"A transação deverá ser concluída no quarto trimestre deste ano", diz nota.
O Burger King Holdins anunciou hoje que a brasileira 3G Capital vai adquirir todas as ações da rede de fast food por US$ 4 bilhões, ou US$ 24 por ação, representando um ágio, segundo comunicado, de 46% sobre o preço dos papéis.
Em nota, o Burger King esclarece que o termo foi aprovado por unanimidade pelo Conselho de Administração, informando ainda que todas as ações ordinárias em circulação serão vendidas à 3G Capital por meio de oferta pública.
Segundo documento, a 3G se comprometer a obter um financiamento para compra da totalidade das ações a fim de refinanciar dívidas existentes da companhia. "A transação deverá ser concluída no quarto trimestre deste ano", diz nota.
"O Burger King é uma das marcas mais conhecidas e respeitadas no mundo e estamos satisfeitos que a 3G Capital tenha reconhecido este valor", disse presidente da companhia e Chief Executive Officer, John W. Chidsey. "Estamos ansiosos para concretizar esta parceria com 3G Capital, de reputação comprovada, que servirá para reforçar ainda mais a marca da companhia em todo o mundo".
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
Este blog se propõe a compartilhar notícias e outros assuntos sobre varejo. This blog proposes to share news and other issues about retail.
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Vendas da nova Globex devem alcançar R$ 20 bi em 2011
A nova Globex,empresa resultante da união entre Casas Bahia, Ponto Frio e Extra Eletro, anunciou hoje seu guidence (projeção) para o próximo ano, quando as vendas brutas devem ultrapassar R$ 20 bilhões.
A companhia também projetou uma margem bruta de 25,5% e margem EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) de 4,5% a 6%.
Já para os investimentos (Capex), a projeção é de R$ 100 milhões a R$ 120 milhões.
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
quinta-feira, 18 de março de 2010
Coca e Nestlé apostam na venda porta a porta
A indústria de alimentação cada vez mais vê a venda porta a porta como canal de venda para aumentar sua penetração entre os consumidores de baixa renda e não perder espaço para concorrentes. A Coca-Cola, por exemplo, passou a atuar com a venda direta por meio de vans que vendem o refrigerante em garrafas de vidro, nos Estados de Pernambuco e Paraíba e no norte da Bahia, o que é feito pela sua engarrafadora na região, a Coca-Cola Guararapes. A meta é ampliar a ação em mais cidades este ano e começar a comercializar o refrigerante Fanta por este canal, por ser a segunda marca de maior penetração na classe C, conforme explicou Catharina Ferreira, gerente de Marketing da Coca-Cola Guararapes.
Segundo ela, o projeto começou a ser testado em alguns bairros da periferia de cidade de Recife (PE), em 2008, e o objetivo é atingir a classe C, com a opção de comercializar Coca apenas em garrafas de vidro por terem um preço competitivo e serem retornáveis, o que fideliza esse consumidor.
A embalagem retornável de 1 litro custa R$ 1,99, mas é possível guardar a garrafa e devolvê-la para adquirir apenas o refrigerante por R$ 1,49 em uma próxima compra. Já uma garrafa PET de 2 litros é vendida em uma faixa de preço que fica entre R$ 3,40 e R$ 3,50 e é descartável. "À medida que a economia do Nordeste e do País se estabiliza, cada vez mais as classes C e D ficam mais fortes. Além disso, as classes A e B não são o foco da embalagem retornável, elas estão mais preocupadas com a conveniência", explica.
A gerente afirma que a idéia foi desenvolvida dentro da própria Guararapes, uma das 17 engarrafadoras da Coca-Cola no Brasil e a única 100% pertencente à companhia, já que foi comprada pela Coca há seis anos atrás. O projeto foi bem-aceito e depois de alguns testes para saber se essa forma de venda seria bem-aceita pelo consumidor, a meta é expandir este ano. Atualmente, a Guararapes afirma já ter alcançado uma penetração de 10% nos lares da classe C das regiões que atua com a embalagem retornável, número que deve crescer para pelo menos 12% este ano.
