfK, apresentou crescimento acumulado de 0,32%. Em comparação, o IPCA variou, no mesmo período, 4,31%. Em dezembro, o AbrasMercado apresentou queda nominal de -0,04%, em relação ao mês anterior. Já na comparação com dezembro de 2008, o AbrasMercado apresentou alta nominal de 0,32%, passando de R$ 260,68 para R$ 261,51.

No acumulado do ano de 2009, os produtos com as maiores altas foram: açúcar, com 57,20%; cebola, com 50,70%; batata, com 46,50%; sal, com 35,20%; e farinha de mandioca, com 16,70%. Já os produtos com as maiores quedas acumuladas em 2009 foram: feijão, com -34,40%; tomate, com -22,70%; arroz, com -15,50%; farinha de trigo, com -11,90%; e sabonete, com -9,40%.

Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Varejo de calçados prevê vender até 80% mais

Por causa da média de crescimento acima de 30%, o que significa um faturamento próximo a R$ 2,9 bilhões em 2009, no setor de franquias, empresas como Via Uno, Arezzo e Mentha Pimenta estão com as apostas maiores nesse modelo de negócios para alavancar as vendas e recuperar o crescimento tímido na ordem de 5%, por causa da instabilidade econômica do primeiro semestre de 2009. Elas esperam crescer 80% neste ano, segundo Ricardo Camargo, diretor executivo da Associação Brasileira de Franquias (ABF). "É um segmento forte e em expansão [cresceu 20% em performance de vendas] e representa muito para o crescimento do franchising no Brasil."


Na rede Via Uno, que conta atualmente com 267 lojas, a previsão é de que sejam abertas 60 novas unidades em 2010, conta o diretor de Marketing da rede, Paulo Kieling. "O cenário para os negócios está se desenhando mais positivo neste ano, por isso vamos vender mais", declara.

De acordo com Kieling, a marca está animada com as projeções otimistas para a economia neste ano, tanto que espera viabilizar sua expansão para o exterior "Nosso projeto é abrir mais 10 lojas no exterior, cinco em cada um dos países que já trabalhamos [França e Argentina]", diz.

Segundo o diretor da Via Uno, a estratégia de crescimento da rede é manter o foco dos investimentos em tecnologia e qualidade, além da publicidade, para valorizar os calçados e fortalecer o nome da empresa para conquistar novos franqueados. "Trabalhamos isso há mais de três anos e vamos lançar novidades todos os meses para agradar o consumidor", afirma Paulo Kieling.

Outra que enxerga crescimento com a abertura de franquias este ano é a Mentha Pimenta, instalada na Rua Pamplona [loja-conceito], nos Jardins, bairro nobre de São Paulo. Em 2009, a empresa iniciou seu plano de reestruturação para captar franqueados, como forma de ampliar suas operações para as grandes capitais brasileiras. "Estamos com três lojas [próprias], e no fim do ano passado começamos a negociar algumas franquias para este ano", diz Andressa Bertaglia, diretora da Mentha Pimenta.

Para o professor do Programa de Administração do Varejo (Provar) Cláudio Felizoni, o cenário econômico do pós-crise abre uma janela para empresas brasileiras investirem em ampliação dos negócios no exterior, por causa da valorização do real frente ao dólar. "Os ativos lá fora estão menos valorizados, então eles ganham poder de investimentos que antes não tinham."

Segundo Felizoni, a estratégia de ampliar a participação no mercado com franquias possibilita que as empresas ganhem fôlego para projetar um crescimento acima do previsto para o setor, porque diminui a necessidade de investimentos com caixa próprio da empresa e divide a responsabilidade da gestão com o franqueado. "É um modelo onde a franqueadora terá um risco menor."


Disputa

Para ganhar fôlego e driblar a concorrência que é forte com os calçados chineses, que chegam às lojas com preços mais competitivos, as marcas brasileiras apostam em estratégias de marketing mais agressivas e na venda de itens mais bem elaborados. Consequentemente com valor agregado maior, conta Paulo Kieling. "Nossa estratégia é sair do campo de competição dos chineses e também oferecer novidades, mas com qualidade", diz.

Cláudio Felizoni explica que o impacto dos produtos chineses é algo a ser considerado. Para ele, os resultados do setor em 2009, de crescimento menor, são reflexo claro da perda de mercado para itens chineses que já correspondem a 30 milhões de pares por ano. "Esse sentimento é corroborado pelo crescimento do varejo."


Concorrência

Na Arezzo, uma das maiores redes calçadista da América Latina a expectativa é abrir 25 lojas em 2010. Dados recentes da companhia indicam 247 franquias. A rede criou a marca Schutz, um novo formato de loja que deverá ter sapatos cerca de 20% mais baratos do que os de uma loja Arezzo. Ano passado, a rede faturou R$ 550 milhões frente a R$ 485 milhões de em 2008.

De acordo com Fábio Figueiredo, gerente de Franquias da Arezzo, a marca chamada de Ana Capri, cuja primeira unidade foi inaugurada há um ano, teve seu formato testado e a empresa acredita que há espaço no mercado para abrir 200 lojas em quatro ou cinco anos. A marca deverá ter três unidades ao fim deste ano, e estão sendo fechados os contratos de novas lojas. "Fizemos uma pesquisa mundial e vimos que na Europa já há lojas que oferecem serviços. A Ana Capri terá uma loja de cerca de 100 m² e espaço para spa de unhas, por exemplo. Nosso franqueado também pede outras opções de negócio", disse o executivo.

Já, a rede Authentic Feet, com 66 unidades, apesar não vender outros artigos esportivos, mas apenas calçados especializados, também acredita em um grande impacto nas vendas com os eventos como Copa e Olimpíadas, e afirma que ampliará em 30% o investimento em marketing e campanhas para o ano que vem. "Vamos crescer de 15% a 20% em 2010, mas o mercado em geral aposta em um crescimento de 30%, com o fim da crise, com as eleições e estabilidade econômica", diz Mazhar Obeid, diretor de franquias da rede. Ele diz que fornecedores como Nike, Adidas e Mizuno estão acelerando investimentos e fabricação de itens específicos para a Copa do Mundo. Ano passado, a rede abriu 13 franquias e para 2010 abrirá ao menos 10 lojas, além de investir em treinamento e atendimento, o que acredita que a diferenciará de seus concorrentes.

Fonte: DCI

Arezzo dá um passo para entrar no mercado externo

Comandada pelo mineiro Anderson Birman desde sua criação, em 1972, a Arezzo, uma das principais marcas do varejo de calçados femininos da América Latina, prepara-se para ir além dos negócios que consagraram a grife. Com faturamento de R$ 341,6 milhões, a empresa planeja diversificar, entrando em novas áreas do comércio no mercado internacional. Sem revelar detalhes, Birman admite que o grupo pretende comprar empresas do ramo de varejo, além da área calçadista, no exterior. “Ainda é muito prematuro para divulgar o projeto,mas estamos negociando algumas aquisições”, afirma. No foco do novo negócio estão empresas dos Estados Unidos e da Europa, diz. Os novos investimentos estão ligados à compra de 25% da empresa pela Tarpon Investment Group, gestora de recursos que detém participação na empresa desde novembro de 2007. Além da Arezzo, o grupo mantém também as marcas Schutz e Alexandre Birman. No exterior, a Arezzo tem atualmente 11 lojas, sendo quatro na Arábia Saudita, quatro na Venezuela, uma no Paraguai e duas em Portugal. No Brasil, começou com unidades próprias, mas cresceu com franquias: são 250 pontos em mais de 90 municípios. Em 2010, a companhia vai investir R$ 12 milhões em pesquisa e desenvolvimento de novos modelos. Atualmente, a empresa produz 5 milhões de pares por ano e tem a meta de garantir cinco novos modelos por dia em suas lojas.

Fonte: Brasil Econômico

Glamour doará R$ 5 de cada venda para vítimas do terremoto no Haiti

A boutique online de luxo Glamour, revendedora autorizada de marcas como Ralph Lauren, Dior, Diesel, Gucci e Calvin Klein, vai doar R$ 5 de cada compra realizada no site às vítimas do terremoto no Haiti. O montante arrecadado será enviado por meio do Movimento Viva Rio, organização não-governamental com sede no Rio de Janeiro, que está reunindo doações para compra e envio de mantimentos e medicamentos ao país. De acordo com Alexandre Icaza, sócio-diretor da empresa, a iniciativa deve durar pelo menos até dia 20 de fevereiro, podendo ser prorrogada caso a situação no Haiti não melhore.


Fonte: Mercado & Consumo

Tesco investe no mercado cinematográfico

A rede britânica de supermercados Tesco deu início a uma joint-venture para produzir filmes de autores consagrados. A empresa fez uma parceria com a Amber Productions para criar filmes em DVD baseados em livros. O primeiro produto da parceria, Paris Connections, é baseado em um livro de Jackie Collins, está sendo filmado na França e deve chegar às lojas em maio. Inicialmente, os filmes estarão disponíveis diretamente em DVD, nas lojas da Tesco, no catálogo Tesco Direct e pela internet. A Tesco cuidará apenas do marketing e das vendas dos filmes, sem interferência no conteúdo gerado.


Fonte: Mercado & Consumo

Coop abre 30a loja

A Coop - Cooperativa de Consumo inaugura hoje sua 30a loja no país, a 13a na cidade de Santo André. O investimento gira em torno de R$ 3 milhões e o empreendimento tem 2.500 metros quadrados de área construída. A loja apresenta um mix de 15.000 itens, mais 7.700 em uma drogaria anexa.


Fonte: Mercado & Consumo

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Vendas online desafiam recessão

Números divulgados no Reino Unido pela consultoria Retail Decisions mostram que as vendas do varejo como um todo estão fracas, mas no mundo online o ritmo é de forte expansão. A consultoria estima que as vendas do varejo pela internet alcançaram em 2009 a marca de £49,8 bilhões, 21% mais que no ano anterior, e que cerca de 33 milhões de consumidores adquiriram produtos pela web. No ano passado, 30% das vendas online britânicas aconteceram em novembro e dezembro, reforçando a importância da temporada de Natal para as empresas. Pela primeira vez em dez anos, a categoria líder em vendas foi eletroeletrônicos de linha branca (como geladeiras e máquinas de lavar), por conta da volta à aquisição de itens essenciais durante a recessão e pela antecipação das compras para fugir do aumento de impostos que entrou em vigor no início de 2010.

Fonte: Mercado & Consumo

Americana My Gym se expande pelo Brasil

A rede americana de academias de ginástica My Gym Children´s Center Fitness, focada no público infantil, abrirá neste ano três unidades em São Paulo, nos bairros do Morumbi, Campo Belo e Anália Franco, e outras três em Goiânia (GO), Belo Horizonte (MG) e São Bernardo do Campo (SP). A primeira unidade foi aberta em março de 2009 em São Paulo, em Moema, pelo empresário Leandro Japequino, que é o master franqueado e responsável pelas operações da rede na América Latina. A venda das seis franquias no ano passado ultrapassou a expectativa do empreendedor, de comercializar cinco unidades. A meta é atingir 35 unidades em todo o Brasil nos próximos três anos. O objetivo é ainda neste ano chegar a cidades como Rio de Janeiro, Curitiba (PR), Porto Alegre (RS) e Buenos Aires, iniciando a expansão em outros países da América Latina.


Fonte: Mercado & Consumo

Varejo aproveita o consumo da classe C para vender mais seguros

O varejo deve aproveitar o aumento de renda de classes mais baixas também para comercializar um número maior de seguros massificados e outros produtos financeiros, incluindo títulos de capitalização e planos de assistência, que têm se tornado parte cada vez mais importante da receita das redes, além de trazer maior fluxo para as lojas. É possível encontrar seguros a partir de R$ 1,99 por mês e estima-se que 100 milhões de pessoas estão entrando no mercado de consumo no Brasil, mas não existem mais de 25 milhões de consumidores que já tenham comprado algum tipo de seguro, mostrando o enorme potencial do mercado, que tem atraído também redes médias, e não apenas grandes magazines de eletrodomésticos e lojas de departamento.


O Grupo SBF, por exemplo, que atua no varejo esportivo e detém as marcas Centauro, By Tennis, Almax Sports e Nike Store, deve começar este ano a comercializar seguros nas suas 150 lojas e no seu comércio eletrônico, com a meta de já chegar a emitir 1,5 milhão de certificados no primeiro ano de operação. Para oferecer os produtos, a companhia fechou um acordo com a Assurant Seguradora e com a corretora Vertex Seguros, e a intenção é vender seguros em massa que estejam alinhados ao conceito da rede, ligados aos esportes, lazer e entretenimento. De acordo com o grupo, é a primeira vez que uma rede de comércio esportivo disponibiliza esse tipo de produto no Brasil.

Segundo Rubens Nogueira Filho, presidente da Classic Corretora de Seguros, que atua principalmente com clientes no varejo, 80% dos seguros massificados já são vendidos por redes varejistas, sendo que o restante por companhias de telefonia celular e outros tipos de empresas. Para o executivo, o varejo é um excelente canal para a venda de seguros e basta ter grande volume de clientes cadastrados. "É no volume que as redes e seguradoras têm ganho, o ideal é que a rede tenha no mínimo 40, 50 mil clientes ativos, sendo que desse total, 15% a 20% costumam a aderir à seguros e produtos no primeiro ano de operação, com crescimento de 10% até o terceiro ano, quando atinge de 30% a 40% dos clientes", explica.

Essa porcentagem representam de 15 a 20 mil pessoas pagando produtos nos valores de R$ 2, R$ 3 em ou mais, preços que chegam a ser 50% mais baratos.

"Os custos são divididos entre a corretora e a varejista, que possui mais pontos-de-venda, o que o deixa mais barato do que quando comprado diretamente na corretora", diz.

Mesmo redes que não tenham um número tão grande de lojas e de segmentos variados do varejo, já começam a oferecer seguros. Nogueira afirma que fecharam recentemente contrato com a rede de material de construção pernambucana Ferreira Costa, por exemplo, que possui três home centers no estado.

Outro cliente recente é a rede Tend Beach, de moda praia, com cerca de 20 lojas. "Temos criado uma enorme diversidade de produtos, como seguros contra roubo de relógios, que podem ser vendidos para redes especializadas, ou mesmo garantias para redes de joalherias", diz.

Só a Classic acredita que irá crescer 30% este ano com a grande procura por parte do varejo, frente a 20% de crescimento de 2009, sendo que prospectou cerca de 420 varejistas que tem potencial para entrar no mercado.

Outra vantagem é atrelar o pagamento ao seu cartão próprio e levar o cliente à loja para pagar as faturas, o que pode reverter em maior fluxo e vendas, o que acontece com redes de vestuário como Riachuelo e Marisa. Na Marisa, que tem grande parcela de suas clientes na classe C, grande parte de sua receita líquida de serviços é oriunda da venda de seguros.

De acordo com os dados do último balanço divulgado, no terceiro trimestre de 2009, a receita de seguros já representava 36,7% da receita total de serviços, o que representa um crescimento de 25,4 pontos percentuais frente ao mesmo período de 2008, quando representava 11,3%.

O Grupo Pão de Açúcar também tem se beneficiado cada vez mais com essa venda. Enéas Pestana, vice-presidente executivo de operações do Grupo, afirmou ao anunciar o aporte de R$ 5 bilhões nos próximos três anos, que a venda de seguros e garantia estendida é um negócio altamente rentável para esse tipo de varejo, sendo que o crediário vem caindo em termos de participação como meio de pagamento, o que compensa essa perda e nega a crença de que varejistas como a Casas Bahia lucram apenas com crédito. "A comissão para o varejista é enorme: a cada cem dinheiros vendidos pelo varejista, sessenta dinheiros fica para o varejista. E é direto, vende-se a TV e uma garantia estendida, com uma pequena comissão para o vendedor, mas é só. Ou seja, é lucro líquido na veia", confirma.

A rede gaúcha Lojas Colombo, que disputa mercado com concorrentes como Magazine Luiza, também afirma que a receita com a venda de seguros e serviços está se tornando cada vez mais importante e deve aproveitar 2010 para lançar novos produtos, como seguro residencial e plano odontológico, além de aumentar a penetração da garantia estendida.

Segundo Gustavo Courbassier, diretor da financeira da Colombo, a Crediari (50% da Colombo e 50% do Banco Bradesco), a área de seguros e serviços representa cerca de 5% das operações da rede, sendo que a meta é que esse número cresça rapidamente e só a garantia estendida alcance esses 5% em 2010. "Agregar serviços é a realidade do varejo mundial. O mercado de varejo é muito acirrado e essa venda é quase uma necessidade", diz.

O consultor Luiz Fernando Biasetto, sócio sênior da GS&MD - Gouvêa de Souza, confirma a maior receita e diz que as redes estimulam seus funcionários a venderem seguros: "Há formas de remuneração e comissões para motivar esse funcionário", diz.

Fonte: DCI

Starbucks lucra US$ 241,5 milhões no primeiro trimestre

A rede norte-americana Starbucks apresentou lucro líquido de US$ 241,5 milhões (US$ 0,32 por ação) no primeiro trimestre fiscal de 2010, acima dos US$ 64,3 milhões (US$ 0,09 por ação) alcançados no mesmo trimestre de um ano antes.

A rede norte-americana Starbucks apresentou lucro líquido de US$ 241,5 milhões (US$ 0,32 por ação) no primeiro trimestre fiscal de 2010, acima dos US$ 64,3 milhões (US$ 0,09 por ação) alcançados no mesmo trimestre de um ano antes. Já a receita líquida aumentou 4% de US$ 2,6 bilhões de 2009 para US$ 2,7 bilhões este ano.