Novos bairros e cidades são selecionados para implementar a venda direta de acordo com seu perfil de consumo e Catharina acredita que outros estados também devem adotar esse canal de venda. "Várias outras engarrafadoras nos procuraram para informar-se sobre a venda porta a porta, e aqui já está dando certo. Se você não está próximo dessa classe, que é a que mais cresce no País, ela vai experimentar o produto do concorrente", afirma. De acordo com Catharina, em outros países da América do Sul a embalagem retornável possui uma participação maior do que no Brasil: "No Uruguai, por exemplo, quase 40% do mix é de garrafas de vidro, queremos também resgatar esse hábito de consumo", diz.
A marca optou por não trabalhar com revendedoras, mas por terceirizar a mão de obra para atuar nos períodos em que quer operar. A empresa contratada utiliza Kombis adesivadas pela Coca-Cola que usam megafones e tocam gingles da marca, chamando a atenção dos moradores. As vans foram a melhor escolha para transportar as garrafas, que não podem ser carregadas em carrinhos de mão por revendedoras, como fazem a Nestlé e a Yakult, por exemplo. Antes de entrar nos bairros, uma equipe da própria Coca vai ao local e conversa com o pequeno varejo da região, como mercados e bares, explicando que durante determinado período ocorrerá a ação no bairro e orientando os estabelecimentos a trocarem as garrafas para os consumidores posteriormente. "Fazemos isso para não ter conflito com o comércio local; o pequeno varejo também é um dos principais pontos para nós, e, com isso, também já tivemos crescimento significativo da venda da embalagem retornável nesses pontos-de-venda", diz.
No último mês, a Coca-Cola Brasil divulgou resultados e reforçou que este ano investirá mais R$ 2 bilhões no País, valor 14% acima do de 2009. A meta é alcançar, entre 2010 e 2014, um aporte total de R$ 11 bilhões. "Este valor inclui investimentos em marketing e em infraestrutura. Os fundamentos econômicos do País junto com a classe média crescente apresentam uma oportunidade que não pode ser desperdiçada pela sociedade nem pelas empresas brasileiras", afirmou, na época, o presidente da Coca-Cola Brasil, Xiemar Zarazúa. Em 2009, foi registrado um crescimento de 4% no seu volume de vendas frente ao ano passado e um faturamento de R$ 17 bilhões.
Alimentos
No caso da Nestlé, a venda direta começou em 2006 na cidade de São Paulo e a escolha foi atuar com microdistribuidores, que selecionam revendedoras que hoje já são 7 mil e ampliam-se a cada mês. Existem catálogos com kits de produtos da marca, que está aumentando sua atuação no País. No final do ano passado, por exemplo, a subsidiária da multinacional suíça começou a atuar no nordeste com a venda direta, sendo a meta para a região a captação de cerca de 80 distribuidores e 4 mil revendedoras até o final do ano; além disso, há intenção de expandir para o centro-oeste e norte do País. Hoje, a empresa conta com cerca de 200 microdistribuidores no Brasil, tendo começado com apenas oito e 800 revendedoras.
Em 2008, a Nestlé faturou mais de R$ 1 bilhão com a nova área de negócios, que cresceu 15%, e, segundo o diretor de Regionalização da marca, Alexandre Costa, a "a área começa a representar cada vez mais para a companhia". "Houve um processo muito forte de análise antes de entrarmos nesse mercado; estudamos muito e gastamos muito também, e o canal já está com resultados excelentes", completa o executivo.
Fonte: DCI
Segundo ela, o projeto começou a ser testado em alguns bairros da periferia de cidade de Recife (PE), em 2008, e o objetivo é atingir a classe C, com a opção de comercializar Coca apenas em garrafas de vidro por terem um preço competitivo e serem retornáveis, o que fideliza esse consumidor.
A embalagem retornável de 1 litro custa R$ 1,99, mas é possível guardar a garrafa e devolvê-la para adquirir apenas o refrigerante por R$ 1,49 em uma próxima compra. Já uma garrafa PET de 2 litros é vendida em uma faixa de preço que fica entre R$ 3,40 e R$ 3,50 e é descartável. "À medida que a economia do Nordeste e do País se estabiliza, cada vez mais as classes C e D ficam mais fortes. Além disso, as classes A e B não são o foco da embalagem retornável, elas estão mais preocupadas com a conveniência", explica.
A gerente afirma que a idéia foi desenvolvida dentro da própria Guararapes, uma das 17 engarrafadoras da Coca-Cola no Brasil e a única 100% pertencente à companhia, já que foi comprada pela Coca há seis anos atrás. O projeto foi bem-aceito e depois de alguns testes para saber se essa forma de venda seria bem-aceita pelo consumidor, a meta é expandir este ano. Atualmente, a Guararapes afirma já ter alcançado uma penetração de 10% nos lares da classe C das regiões que atua com a embalagem retornável, número que deve crescer para pelo menos 12% este ano.
Novos bairros e cidades são selecionados para implementar a venda direta de acordo com seu perfil de consumo e Catharina acredita que outros estados também devem adotar esse canal de venda. "Várias outras engarrafadoras nos procuraram para informar-se sobre a venda porta a porta, e aqui já está dando certo. Se você não está próximo dessa classe, que é a que mais cresce no País, ela vai experimentar o produto do concorrente", afirma. De acordo com Catharina, em outros países da América do Sul a embalagem retornável possui uma participação maior do que no Brasil: "No Uruguai, por exemplo, quase 40% do mix é de garrafas de vidro, queremos também resgatar esse hábito de consumo", diz.
A marca optou por não trabalhar com revendedoras, mas por terceirizar a mão de obra para atuar nos períodos em que quer operar. A empresa contratada utiliza Kombis adesivadas pela Coca-Cola que usam megafones e tocam gingles da marca, chamando a atenção dos moradores. As vans foram a melhor escolha para transportar as garrafas, que não podem ser carregadas em carrinhos de mão por revendedoras, como fazem a Nestlé e a Yakult, por exemplo. Antes de entrar nos bairros, uma equipe da própria Coca vai ao local e conversa com o pequeno varejo da região, como mercados e bares, explicando que durante determinado período ocorrerá a ação no bairro e orientando os estabelecimentos a trocarem as garrafas para os consumidores posteriormente. "Fazemos isso para não ter conflito com o comércio local; o pequeno varejo também é um dos principais pontos para nós, e, com isso, também já tivemos crescimento significativo da venda da embalagem retornável nesses pontos-de-venda", diz.
No último mês, a Coca-Cola Brasil divulgou resultados e reforçou que este ano investirá mais R$ 2 bilhões no País, valor 14% acima do de 2009. A meta é alcançar, entre 2010 e 2014, um aporte total de R$ 11 bilhões. "Este valor inclui investimentos em marketing e em infraestrutura. Os fundamentos econômicos do País junto com a classe média crescente apresentam uma oportunidade que não pode ser desperdiçada pela sociedade nem pelas empresas brasileiras", afirmou, na época, o presidente da Coca-Cola Brasil, Xiemar Zarazúa. Em 2009, foi registrado um crescimento de 4% no seu volume de vendas frente ao ano passado e um faturamento de R$ 17 bilhões.
Alimentos
No caso da Nestlé, a venda direta começou em 2006 na cidade de São Paulo e a escolha foi atuar com microdistribuidores, que selecionam revendedoras que hoje já são 7 mil e ampliam-se a cada mês. Existem catálogos com kits de produtos da marca, que está aumentando sua atuação no País. No final do ano passado, por exemplo, a subsidiária da multinacional suíça começou a atuar no nordeste com a venda direta, sendo a meta para a região a captação de cerca de 80 distribuidores e 4 mil revendedoras até o final do ano; além disso, há intenção de expandir para o centro-oeste e norte do País. Hoje, a empresa conta com cerca de 200 microdistribuidores no Brasil, tendo começado com apenas oito e 800 revendedoras.