As vendas pelo conceito mesmas lojas avançaram 4% no trimestre, contra uma queda de 9% do primeiro trimestre fiscal de 2009.

De acordo com o comunicado, a empresa expandiu sua expectativa de lucro no ano fiscal de 2010 para uma faixa de US$ 1,05 a US$ 1,08 por ação.

Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/

Consumo vai continuar aquecido nos próximos meses, destaca Fecomercio

Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apontou alta em janeiro, indicando satisfação dos paulistanos em relação à economia devido a melhorias das condições financeiras.

As vendas aquecidas do Natal, em consequência da melhoria das condições financeiras das famílias, levaram o indicador de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurado mensalmente pela Fecomercio, a registrar leve alta de 2,9% em janeiro em relação a dezembro. O índice passou dos 134,8 pontos para os 138,7 pontos e permanece no nível de satisfação (abaixo de 100 pontos indica uma percepção de insatisfação, enquanto acima de 100 - com limite de 200 pontos – indica satisfação).


De acordo com a assessoria econômica da Fecomercio, esse bom humor das famílias sinaliza um crescimento significativo do consumo ao longo dos próximos meses, dando sustentação às perspectivas de investimento dos empresários. O aumento contínuo da massa de rendimento da população e, atrelado a essa questão, a melhora nas condições de emprego, o que gera melhor satisfação das famílias em relação ao orçamento doméstico.

O ICF começou o ano com um desempenho positivo, o que demonstra uma propensão a gastar cada vez maior e mais segurança em relação ao emprego. No curto prazo, o índice deve continuar nesta tendência de crescimento, principalmente pelo aumento do salário mínimo com novo fixado valor para este mês.

Outra melhora importante, segundo a assessoria da Fecomercio, está relacionada ao crédito: as concessões vêm crescendo sistematicamente e as taxas de juros cobradas à pessoa física estão no menor nível historicamente.

O índice é composto por sete itens. Quatro deles – Emprego Atual, Renda Atual, Compra a Prazo e Nível de Consumo Atual – comparam a expectativa do consumidor em relação a igual período do ano passado. Já as variáveis Perspectiva Profissional, Perspectiva de Consumo e Momento para Duráveis mostram a expectativa do consumidor em relação ao futuro.

Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/

Fique atento: Período de reserva de ações da Aliansce termina hoje

A estimativa de preço das ações está entre R$ 10,00 e R$ 13,00, e será definido após o procedimento de boockbuilding.

Termina hoje o período de reserva de ações da Aliansce Shopping Centers, administradora de 13 empreendimentos no País. A empresa anunciou no último dia 14 a oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) de 50 milhões de ações ordinárias e uma oferta secundária de 15 milhões de ações ordinárias que já pertencem a dois dos sócios da empresa (Rique Empreendimentos e GBPFIP).


A estimativa de preço das ações está entre R$ 10,00 e R$ 13,00, e será definido após o procedimento de boockbuilding. Caso o teto seja atingido, o valor captado através da oferta pode alcançar R$ 845 milhões. Com os lotes adicionais, que podem chegar a 22.750.000 ações, o valor total captado pode chegar a R$ 1,14 bilhão.

O valor mínimo para reserva será de de R$ 3 mil e o máximo R$ 300 mil e os papeis serão negociados no segmento Novo Mercado da BM&FBOVESPA sob o código ALSC3.

Fonte: DL - http://www.ultimoinstante.com.br/

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Venda direta é opção no retorno da Mesbla

A Mesbla, comprada com o Mappin pelo empresário Ricardo Mansur na década de 90, deve voltar via comércio eletrônico (e-commerce) em abril, e mira ainda o mercado de vendas diretas, a longo prazo.


A responsável pela volta na área de comércio eletrônico é a TeleMercantil, que deve operar a nova Mesbla na internet em parceria com outras companhias e que tem à frente Steve Chen. Foi fechado um contrato com a família Mansur para utilizar a marca por 20 anos e que prevê compartilhamento do faturamento.

Segundo Giuliano Pereira, diretor comercial da J3P, agência contratada para fazer o desenvolvimento do conteúdo e relacionamento do site, a marca, que foi uma das grandes varejistas brasileiras e faliu em 1999, "deixou saudade" e não enfrentará dificuldades para voltar.

Entre as parceiras do site e responsáveis pela sua estrutura, já montada, está a eHub, que fará a logística, e a J3P, responsável pela sua comunicação.

E a intenção é atingir o público feminino, principalmente das classes A e B, com a venda de cosméticos, perfumes, produtos de tecnologia voltados para mulheres e aparelhos como depiladores e chapinhas. A área contábil da empresa caberá à Esfera.


Concorrência

A Mesbla pode concorrer com players como a Sack's, que se destaca na venda de perfumes importados na internet e mesmo com a Renner, loja de departamentos que também encontrou um nicho no e-commerce e está testando seu site, para vender perfumes, relógios e outros segmentos em breve.

De acordo com o diretor da J3P, a preparação começou há 10 meses e foi feita uma pesquisa que mostrou que a Mesbla não teria dificuldades de voltar ao mercado em novo segmento e não seria rejeitada por fornecedores, mesmo aqueles que não tiveram dívidas pagas pela antiga Mesbla, tanto que a página da marca na Internet, que está no ar recebendo apenas cadastros de fornecedores e clientes, chegou a receber contatos de 80 a 100 fornecedores por dia. "Isso não nos preocupa, o que está exigindo maior esforço é organizar o back office do site, vamos trabalhar o relacionamento com clientes para descobrir o que a mulher quer, conversamos com fornecedores sobre isso e a proposta foi bem aceita", explica.

70 mil pessoas estão sendo convidadas para testar o e-commerce a partir de fevereiro, para que o site possa ser aberto ao público em abril. A partir dos testes, Pereira acredita que terá mais dados para estabelecer os objetivos da companhia, que está se definindo como a marca da "mulher-ponto-com". "O potencial é enorme e entrar em um bom momento, as mulheres estão consumindo cada vez mais na internet, em uma curva ascendente maior do que os homens." Segundo dados da consultoria e-bit, o e-commerce fechou 2009 com faturamento de R$ 10,5 bilhões, alta de 28% frente a 2008. No entanto, apenas 25% das pessoas que acessam a Internet no Brasil são e-consumidores.

Sobre a volta da marca para o varejo físico, Pereira afirma que a internet é o futuro do varejo, mas não descarta lojas conceito. Fontes do mercado e ex-funcionários da empresa dizem que apenas a Mesbla Loja de Departamentos tem débitos na justiça, não a Mesbla S.A.

Fonte: DCI

Comércio prevê vender 40% mais na Páscoa

Neste ano, a Páscoa, principal época de vendas para o varejo especializado em chocolates e doces e, considerada o segundo Natal para o setor de supermercados, promete ser uma das melhores nos últimos tempos. Na previsão de docerias e chocolaterias, os números expressivos do varejo das vendas em dezembro podem se repetir na Páscoa. Por isso, redes como Cacau Show, Ofner, Kopenhagen e Brasil Cacau -ambas do grupo CRM já estimam um aumento de 40% na comercialização de itens sazonais na data.


Segundo Stefenson Soalheiro, gerente de Marketing da Cacau Show, rede com 850 lojas franqueadas em todos estados do País - em 2009, a rede contava com 653 franquias- , a abertura de novas unidades e o lançamento de novos produtos trarão aumento de 42% no faturamento da empresa durante a Páscoa deste ano. Para Soalheiro, a expectativa para a data é sempre muito boa, porque, entre os meses de março e abril são vendidos 38% da produção anual da fábrica. "É a melhor época do ano para as nossas lojas", comemora.

Para atender à demanda deste ano, a rede pretende produzir 2.400 toneladas de chocolate, em forma de ovos de Páscoa e outros produtos sazonais da época. "Ano passado tivemos 1.200 toneladas, mas este ano vamos dobrar."

Na CRM, a expectativa é vender 480 toneladas de chocolates com a marca Kopenhagem, nesta Páscoa. Apenas da linha Kopenhagem (não sazonais), estima-se a comercialização de 240 toneladas de produtos e mais um reforço de 240 toneladas "dos sazonais", como ovos, coelhos e cenouras. Em outras épocas a marca costuma vender 120 toneladas de produtos de linha por mês.

De acordo com Renata Vichi, presidente do grupo, a data representa 30% do faturamento anual, considerando todas as bandeiras da empresa. "Nessa época o volume que comercializamos costuma dobrar", diz.

Segundo Renata, o crescimento deste ano deve acontecer, principalmente por causa das novas unidades da chocolateria Kopenhagen, marca com mais de 80 anos e, que abriu 25 lojas desde a Páscoa do ano passado. "Além disso, uma campanha de mídia e lançamento de uma linha nova, diferenciada do que há no mercado contribuirão para o incremento nas vendas deste ano", afirma a executiva.

Há um ano no mercado, a Brasil Cacau, marca do grupo CRM que completa um ano neste mês, terá aumento de 15% nas vendas em sua segunda Páscoa e terá 100 - 50 de itens sazonais e 60 de produtos de linha - toneladas de produtos nas lojas nos meses de março e abril, quando acontecem as vendas dos itens para a data. "A rede está começando, mas acreditamos que terá crescimento nas vendas também."


Fabricação própria

Outra que já se movimenta para as vendas de Páscoa é a Ofner, onde os produtos chegarão às prateleiras entre a primeira e a segunda semana de março. Para Laury Roman, diretor comercial da tradicional confeitaria paulistana, as vendas deste ano estarão aquecidas, por causa da melhora na economia e do sucesso nas vendas de Natal. "Terão crescimento de 10% - sobre o mesmo período de 2009 - porque as vendas no final do ano foram excelentes e servem de termômetro para nós, até pela proximidade entre datas."

Como aposta para as vendas dos ovos Páscoa e itens da época, a rede comprou maquinário na Holanda e vai produzir o próprio chocolate - em anos anteriores a empresa fazia apenas os modelos de ovos e bombons. "Isso nos dará um salto de qualidade e a flexibilidade que precisamos para a produção", diz Roman.

Para dar conta da produção, que neste ano será de 60 toneladas de chocolate, e vendas, a empresa terá 105 funcionários temporários para as áreas de: fabricação, call center, atendimento nas lojas e atendimento de vendas nas empresas, uma espécie de vendas diretas. "Estamos nos programando para vender mais e atender bem", explica o diretor.


Supermercados

Nos supermercados a expectativa é que as vendas de itens sazonais para a Páscoa sejam aquecidas. Nas lojas do Grupo Pão de Açúcar (GPA), a estimativa é de crescimento acima de 15% do volume de vendas desses produtos, com relação ao mesmo período do ano passado, época na qual a rede vendeu 1,8 milhão de quilos de chocolate, segundo Diogo Paiva, responsável pelo departamento de itens sazonais do Grupo. "Dizem que o Natal é o cheiro da Páscoa. Então, como tivemos um Natal com boas vendas, esperamos resultado semelhante no período."

De acordo com Paiva, a alta nas vendas de chocolates neste ano serão também um reflexo do fim da incerteza econômica, que no primeiro trimestre do ano passado prejudicou as vendas no varejo, por causa da crise. "Neste ano o consumidor vai comprar mais. Ano passado muita gente estava com medo da crise e preferiu guardar o dinheiro", conta.

Diogo comenta também que a rede pretende alavancar as vendas com promoções e facilidade no parcelamento das compras, que são mais acentuadas nas duas semanas que anteriores à data, quando 75% dos consumidores vão às lojas. "Para nós é uma data muito importante e, pode ser considerado o segundo Natal em pico de vendas", explica.

Com relação às negociações com os fornecedores, o funcionário do Pão de Açúcar afirma que estão em estágio final: "Teremos alguns produtos nas lojas já na primeira semana de fevereiro", conta Paiva, que acredita na possibilidade de vender 2% a 3% do total esperado neste ano durante este período de pré-Páscoa. "É mais como uma estratégia de divulgação, para dar um gostinho da data e marcar a presença do grupo."

Para o período, a empresa também acredita nas vendas de itens das marcas próprias Qualitá e Taeq, que segundo Diogo terão crescimento de acima de 30% sobre o volume comercializado no ano passado. "Apostamos em novidades em toda a linha [90 itens novos, de todas as marcas]."

As redes Carrefour e Walmart Brasil foram procuradas pela reportagem, mas informaram que ainda não têm números fechados sobre o período para divulgação.

Fonte: DCI

Sonda negocia venda de participação com três bancos por R$ 1 bilhão

A rede de supermercados Sonda está em negociações com três bancos para vender parte da empresa por cerca de R$ 1 bilhão. "Como parte do acordo, o Sonda vai ter que usar o dinheiro na aquisição ou na construção de lojas", afirmou o presidente-executivo Roberto Moreno, que não revelou quais bancos estariam interessados.


Fonte: Folha de São Paulo

Contours exporta modelo de academias para EUA e Japão

A rede de academias Contours, focada exclusivamente no público feminino, tem o Brasil em uma posição de destaque no mercado. O país está exportando seu modelo de serviços, que inclui aulas alternativas e estética, para países como Japão, EUA e Austrália. No mercado japonês, onde conceitos desenvolvidos no Brasil já estão sendo aplicados, o forte são as sessões de massagem. Quando a rede chegou ao Brasil, em 2004, o modelo da franquia teve que ser adaptado ao gosto da consumidora local: foram agregados acessórios ao circuito e serviços como pilates, yoga, massagem, drenagem linfática, avaliação nutricional e física.


Fonte: Mercado & Consumo

Pão de Açúcar abre Extra e Assai em Tocantins

O grupo Pão de Açúcar chegou ao Estado do Tocantins com a abertura de um power center (modelo que utiliza duas lojas de grande superfície como âncoras, tendo um estacionamento em comum e agregando lojas de serviços) em Palmas. O local conta com um hipermercado Extra e uma loja cash&carry Assai. O Pão de Açúcar conta com outros dois power centers no país, em São Paulo (loja João Dias) e Campinas/SP (Amoreiras). A empresa investiu R$ 30 milhões nas duas lojas de Palmas (TO), que juntas ocupam uma área de vendas de 9.000 metros quadrados.


Fonte: Mercado & Consumo

Aliansce anuncia abertura de capital

A estimativa de preço das ações está entre R$ 10,00 e R$ 13,00, e será definido após o procedimento de boockbuilding.

A Aliansce Shopping Centers, administradora de 13 empreendimentos no País, anunciou a oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) de 50 milhões de ações ordinárias e uma oferta secundária de 15 milhões de ações ordinárias que já pertencem a dois dos sócios da empresa (Rique Empreendimentos e GBPFIP). A estimativa de preço das ações está entre R$ 10,00 e R$ 13,00, e será definido após o procedimento de boockbuilding. Esta será a primeira abertura de capital do ano na Bolsa de Valores de São Paulo.

Caso o teto seja atingido, o valor captado através da oferta pode alcançar R$ 845 milhões. Com os lotes adicionais, que podem chegar a 22.750.000 ações, o valor total captado pode chegar a R$ 1,14 bilhão.

De acordo com o prospecto, o período de reserva vai do dia 21 até o dia 26 de janeiro, com valor mínimo de R$ 3 mil e o máximo R$ 300 mil. Os papeis serão negociados no segmento Novo Mercado da BM&FBOVESPA sob o código ALSC3.

"Os recursos obtidos da realização da Oferta serão utilizados pela Companhia para investir na aquisição de participação em Shopping Centers, expansão de nossos Shopping Centers e desenvolvimento de novos Shopping Centers", afirma o prospecto.

Fonte: DL - http://www.ultimoinstante.com.br/

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Venda direta é opção no retorno da Mesbla

A Mesbla, comprada com o Mappin pelo empresário Ricardo Mansur na década de 90, deve voltar via comércio eletrônico (e-commerce) em abril, e mira ainda o mercado de vendas diretas, a longo prazo.

A responsável pela volta na área de comércio eletrônico é a TeleMercantil, que deve operar a nova Mesbla na internet em parceria com outras companhias e que tem à frente Steve Chen. Foi fechado um contrato com a família Mansur para utilizar a marca por 20 anos e que prevê compartilhamento do faturamento.

Segundo Giuliano Pereira, diretor comercial da J3P, agência contratada para fazer o desenvolvimento do conteúdo e relacionamento do site, a marca, que foi uma das grandes varejistas brasileiras e faliu em 1999, "deixou saudade" e não enfrentará dificuldades para voltar.

Entre as parceiras do site e responsáveis pela sua estrutura, já montada, está a eHub, que fará a logística, e a J3P, responsável pela sua comunicação.

E a intenção é atingir o público feminino, principalmente das classes A e B, com a venda de cosméticos, perfumes, produtos de tecnologia voltados para mulheres e aparelhos como depiladores e chapinhas. A área contábil da empresa caberá à Esfera.

Concorrência

A Mesbla pode concorrer com players como a Sack's, que se destaca na venda de perfumes importados na internet e mesmo com a Renner, loja de departamentos que também encontrou um nicho no e-commerce e está testando seu site, para vender perfumes, relógios e outros segmentos em breve.

De acordo com o diretor da J3P, a preparação começou há 10 meses e foi feita uma pesquisa que mostrou que a Mesbla não teria dificuldades de voltar ao mercado em novo segmento e não seria rejeitada por fornecedores, mesmo aqueles que não tiveram dívidas pagas pela antiga Mesbla, tanto que a página da marca na Internet, que está no ar recebendo apenas cadastros de fornecedores e clientes, chegou a receber contatos de 80 a 100 fornecedores por dia. "Isso não nos preocupa, o que está exigindo maior esforço é organizar o back office do site, vamos trabalhar o relacionamento com clientes para descobrir o que a mulher quer, conversamos com fornecedores sobre isso e a proposta foi bem aceita", explica.