Em 2008, a Nestlé faturou mais de R$ 1 bilhão com a nova área de negócios, que cresceu 15%, e, segundo o diretor de Regionalização da marca, Alexandre Costa, a "a área começa a representar cada vez mais para a companhia". "Houve um processo muito forte de análise antes de entrarmos nesse mercado; estudamos muito e gastamos muito também, e o canal já está com resultados excelentes", completa o executivo.
Fonte: DCI
Varejo online influenciará 53% do consumo em 2014
Um estudo divulgado pela Forrester Research prevê que as vendas online no varejo americano terão um crescimento médio anual de 10% até 2014 e que, então, a internet influenciará 53% das vendas totais do varejo do país. A expectativa do instituto é que neste ano o varejo online tenha uma expansão de 11%, para US$ 172,9 bilhões, e responda por 7% das vendas totais do varejo, excluindo automóveis, viagens e medicamentos. Como as vendas pela internet têm crescido muito acima do varejo total (a NRF espera para este ano uma alta de 2,5%, apenas), o mercado online tem ganho participação de mercado rapidamente. A expectativa da Forrester é que o e-varejo movimente US$ 249 bilhões daqui a cinco anos, enquanto as vendas influenciadas pela internet alcançarão US$ 1,41 trilhão.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Walmart abre lojas Crepúsculo em suas unidades americanas
O Walmart inaugurou nos Estados Unidos store-in-stores com a marca da série pop Crepúsculo (Twilight, em inglês). As “Twilight Saga Shops” estão instaladas em todos os supercenters da empresa no território americano, aproveitando o lançamento do filme “Lua Nova” em DVD, no próximo dia 20. As seções “Twilight” contarão com DVDs, vestuário ligado ao filme, bolsas, joias, bonecas, CDs, livros, bebidas e salgadinhos, todos com a temática dos vampiros. No ano passado, o lançamento do DVD “Crepúsculo” alcançou o maior índice de pré-venda da história do Walmart.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Carrefour abre primeiras lojas de desconto Dia em Paris
O grupo varejista francês Carrefour inaugurou suas primeiras lojas de desconto Dia na cidade de Paris. As lojas, que anteriormente funcionavam sob a bandeira Ed, fazem parte dos planos da varejista de avançar rapidamente com a marca Dia na França. Atualmente, a bandeira conta com 75 pontos de venda no país, mas a ideia é abrir 250 unidades apenas este ano. O movimento será alavancado pela conversão de lojas Ed em Dia, como uma forma de tentar revitalizar sua operação de descontos na França. Quarenta e seis lojas trocaram de bandeira no ano passado, com aumento médio de 30% nas vendas.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
C&C cria diretoria de Marca Própria
De acordo com dados da Nielsen, em 2009 quase metade dos consumidores brasileiros adquiriram pelo menos um produto de marca própria e o faturamento do setor cresceu 7%. Procurando reforçar a participação de itens próprios em seu portfólio, a C&C, maior varejista de materiais de construção do país, criou uma diretoria voltada exclusivamente para este segmento, ainda incipiente no setor de home centers.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Samello expande rede de lojas franqueadas
A fabricante de calçados masculinos Samello espera abrir até o final do ano dez lojas franqueadas, sendo cinco no primeiro semestre. Já estão confirmadas três, em Palmas (TO) - Shopping Capim Dourado; Cuiabá (MT); e São Luis (MA). No ano passado, a empresa ampliou em 60% sua rede franqueada, buscando ganhar espaço no mercado nacional.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Jacques Janine abre SPA urbano em São Paulo
O salão Jacques Janine abriu no Bourbon Shopping, na zona oeste de São Paulo, um SPA urbano. O espaço oferece serviços como diversos tipos de massagens dentro do jardim de inverno (com fisioterapeuta); o Nail Spa, para o cuidado das mãos e dos pés; além dos serviços de cabelo, estética e maquiagem, inclusive para noivas. O Jacques Janine conta hoje com 60 salões em todo o país.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Contém1g abre quiosque premium