70 mil pessoas estão sendo convidadas para testar o e-commerce a partir de fevereiro, para que o site possa ser aberto ao público em abril. A partir dos testes, Pereira acredita que terá mais dados para estabelecer os objetivos da companhia, que está se definindo como a marca da "mulher-ponto-com". "O potencial é enorme e entrar em um bom momento, as mulheres estão consumindo cada vez mais na internet, em uma curva ascendente maior do que os homens." Segundo dados da consultoria e-bit, o e-commerce fechou 2009 com faturamento de R$ 10,5 bilhões, alta de 28% frente a 2008. No entanto, apenas 25% das pessoas que acessam a Internet no Brasil são e-consumidores.

Sobre a volta da marca para o varejo físico, Pereira afirma que a internet é o futuro do varejo, mas não descarta lojas conceito. Fontes do mercado e ex-funcionários da empresa dizem que apenas a Mesbla Loja de Departamentos tem débitos na justiça, não a Mesbla S.A.

Fonte: DCI

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Mappin volta ao mercado até 2013, diz diretor da Marabraz

Tradicional loja de departamentos, a rede Mappin voltará ao mercado em até três anos, depois de ter fechado suas portas no mercado paulista. Quem garante é Nasser Fares, diretor-geral da moveleira Marabraz, que comprou a marca Mappin em dezembro, por R$ 5 milhões, em um leilão. O nome da empresa está avaliado em R$ 12 milhões. Em entrevista ao DCI, o executivo afirmou que o relançamento do Mappin está descartado para este ano, mas acontecerá em 2 ou 3 anos no máximo. "Este ano vamos começar uma série de estudos para saber como será estruturada a loja."

De acordo com Fares, a nova rede terá um ramo de atuação diferente das lojas de móveis Marabraz. A possibilidade de trabalhar com a venda de eletroeletrônicos não está descartada. "Pode ser dessa forma também, mas ainda é cedo para dizer exatamente", afirmou.
Especialistas consultados pela reportagem foram unânimes em dizer que é pouco provável uma voltar do Mappin "nos moldes antigos". Ou seja, com venda de produtos variados.

Para o professor Cláudio Felizoni do Programa de Administração do Varejo (Provar) o varejo, hoje, não é propício para abrigar lojas de departamentos e vê o relançamento da marca como uma estratégia da rede Marabraz para ganhar mercado com a diversificação de itens. "Parece que a ideia é ampliar a participação na venda de bens duráveis usando a carteira de clientes que eles já têm", diz o professor.

O professor também acredita que a diversificação do mix seja uma forma de se posicionar no mercado com uma marca forte e assim ganhar fôlego. "Não podemos esquecer que hoje a CBM domina 70% do varejo", diz.

Outro que acha pouco provável a volta do Mappin como rede de departamentos é Luiz Góes, sócio sênior da Gouvêa de Souza & MD, consultoria especializada em varejo.

Segundo Góes, em uma década - tempo em que a varejista ficou fora do mercado - o setor mudou significativamente e isso pode fazer com que a nova administradora tenha interesse em relançar a marca sob novas perspectivas. "Acho que vai ser diferente. O formato de lojas de departamento, [como nos EUA] praticamente desapareceram no Brasil".


Mudança

Apesar do forte apelo que a marca ainda traz, os consultores acreditam que, antes do relançamento é preciso fazer um extenso trabalho de marketing para reforçar o nome na memória dos consumidores mais jovens. Para Luiz Góes, o apelo do Mappin não comum após décadas. A rede foi trazida para o Brasil em 1913 e foi famosa até 1999 quando faliu. "É impressionante a força desse nome. Ainda mais com o fim melancólico que a empresa teve", diz.

Felizoni também acredita que o grande atrativo para as futuras operações sejam a força da marca, mas acredita que é preciso investimento na mudança de perfil da rede para atrair às gerações mais jovens. "Eles dominaram a cena do varejo durante décadas, mas será preciso pensar que o varejo mudou nos últimos anos", diz o professor.

Em comunicado a moveleira afirma que a gestão da nova loja "será feita de forma absolutamente independente dos atuais negócios. Porém tudo indica que a Marabraz caminha para uma mudança no perfil do seu público-alvo, ao começar a fabricar móveis mirando a classe média e média alta -antigos consumidores do Mappin, como contou Nasser Fares. "Agora queremos atingir as classes AB".


Dificuldade

Como noticiou o DCI de ontem, a Marabraz poderá ter dificuldades para com o negócio, caso aprovado o projeto de lei nº 5945/09, do deputado (suplente) Professor Victorio Galli (PMDB-MT), que transfere as obrigações trabalhistas pendentes da direção anterior da massa falida para o arrematante. A aquisição da marca aconteceu por meio da LP Administradora de bens, do empresário Adiel Fares, um dos quatro sócios da Marabraz, durante um leilão, em dezembro passado. O leilão terminou após uma pane no sistema e, por ter dado o último lance, Adiel levou o nome por R$ 5 milhões - menos da metade do valor de mercado R$ 12 milhões.


Móveis

Apesar do crescimento nas vendas de móveis nos últimos dois meses, por causa da redução do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI) Nasser Fares acredita que o setor pode ter crescimento tímido este ano, caso se confirme o aumento de 8,5% na matéria prima (chapas de madeira) para a fabricação dos produtos. "Acho importante que a gente possa comprar do mercado externo também", diz o diretor da rede Marabraz. Para Fares, o crescimento do setor deve ser na ordem de 10% este ano, com o crescimento imobiliário, mas é preciso cautela porque remarcações podem assustar os consumidores. "As vendas melhoraram, mas tenho medo de alta nos preços."

Fonte: DCI

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Comércio usa liquidações para escoar estoques e acompanhar ritmo da indústria

O mês de janeiro deixou de ser sinônimo de liquidação no setor de vestuário – agora as promoções abrangem também redes de eletrodomésticos, de produtos eletrônicos e de calçados, entre outros setores. Os descontos podem chegar a até 60%, segundo levantamento da Alshop.

As liquidações, principalmente as do mês de janeiro, são a forma encontrada pelo comércio varejista para acompanhar o ritmo da indústria. “Para o empresário, é importante eliminar estoques, pois a cada dia novos produtos são lançados e é preciso acompanhar as tendências", diz o diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Luís Augusto Ildefonso da Silva.

De acordo com Silva, o mês de janeiro deixou de ser sinônimo de liquidação no setor de vestuário – agora as promoções abrangem também redes de eletrodomésticos, de produtos eletrônicos e de calçados, entre outros setores. Os descontos podem chegar a até 60%, segundo levantamento da Alshop.

A tradicional liquidação da rede de eletrodomésticos Magazine Luiza, por exemplo, atraiu hoje 4,5 milhões de consumidores nas 455 lojas da rede em todo o país. Em apenas oito horas, o faturamento atingiu a marca de R$ 75 milhões, R$ 5 milhões a mais do que no ano passado. Nessa rede, foram vendidos praticamente todos os 2,7 milhões de itens colocados à disposição dos consumidores.

Silva ressalta que todos os setores da economia são beneficiados com as promoções do início do ano, mas o mais privilegiado nas liquidação é mesmo o comércio ligado à moda. "O maior consumo é mesmo entre as lojas de moda, tanto feminina quanto masculina."

A empresária Luciana Maria, proprietária da loja de acessórios e roupas Las Tinas, em São Paulo, explica por que recorre à liquidação em janeiro: "as peças vão ficando ultrapassadas e é preciso girar o meu estoque de produtos.”

Lucro não é o grande objetivo das liquidações, que representam uma forma de manter o comércio aquecido nesta época do ano, afirma o diretor da Alshop. “As promoções são uma maneira extra de girar o capital em janeiro, que é um mês fraco", reforça Luciana Maria.

Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Bancarização no varejo deve ser mais agressiva neste ano

A briga entre as redes bancárias pelo poder do comércio varejista vai ser apertada este ano, e começa com a renovação recente da parceria entre o Magazine Luiza e o Itaú Unibanco por mais 20 anos. A meta do varejista é buscar a consolidação de sua expansão, a ser viabilizada por um aporte de R$ 250 milhões vindo do Itaú. Já o interesse da financeira, que viu a proximidade do fim do contrato em 2012 com o magazine - que existia há dez anos -, envolve crédito para o financiamento das vendas a prazo nas unidades da lojista. Enquanto isso, há dúvidas sobre como ficará a situação da Nova Casas Bahia, depois da fusão com a Globex (Ponto Frio), do Grupo Pão de Açúcar. Este último tem contrato com o Itaú, enquanto a varejista de eletroeletrônicos e eletrodomésticos, líder do setor, há anos atua com o Bradesco.

Para Douglas Pinheiro, coordenador do Curso de Administração das Faculdades Integradas Rio Branco, as instituições financeiras estão animadas com a possibilidade de aumentar as parcerias com o comércio, por causa da expectativa de crescimento da economia para os próximos anos. "A tendência é que o crescimento do País aconteça no mercado interno. Para isso, é preciso aumento de crédito."

Segundo o professor Nuno Fouto, do Programa de Administração do Varejo (Provar) a parceria entre bancos e varejistas possibilita às lojas manter o negócio mais focado apenas nas vendas e no atendimento ao cliente. "Para o varejista fica apenas a questão de investir na ampliação das lojas e atendimento", disse.


Investimentos

No Magazine Luiza, o investimento de R$ 250 milhões visa aumentar o poder de competição da empresa, que neste ano verá disputa acirrada com a fusão de grandes players. Em entrevista ao DCI, o diretor de Marketing do Magazine Luiza, Frederico Trajano, afirmou que o valor é fruto de uma renegociação do contrato de concessão de crédito para o consumidor final do Magazine Luiza.

Sobre a renovação com o Itaú, Trajano acredita que dentro das alternativas que existiam essa foi a melhor. "É um dinheiro que vem livre, não é dívida. É caixa e sem diluição." O plano da companhia é abrir 44 lojas em São Paulo ainda neste ano e, cumprir a meta de chegar ao final de 2010 com 100 lojas na capital e grande São Paulo. "Esse dinheiro é mais do que suficiente para bancar a nossa expansão", diz.

Outro que definiu a questão de sua parceria com o mercado financeiro é o Grupo Pão de Açúcar (GPA), pois renegociou seu acordo com o Itaú Unibanco, que se estenderá até agosto de 2029. O GPA afirmou, na ocasião, que receberia R$ 50 milhões por ano, por meio da aplicação de um caixa adicional resultante da entrada dos recursos da operação.

Porém, com a fusão com a Casas Bahia, conveniada com o Bradesco, fica a dúvida de como ficarão as operações financeiras da nova empresa. Após a transação, os executivos das companhias afirmaram que em um primeiro momento nada muda. Cláudio Galeazzi, presidente do GPA, afirmou que o grupo manterá "por um tempo" o relacionamento com as instituições, para depois optar por um ou por outro modelo ou ainda estudar uma terceira opção.

Especialistas em varejo ouvidos pela reportagem afirmaram que, pela cultura agressiva do setor bancário, a tendência é apenas umas das instituições se manter como parceira exclusiva da mega varejista. Na avaliação do professor Nuno Fouto, a tendência é que o mercado de crédito para o varejo caminhe para a concentração. "Eles vão concorrer para ter exclusividade."


Liquidações

De olho na intenção de compra do consumidor, a briga não fica só entre os bancos, ao contrário. As redes travaram verdadeira batalha na última sexta-feira (8), com uma "guerra de preços baixos" entre o Magazine Luiza e o Ponto Frio. As redes abriram as portas às 5h da manhã com a promessa de fornecer itens com descontos de até 70%. A da família Trajano parece ter saído vencedora, pois afirmou ter alcançado mais de 4,5 milhões de pessoas passaram por suas lojas, para aproveitar a promoção de 4 mil itens em apenas um dia. Às 10h da manhã, na loja do Magazine no Shopping Aricanduva, na capital paulista, as prateleiras do setor de eletroeletrônicos estavam praticamente vazias. Celulares, televisores de LCD e notebooks esgotaram. Algumas unidades da Casas Bahia e Pernambucanas abriram as portas no mesmo horário.

Fonte: DCI

Drogaria São Paulo inaugura mais uma loja em Campinas (SP)

A Drogaria São Paulo, uma das principais redes de farmácias do Brasil, com mais de 250 lojas, segue em expansão no interior do Estado, com a abertura de mais um ponto de venda em Campinas (SP), no bairro Jd. Flamboyant. Com isso, a rede passa a ter nove lojas na cidade.


Fonte: Mercado & Consumo

Subway quer abrir 16 lojas em Santa Catarina e Paraná

A rede de fast food Subway, com 350 lojas no Brasil, pretende inaugurar em 2010 16 pontos de venda nos Estados de Santa Catarina e Paraná, mantendo o ritmo de expansão apresentado no ano passado. Atualmente, a rede conta com 55 lojas nesses dois Estados. A expansão da Subway estará concentrada em regiões com cidades de menor porte, no interior dos Estados. A tendência é explorar os formatos de lojas não convencionais, como as de conveniência, postos de gasolina e supermercados. Em todo o país, a rede espera fechar 2010 com 500 restaurantes em operação.


Fonte: Mercado & Consumo

Magazine Luiza recebe 4,5 milhões de clientes em liquidação

A 17a edição da Liquidação Fantástica, que aconteceu na sexta-feira passada a partir das 5h (na Grande São Paulo; nas demais regiões, começou às 6h), levou às 455 lojas do Magazine Luiza cerca de 4,5 milhões de consumidores, atraídos por descontos de até 70% nos produtos. Nas oito horas da ação, a rede faturou R$ 75 milhões, R$ 5 milhões mais que na edição de 2009. Um total de 2,7 milhões de produtos foram colocados à venda e, no final do evento, as lojas estavam praticamente vazias.


Fonte: Mercado & Consumo

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Spani Atacadista deve investir R$ 30 milhões em 2010

Após inaugurar no final do ano uma loja em Atibaia (SP), o grupo atacadista Spani anunciou que pretende abrir mais duas lojas em 2010, uma em Caraguatatuba e outra em Taubaté, ambas no Estado de São Paulo. A loja de Taubaté será instalada no complexo do grupo inaugurado recentemente para abrigar o Centro de Distribuição. “Além disso, vamos investir na ampliação da equipe de vendas externas para expandir a área de atuação”, explica Flávio Almeida, diretor comercial do Grupo. Serão contratados 40 novos vendedores para compor a equipe Spani Express, expandindo a atuação para Campinas, Baixada Santista, Guarulhos e Zona Leste de São Paulo. O investimento para dar respaldo a essas ações está estimado em R$ 30 milhões, o que deve ajudar a empresa a crescer 30% em 2010.


Fonte: Revista Distribuição

Colombo oferece ajuda para produtos com defeito das Casas Bahia

No Rio Grande do Sul, a rede de eletrônicos Colombo decidiu aproveitar a saída da Casas Bahia da região para conquistar mais clientes. A varejista resolveu orientar e encaminhar à assistência técnica produtos com defeito que tenham sido comprados na concorrente. O serviço será prestado pelas filiais da Colombo nas regiões onde a Casas Bahia tinhas lojas.

Fonte: Mercado & Consumo

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Varejo de eletrônicos travará disputa por área física e virtual

Em 2010 o varejo de eletroeletrônicos terá um aumento na competição entre as principais redes do setor. Para gigantes como Walmart, Casas Bahia e B2W [dona da Americanas.com e Submarino] a briga será maior na venda pela internet com o quesito preço baixo, devido ao poder de compra em escala que essas empresas têm. Já os de médio porte, como Magazine Luiza e Ricardo Eletro, terão a disputa física, com investimentos em logística, distribuição e atendimento personalizado.

De acordo com o professor Nuno Fouto, do Programa de Administração do Varejo (Provar), as mudanças no mercado são reflexo do cenário de fusões e aquisições que o setor viveu no ano passado. "Com a junção dos principais players deste segmento o mercado tende a ser mais concentrado e obrigar a concorrência a se movimentar atrás de soluções para não perder espaço e nem clientes", avisa.

O professor acredita que a competição ficará mais acirrada na Região Sudeste, onde se concentra a maior parte das vendas do setor de eletroeletrônicos, e diz que não vê saturação no mercado, apesar de reconhecer que redes como a oriunda da fusão entre Casas Bahia e Globex tenham em um primeiro momento melhores condições de competir. "Mesmo assim, se a empresa souber fazer a distribuição de uma maneira eficiente terá espaço", afirma.

De olho na possibilidade de ganhar mais força em São Paulo, Estado onde atua apenas no interior, a Ricardo Eletro, rede mineira, presidida por Ricardo Nunes, e que possui 280 unidades, aposta na melhoria da sua logística e prepara a inauguração de um Centro de Distribuição (CD) na capital paulista. O CD terá investimento previsto de R$ 40 milhões e começará a funcionar ainda no primeiro semestre deste ano, de acordo com informações da empresa.

Encontrar novas formas de se posicionar no mercado para driblar o grande poder econômico das concorrentes gigantes é justamente o plano da Ricardo Eletro. "Empresas menores terão de investir em atendimento. Porque uma rede muito grande encontra mais dificuldade para ele se especializar", diz Márcio Morgado, do Centro de Excelência em Varejo da Fundação Getulio Vargas (FGV). Para ele, a tendência é que esse mercado se torne mais competitivo neste ano.

Morgado acredita que o fôlego da Ricardo Eletro deve-se ao crescimento da rede em Estados onde a varejista atua, como Minas Gerais e Distrito Federal. "Ela é forte em regiões onde a competição é menor, mas segue o mesmo caminho da Magazine Luiza", lembra Morgado.