A rede de cosméticos contém1g abriu nesta semana um quiosque em um novo posicionamento. O Quiosque Chic é um espaço focado em maquiagem que reúne entretenimento, interação e glamour para estreitar o relacionamento com o público. A ideia é transformar as compras em um momento mágico e surpreendente. O projeto transmite a sensação de estar em uma sala de casa, criando uma experiência diferente no universo da maquiagem.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Inditex amplia vendas em 7% no ano
O grupo espanhol Inditex, controlador da marca Zara de vestuário, disse que suas vendas líquidas cresceram 7% na comparação anual, para 11,08 bilhões de euros, no ano fiscal encerrado em 31 de janeiro. Em moedas locais, o avanço nas vendas foi de 9% em relação a 2008. As vendas internacionais corresponderam a 68% do faturamento da companhia, contra 66% um ano antes. No mercado asiático, o crescimento foi ainda maior, uma vez que a região passou a responder por 12,2% das vendas, contra 10,5% um ano antes. A receita líquida totalizou 1,31 bilhão de euros, 5% mais que em 2008. A empresa fechou o ano com 4.607 pontos de venda em 74 países, tendo ampliado sua rede em 343 unidades em 2009.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
H&M acelera expansão e vai abrir 240 lojas em 2010
A Hennes & Mauritz (H&M), terceira maior rede de vestuário do mundo, está entrando em novos mercados e abrirá mais 240 lojas só este ano, totalizando 2,4 mil até dezembro em 37 países. Mas não será ainda desta vez que sua moda jovem e barata chegará ao Brasil. Embora a rival espanhola Zara já esteja no país, a varejista sueca diz que "o Brasil é um dos muitos mercados interessantes para a H&M, mas no momento não temos planos concretos para abrir lojas lá". A companhia se recusa falar de sua estratégia de expansão alegando "razões competitivas". Mas minimiza a concorrência da Zara e da americana GAP, dizendo que está acostumada a "um monte de competidores em cada mercado", e acha que seu maior desafio é encontrar maneiras de "surpreender os clientes".
Quem vem dando um novo impulso na companhia é Karl-Johan Persson, 34 anos, filho do principal acionista e nomeado no ano passado o novo chefe-executivo, o mais jovem entre as grandes empresas cotadas na Bolsa de Estocolmo. Sua nomeação foi recebida com ceticismo. Certos analistas indagavam se um jovem com fortuna pessoal já de US$ 600 milhões, sem contar os US$ 18 bilhões do pai, aceitaria trabalhar duro 70 horas por semana, pelo menos. Mas ele tenta dar mais flexibilidade à empresa. Fundada em 1947, a H&M demorou 44 anos para ter 250 lojas. Recentemente acelerou sua expansão. Com Karl-Johan, abriu 250 pontos de venda só em 2009, número quase idêntico ao projetado para este ano. Em comparação, a espanhola Zara inaugurou cerca de 400 lojas no ano passado, totalizando 4.430. Como a H&M, cortou custos, aumentou vendas, melhorou a eficiência, avançou na apresentação e desenho e é mais rápida na distribuição.
Atualmente, a expansão da H&M está concentrada na Ásia. Os suecos demoraram um bom tempo de planejamento até se instalarem no Japão, em Hong Kong, em Cingapura, Coreia do Sul e agora na Rússia e no Líbano. Outros investimentos serão feitos na Alemanha, seu maior mercado, com 346 lojas e faturamento de US$ 4,2 bilhões no ano passado, além dos EUA, Grã Bretanha e França. A empresa faturou US$ 13 bilhões e o lucro foi de US$ 2,5 bilhões no ano passado, apesar da queda no consumo. No entanto, a margem bruta está em cerca de 50%, abaixo da média de 60% até recentemente. Karl-Johan Persson tem prometido melhores ofertas aos consumidores, por exemplo reduzindo os preços de certas mercadorias que podem ser compensados com mais vendas nas novas lojas.
Fonte: Valor Econômico
Quem vem dando um novo impulso na companhia é Karl-Johan Persson, 34 anos, filho do principal acionista e nomeado no ano passado o novo chefe-executivo, o mais jovem entre as grandes empresas cotadas na Bolsa de Estocolmo. Sua nomeação foi recebida com ceticismo. Certos analistas indagavam se um jovem com fortuna pessoal já de US$ 600 milhões, sem contar os US$ 18 bilhões do pai, aceitaria trabalhar duro 70 horas por semana, pelo menos. Mas ele tenta dar mais flexibilidade à empresa. Fundada em 1947, a H&M demorou 44 anos para ter 250 lojas. Recentemente acelerou sua expansão. Com Karl-Johan, abriu 250 pontos de venda só em 2009, número quase idêntico ao projetado para este ano. Em comparação, a espanhola Zara inaugurou cerca de 400 lojas no ano passado, totalizando 4.430. Como a H&M, cortou custos, aumentou vendas, melhorou a eficiência, avançou na apresentação e desenho e é mais rápida na distribuição.
Atualmente, a expansão da H&M está concentrada na Ásia. Os suecos demoraram um bom tempo de planejamento até se instalarem no Japão, em Hong Kong, em Cingapura, Coreia do Sul e agora na Rússia e no Líbano. Outros investimentos serão feitos na Alemanha, seu maior mercado, com 346 lojas e faturamento de US$ 4,2 bilhões no ano passado, além dos EUA, Grã Bretanha e França. A empresa faturou US$ 13 bilhões e o lucro foi de US$ 2,5 bilhões no ano passado, apesar da queda no consumo. No entanto, a margem bruta está em cerca de 50%, abaixo da média de 60% até recentemente. Karl-Johan Persson tem prometido melhores ofertas aos consumidores, por exemplo reduzindo os preços de certas mercadorias que podem ser compensados com mais vendas nas novas lojas.
Fonte: Valor Econômico
Yázigi Internexus abre novas unidades
O Yázigi Internexus, primeira franquia de idiomas do país, com 60 anos de mercado, inaugurou mais duas unidades em São Paulo, nos bairros do Paraíso e Vila Nova Cachoeirinha. Juntas, devem atender cerca de 600 novos alunos. O Yázigi tem hoje 52 escolas na capital paulista e a meta de totalizar 70 unidades nos próximos três anos. Para isso, a rede aposta no aumento da demanda por cursos de idiomas, com a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Com um faturamento anual de R$ 270 milhões, o Yázigi é hoje a quinta maior rede de idiomas do mercado nacional. Para ganhar posições, prepara uma expansão estruturada, especialmente no Estado de São Paulo, onde atende 85 mil alunos por ano.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Casa do Pão de Queijo inaugura espaço exclusivo no Shopping Iguatemi
A Casa do Pão de Queijo inaugurou no Shopping Iguatemi, em São Paulo, um novo espaço que agrega exclusividade, conforto e sofisticação. Localizado em um corredor nobre do shopping, o quiosque é a aposta da empresa para ampliar em 30% a sua receita no Iguatemi, onde mantinha uma loja na praça de alimentação desde os anos 90. O espaço conta com assinatura do arquiteto Arthur Casas, que, para criar um clima aconchegante e sofisticado, integrou materiais nobres a madeiras recicladas. O arquiteto também assina os bancos e cadeiras do quiosque, que acomodam confortavelmente até 16 pessoas.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Espetíssimo prepara expansão na Grande São Paulo
A rede Espetíssimo, hoje com sete unidades próprias, sendo seis em São Paulo (Cidade Dutra, Itaim Paulista, Jaçanã, Mooca, Tremembé e Vila São José) e uma em Jundiaí (SP), pretende abrir suas próximas unidades, em regime de franquia, na capital e região metropolitana de São Paulo. A empresa aposta no formato de quiosques, que permite instalação em pouco espaço em supermercados, shoppings e outros locais com grande circulação de pessoas. São oferecidos dois modelos, de 6 metros quadrados (produção de até 500 espetos por dia) e 9 metros quadrados (1.000 espetos por dia).