Helóisa Omine, professora da Pós-graduação em comunicação com mercado da ESPM, acredita que a maior presença da rede Ricardo Eletro no Estado de São Paulo também é estimulada pela própria indústria, que pode estar fazendo mais parcerias e negociações ainda com outras redes de varejo, já que assim ficam com mais opções para capilarizar a distribuição de seus produtos e não ficará na mão de apenas uma rede na região. "É interessante para a indústria estar em mais pontos de venda. Além disso, as redes também querem estar em mercados competitivos e onde podem ter maior volume de vendas, como em São Paulo", diz ela.

Segundo Omine, redes como Ricardo Eletro já conhecem o mercado para onde estão ampliando, sendo que o seu consumidor muitas vezes tem o mesmo perfil do consumidor que atende no seu mercado de origem. Movimentações como a abertura do CD também indicam que as redes estão capitalizadas e devem continuar fazendo investimentos para manter o ritmo de expansão e enfrentar a concorrência, acelerando ainda a busca por novos recursos, seja abrindo o capital como pode fazer o Magazine Luiza, seja por meio de novas parcerias ou aquisições, que podem continuar movimentando o varejo. "O Magazine Luiza já estava pronto para levar o Ponto Frio também e outras redes como a Lojas Colombo estão bem estruturadas, todo mundo está se mexendo, incluindo a indústria", afirma.


Virtual


Entre as gigantes, a disputa promete ser quente nas vendas pela internet (e-commerce) - setor que, no Brasil, movimentou R$ 10,5 bilhões ano passado - e é considerado a grande vedete dos varejistas. De acordo com especialistas, a disputa no e-commerce será incrementada neste ano, por causa da fusão da Casas Bahia com a Globex Utilidades, empresa do Grupo Pão de Açúcar que detém as marcas Ponto Frio e Extra Eletro, e PPela chegada da loja virtual do Carrefour, prevista estrear neste ano.

O total de pessoas que compram pela internet no País chegou a 17 milhões em 2009, de acordo com dados da consultoria E-Bit, especializada nesta modalidade de varejo.

A loja virtual das Casas Bahia, inaugurada com um investimento de R$ 3,7 milhões deve responder por 2% do faturamento da rede em seu primeiro ano. o número de visitantes do site tem aumentado, em média, 22% por mês, de acordo com a rede.
 
Fonte: DCI

Venda sazonal para o verão explode nas redes

Considerado recorde por alguns varejistas e com uma alta de 35%, em média, nas vendas de produtos sazonais para o verão deste ano, redes como Grupo Pão de Açúcar (GPA), Walmart Brasil e Carrefour comemoram o desempenho do período, ante a projeção anterior de crescimento de 20% nas vendas em relação a igual época do ano passado.


Para o DCI, Sandra Haddad, diretora comercial do Walmart, afirmou que o resultado da comercialização dos produtos da categoria é surpreendente, e pode obrigar a empresa a fazer novos pedidos junto aos fornecedores antes do fim da estação - que vai até março. "Se as vendas continuarem do jeito que estão teremos recorde, neste ano", conta. Para a diretora comercial, o aquecimento das vendas deve-se à antecipação do calor, que há cerca de três meses.

A diretora afirma que no Walmart Brasil a aposta é grande nos produtos de praia, piscinas e guarda-sóis, artigos que, até este mês, registraram vendas 35% maiores do que no mesmo período do ano passado. Segundo a rede o destaque vai para preços competitivos, como chamariz às vendas. "[a rede manteve] alguns produtos com o preço do ano passado e outros tiveram reduções devido às negociações que fazemos com a indústria", diz.

Para o líder do setor supermercadista no País, o Grupo Pão de Açúcar, a previsão é aumento de 15% na comercialização de artigos para a estação de calor. De acordo com a rede, a venda de águas deve crescer 15% e a de sucos e isotônicos 10%, com destaque para os produtos de marcas próprias como Qualitá e Taeq.

Até o carnaval, as lojas do Extra, bandeira de hipermercados do grupo, oferecerão ao consumidor descontos na linha de bebidas, com destaque às marcas de cerveja, produto que com maior procura neste período. Nesta categoria, o GPA crê resultados 30% maiores que os registrados de janeiro a fevereiro de 2009.

Para a diretora executiva do Extra, Sylvia Leão, eventos como o Carnaval e Copa do Mundo serão os puxadores de vendas da rede no primeiro semestre. "As promoções estão em linha com a proposta da empresa, de oferecer itens de qualidade, oportunidades de pagamento e preços competitivos", comenta ela.

Já no Carrefour, as vendas sazonais são a aposta para os meses de janeiro e fevereiro, principalmente no setor de Bazar, que terá variedades de itens para as férias, como: piscinas, colchões e brinquedos infláveis, bóias e flutuadores, espreguiçadeiras, cadeiras de praia, guarda-sol, churrasqueiras, coolers. Para conquistar o cliente, a varejista promete facilitar o pagamento, com parcelamentos em até 10 vezes, sem juros no Cartão Carrefour e descontos de até 50% em toda a linha de malas de viagem.


Sorvetes

Na área de alimentos, entre os itens que estão com as vendas mais aquecidas no País está a categoria sorvetes, anuncia o GPA, cujas vendas desse produto costumam ter aumento de 400% durante o verão. Para atender à demanda, o grupo afirma ter reforçado seus estoques e destaca a importância dos produtos de marca própria, que devem crescer 15% em vendas apenas este mês. O Carrefour parece ver o potencial desse segmento e afirma que fará uma ação para atrair o consumidor: entre 16 e 17 de janeiro venderá produtos com 10% de desconto.

Já na Cooperativa de Consumo (Coop), a procura pelo doce subiu 90% desde o início da onda de calor, há pouco mais de um mês. Segundo Daniela Marchiolli, gerente de produtos - Divisão Marca Própria -, a Coop Plus, marca própria da rede responde por 25% das vendas da categoria. "A Coop tem critério rigoroso na escolha dos fornecedores que irão fabricar produtos com nossa marca."

Outra que aposta na venda do produto gelado neste verão é a Padaria Brasileira, que desde novembro, quando a temperatura começou a subir, passou a fabricar sorvetes e comercializá-los em potes de 400 ml, conta Rosana Souza, gerente de Marketing da rede. "Começamos em agosto de 2008 com sorvetes à granel e tivemos sucesso. Como a aceitação foi boa resolvemos investir na venda em potes".

De acordo com Rosana, a procura pelos sorvetes tem chegado a 1.000 potes por mês, porém a expectativa é dobrar as vendas em, no máximo cinco meses. "Acreditamos no crescimento das vendas de sorvetes, por isso criamos um produto com boa qualidade", diz a gerente de marketing.

Esporte

A rede multimarcas Overboard, que atua no segmento de surfware e moda praia, também vê no verão o melhor momento para ampliar vendas e faturamento, que chegam a crescer de 40% a 50%, e prepara seus estoques com os itens que mais saem no período. Silvia Amaro, gerente de expansão da rede, fala que óculos e relógios saem quatro vezes mais no verão do que em um período normal, por exemplo. Outra área que também é reforçada é a de moda praia: "Trabalhamos com aproximadamente 55 marcas e todas que possuem moda praia nós compramos", diz a gerente.

De acordo com Silvia, a venda pós-Natal tem se mantido boa, e para aproveitar o movimento de volta às aulas em janeiro, a rede vai impulsionar liquidação de verão, em fevereiro. "Fazemos também um marketing bem agressivo no período. Temos cartão fidelidade e os clientes respondem vindo às lojas", explica. A executiva afirma que o segmento em que atuam também vem ganhando espaço e devem aproveitar para abrir mais lojas.
Segundo apuração feita pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), a indústria têxtil nacional tem faturamento superior a US$ 43 bilhões. Os segmentos de surfwear, streetwear e moda praia representam cerca de 15% do valor.

Fonte: DCI

Lojas Renner investe R$ 900 mil em projetos sociais

Neste ano, o Instituto Lojas Renner, pertencente à Lojas Renner, uma das principais redes de lojas de departamentos de vestuário do país, vai investir R$ 900 mil em 18 projetos sociais voltados para a capacitação e geração de renda para mulheres, beneficiando cerca de 2 mil mulheres em 12 Estados. O valor é o resultado da segunda edição da “Mais Eu“, campanha de marketing social da varejista, somado a outros recursos da entidade. A campanha arrecadou R$ 800 mil, correspondente a 5% da venda de mercadorias líquida de impostos, realizadas entre 10 e 13 de agosto em todas as lojas da rede no país.

Fonte: Mercado & Consumo

Magazine Luiza promove Liquidação Fantástica

O Magazine Luiza, um dos maiores varejistas de eletrônicos do país, realiza nesta sexta-feira sua tradicional Liquidação Fantástica. A ação mobilizará as 456 lojas do Magazine Luiza em sete Estados. Na Grande São Paulo, as lojas abrirão as portas às 5h, enquanto no restante do país funcionarão a partir das 6h, com descontos de até 70% nos produtos. Serão oferecidos mais de 800 mil itens, entre eletrodomésticos, eletroeletrônicos, móveis, utilidades domésticas, brinquedos e informática. A maior parte das ofertas é de produtos negociados diretamente com os fabricantes para atender exclusivamente aos consumidores da liquidação.