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
L’Occitane quer avançar no Brasil
A L'Occitane está com muitos planos para o Brasil neste ano. A empresa, que desde o meio do ano passado atua no país como filial da matriz francesa, vai investir R$ 10 milhões na expansão da rede, em abertura de lojas, em marketing e treinamento. Estão previstas ao menos 15 novas lojas neste ano, entre unidades próprias e franquias. O objetivo é estar em 2010 nas principais cidades do país. O mercado brasileiro ocupa o quinto lugar entre os países mais importantes para a empresa e a loja do Shopping Iguatemi fica entre as dez que mais vendem no mundo. No final de abril, a empresa irá inaugurar nova loja no shopping Cidade Jardim (SP), com conceito diferente das demais, com iluminação natural, toldos e três entradas, como se fosse uma loja de rua.
Fonte: Folha de S.Paulo
Fonte: Folha de S.Paulo
ALPS inaugura mais cinco unidades no país
A ALPS, rede de ensino de idiomas pertencente ao Grupo Multi, vem ampliando sua atuação em todo o país. Nos últimos meses, foram abertas três unidades na cidade de São Paulo, uma em Taubaté (SP) e outra em Guaramirim (SC). Em 2009, a rede abriu 14 franquias e para 2010 a expectativa é avançar muito mais rapidamente, com a inauguração de 90 unidades. Atualmente, a ALPS conta com mais de 130 escolas e oferece cursos em sete idiomas: Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Alemão, Japonês e Chinês.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Investidor de varejo europeu tem demanda inédita por Brasil
JPMorgan Asset Management lançou fundo destinado exclusivamente ao Brasil no Reino Unido
O Brasil sempre foi visto como um dos destinos favoritos para as férias dos europeus. Mas, enquanto buscavam relaxar com o sol e a praia do outro lado do oceano, eles fugiam dos riscos de um mercado financeiro emergente e preferiam a tranquilidade de rendimentos mais estáveis. A nova ordem econômica mundial está mudando esse cenário e, pela primeira vez, os investidores pessoa física da Europa mostram forte demanda por ativos brasileiros.
Como resultado, as instituições financeiras aumentam a aposta no País e criam novos negócios para atender esse público. Diante de taxas de juros extremamente baixas e recuperação frágil no exterior, os estrangeiros se encorajam para ir atrás da palavra mágica que o Brasil pode oferecer: retorno.
O JPMorgan Asset Management acaba de lançar um fundo destinado exclusivamente ao Brasil no Reino Unido. A Somerset Capital Management também criou recentemente uma carteira global voltada para emergentes, na qual o Brasil tem participação de 12,5%. Os gestores dos fundos dizem que os lançamentos são simplesmente uma reação à procura por papéis brasileiros.
O interesse do investidor institucional europeu pelo Brasil já vem crescendo há alguns meses, o que não deixa de ser um passo significativo para um mercado voltado prioritariamente para a Ásia e o leste europeu. Tanto que, para aproveitar esse cenário, um grupo de executivos financeiros criou a consultoria de fundos Brazil Funding.
Mas a grande novidade é que agora as pessoas físicas também decidiram encarar os riscos. "A principal mudança é o investidor de varejo olhando para fora, a atitude mudou, existe muita demanda", afirmou Edward Lam, sócio da Somerset Capital Management.
"Há forte procura dos investidores pessoa física na Europa por ações brasileiras", disse Claire Simmonds, administradora de recursos para emergentes do JPMorgan. "Eles acreditam que os países desenvolvidos terão uma ressaca fiscal e se sentem mais confortáveis para aumentar a exposição nos emergentes."
A estabilidade econômica dos últimos anos, o potencial de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a capacidade do consumo doméstico, o baixo endividamento privado e a resposta rápida após a crise são os fatores macroeconômicos que atraem os estrangeiros.
Do ponto de vista microeconômico, é sempre citada a criação do Novo Mercado, que melhorou as regras de governança corporativa das empresas, dando mais segurança para investidores conservadores. "O Novo Mercado mudou as regras do jogo para os minoritários", disse Sebastian Luparia, gestor do JP Morgan para a América Latina. "Fez toda a diferença para nós", concorda Lam, da Somerset.