Fonte: Mercado & Consumo

Yogen Früz abre primeira unidade no Rio

Pioneira na fabricação de iogurtes com textura de sorvete, a Yogen Früz inaugurou sua primeira unidade no Rio de Janeiro, no Via Parque Shopping. O investimento na loja foi de R$ 230 mil. O diferencial da Yogen Früz está na preparação do iogurte, com uma receita que vem pronta do Canadá e é patenteada pela marca. Com 20 anos de mercado, a marca conta com 1.400 franquias espalhadas pela Europa, Austrália, China, Japão e Estados Unidos. Para 2010, a previsão é abrir mais cinco lojas no Rio de Janeiro e outras 15 em todo o Brasil.


Fonte: Mercado & Consumo

C&C lança concurso Mundo Sustentável

A C&C Casa e Construção, maior varejista de materiais para construção do país, lançou o concurso Mundo Sustentável - Design de Interiores. A ação pretende ampliar as iniciativas voltadas à preservação ambiental promovidas pela rede. Para participar, é preciso entregar a ficha de inscrição preenchida em qualquer uma das lojas da C&C.

Os projetos precisam ser inéditos e apresentar aspectos de Inovação e Sustentabilidade, nas categorias A – Sanitário Masculino e Sanitário para Deficientes, e B – Sanitário Feminino e Sanitário para Deficientes. Os desenhos podem ser entregues até o dia 15 de janeiro na mesma loja onde o candidato fez sua inscrição. É livre a escolha dos materiais pelos participantes, dentro do mix de produtos da C&C que estejam disponíveis no decorrer do projeto e da execução. Durante a avaliação, serão levados em consideração critérios como Inovação, Sustentabilidade, Criatividade, Originalidade, Funcionalidade (praticidade), Beleza Estética e Viabilidade Técnica.

Fonte: Mercado & Consumo

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Pão de Açúcar fecha ano com 40 lojas Assai

O Grupo Pão de Açúcar inaugurou às vésperas do Natal sua 40º loja Assai, bandeira especializada no atacarejo (cash&carry). O ponto de venda está localizado na Avenida Marquês de São Vicente, na Barra Funda, zona oeste de São Paulo. No ano de 2009, os investimentos na bandeira chegaram perto de R$ 100 milhões, com a abertura de 12 lojas em São Paulo, Ceará e Rio de Janeiro.

Fonte: Mercado & Consumo

Walmart quer economizar bilhões com supply chain global

O Walmart deu início a uma iniciativa mundial de otimização de sua cadeia de suprimentos que deverá trazer uma economia de bilhões de dólares, combinando suas estruturas nacionais de compra. O objetivo é aumentar o percentual de produtos adquiridos diretamente dos fabricantes, eliminando tanto quanto possível o uso de distribuidores, atacadistas e brokers.

A empresa hoje gasta cerca de US$ 100 bilhões na compra de produtos de suas marcas próprias, mas menos de 20% desses produtos são negociados diretamente com os fabricantes e as ações de compra costumam ser feitas em nível nacional.

Ao globalizar essas compras e eliminar intermediários, a empresa ganha ainda mais escala, com a estimativa de reduzir os custos ao longo da cadeia entre 5% e 15% nos próximos cinco anos, o que representaria uma economia potencial entre US$ 4 bilhões e US$ 12 bilhões, se a varejista alcançar sua meta de comprar 80% dos produtos diretamente dos fornecedores.

Fonte: Mercado & Consumo

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Makro abre loja no Acre

O Makro, maior atacadista brasileiro de autosserviço, inaugurou às vésperas do Natal sua 73a loja no país.

O ponto de venda, em Rio Branco (AC), é o primeiro da empresa no Acre, demandando um investimento total de R$ 21 milhões. A operação começou com cerca de 20 mil clientes cadastrados. A nova loja, que pretende atingir uma população de 500 mil pessoas em um raio de 350 quilômetros, possui 4.600 metros quadrados de área de vendas, na BR 364; e oferece 12.700 itens de alimentos e não-alimentos, incluindo produtos de marcas próprias, institucionais, regionais e importados. Com isso, o Makro completa seu programa de expansão em 2009, com R$ 240 milhões investidos na abertura de oito unidades.

Para 2010, a empresa investirá na consolidação de suas operações em São Paulo e em outros Estados do Norte, Nordeste e Sudeste.


Fonte: Mercado & Consumo

Walmart abre loja “verde” em Brasília (DF)

O Walmart abriu em Brasília (DF) sua primeira loja ecoeficiente na região Centro-Oeste, a sexta no País.

Com investimento de cerca de R$ 63 milhões, o local apresenta mais de 60 iniciativas ecologicamente corretas, que reduzem o consumo de água, iluminação e energia elétrica, além de apresentar uma gestão ambientalmente responsável de resíduos sólidos e usar materiais reciclados ou de origem certificada. Todo o processo de construção da loja obedeceu a regras de respeito ao meio ambiente. A nova unidade deve consumir 25% menos energia e 40% menos água.

Entre as iniciativas destacam-se a iluminação nos caixas e nos refrigeradores com porta por LEDs, salão de vendas e áreas administrativas iluminadas por lâmpadas fluorescentes modelo T5, clarabóias que maximizam a utilização da luz natural e a reutilização de água de chuva no sistema de irrigação.


Fonte: Mercado & Consumo

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

B2W elege novo diretor de RI

Murilo dos Santos Corrêa é o novo diretor de Relações com Investidores (RI) e José Timotheo de Barros permanece no cargo de diretor financeiro.

A B2W (BTOW3), dona da Americanas.com e do site Submarino, elegeu Murilo dos Santos Corrêa o novo diretor de Relações com Investidores (RI) e manteve no cargo de diretor financeiro José Timotheo de Barros. O mandato se encerrará na Assembléia Geral Ordinária de 2012.


O conselho de administração elegeu ainda Jorge Alberto de Faria Reis para o cargo de co-Diretor Operacional.

Fonte: http://www.ultimoinstante.com.br/

Fique atento: Pão de Açúcar marca para fevereiro leilão da Globex

O preço de compra é de R$ 7,5850 por ação ordinária, que corresponde a 80% do valor pago aos controladores por cada ação ordinária representativa de controle da companhia . A OPA representa 5.619.909 ações ou 4,5183% do capital da Globex.

O Grupo Pão de Açúcar anunciou hoje que fará leilão de oferta pública para a aquisição da totalidade das ações ordinárias (OPA) Globex Utilidades (Ponto Frio). O evento está marcado para dia 3 de fevereiro, às 16 horas, na BM&FBovespa.

O preço de compra é de R$ 7,5850 por ação ordinária, que corresponde a 80% do valor pago aos controladores por cada ação ordinária representativa de controle da companhia . A OPA representa 5.619.909 ações ou 4,5183% do capital da Globex.

O Pão de Açúcar oferece duas opções de pagamento aos acionistas, uma em dinheiro e outra mista, com ações.

A opção em dinheiro ocorre em duas parcelas, no valor de R$ 3,4353 no quinto dia útil após o leilão e R$ 4,1497 no dia 6 de julho de 2013. Já na opção mista a primeira parcela é de R$ 3,4353 e a segunda de R$ 3,2286, sendo que o resultado será pago no quinto dia útil após o leilão (10/02/2010), e uma fatia de 0,0334 ação preferencial de classe B, na mesma data.

Como funciona

Até às 13 horas do dia 3 de fevereiro, a instituição intermediária e as demais corretoras representantes dos acionistas que desejarem ofertar à venda ações deverão registrar diretamente no MegaBolsa, sob o código GLOB3L, referente à Opção de Pagamento em Dinheiro, ou GLOB11L, referente à Opção de Pagamento Mista, as quantidades de ações ofertadas à venda. O acionista que desejar cancelar ou reduzir sua ordem de venda deverá entrar em contato com a corretora que registrou a referida ordem em nome do acionista com tempo suficiente para permitir à corretora cancelar ou reduzir as ordens de venda registradas em nome do acionista para o leilão, no máximo até às 16 horas da data do leilão.

Fonte: http://www.ultimoinstante.com.br/

Feliz 2010! Vamos começar com o pé direito!

Amigos e Leitores,

Como pudemos ver as vendas de natal foram excelentes, com crescimento substancial comparado com o mesmo período do ano anterior. Isso significa retomada da economia, reaquecimento dos motores do varejo mundial e principalmente do varejo dos emergentes.

Grandes compras e fusões aconteceram no ano passado, este ano promete mais. É uma tendência. É o caminho que os grandes encontraram para aumentar sua participação no mercado de forma mais agressiva, pois quem cresceu de forma "orgânica" ficou pra trás.

É isso aí, vamos acompanhar de perto essa movimentação toda.

Desejo à todos um ótimo início de ano. Muito trabalho e muito mais sucesso!