O JP Morgan pretende levantar cerca de R$ 150 milhões com a carteira brasileira - um investment trust. O curioso é que os recursos serão administrados principalmente de Buenos Aires, onde Luparia passa a maior parte do tempo, pois o banco fechou sua administração de recursos no Brasil anos atrás.
O gestor, que acompanha o mercado nacional há muitos anos, diz que vê potencial em companhias pequenas e médias no País. A estratégia é buscar empresas que se beneficiarão do crescimento dos investimentos público e privado nos próximos anos, estimulados pela Copa do Mundo e Jogos Olímpicos.
No caso da Somerset, o foco é o pagamento de dividendos, com objetivo conservador e de longo prazo. A preferência recai sobre setores de serviços públicos, que pagam proventos mais estáveis. Vale e Petrobras ficam de fora da carteira, pois o gestor Edward Lam considera que a distribuição de lucros das blue chips é imprevisível. "Na Europa, as empresas mal estão pagando dividendos e no Brasil a obrigação de distribuir 25% do lucro é mais um atrativo."
Riscos
Como o Brasil traz oportunidades, carrega junto riscos, como alertam especialistas. O estrategista de emergentes do ING, Charles Robertson, diz que compartilha da visão otimista sobre o País, em razão do baixo endividamento das famílias, da redução dos juros nos últimos anos e das condições do balanço de pagamentos. No entanto, questiona se os mercados não estão ignorando sinais de alerta no Brasil, enquanto vivem o atual namoro com os emergentes.
Ele ilustra as preocupações com anedotas sobre o custo de vida em São Paulo: hotel com diária de US$ 900,00 e pizza para uma família de quatro pessoas com sobremesa por US$ 180,00. Segundo Robertson, hoje está mais caro contratar um analista na cidade do que em Manhattan.
"Isso me lembra Moscou em 2007-2008, quando eu acidentalmente comprei um peixe por US$ 200,00", diz. "Mostra que os solavancos pelo caminho são inevitáveis e que a exuberância precisará de alguma correção entre 12 e 18 meses."
No exterior, o controle da inflação e dos gastos públicos é sempre apontado como necessidade para a manutenção da estabilidade econômica. Lam, da Somerset, lembra da imposição de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para os estrangeiros, algo mal recebido entre os investidores.
Para Wilber Colmerauer, sócio da consultoria Brazil Funding, o principal risco em meio às oportunidades atuais é a falta de infraestrutura. "Não se pode cair na conversa de que os emergentes são totalmente imunes", disse. "O Brasil não pode viver como na Ilha da Fantasia e correr o risco de ficar para trás se a economia continuar apenas nas commodities."
Fonte: Estadão
O Brasil sempre foi visto como um dos destinos favoritos para as férias dos europeus. Mas, enquanto buscavam relaxar com o sol e a praia do outro lado do oceano, eles fugiam dos riscos de um mercado financeiro emergente e preferiam a tranquilidade de rendimentos mais estáveis. A nova ordem econômica mundial está mudando esse cenário e, pela primeira vez, os investidores pessoa física da Europa mostram forte demanda por ativos brasileiros.
Como resultado, as instituições financeiras aumentam a aposta no País e criam novos negócios para atender esse público. Diante de taxas de juros extremamente baixas e recuperação frágil no exterior, os estrangeiros se encorajam para ir atrás da palavra mágica que o Brasil pode oferecer: retorno.
O JPMorgan Asset Management acaba de lançar um fundo destinado exclusivamente ao Brasil no Reino Unido. A Somerset Capital Management também criou recentemente uma carteira global voltada para emergentes, na qual o Brasil tem participação de 12,5%. Os gestores dos fundos dizem que os lançamentos são simplesmente uma reação à procura por papéis brasileiros.
O interesse do investidor institucional europeu pelo Brasil já vem crescendo há alguns meses, o que não deixa de ser um passo significativo para um mercado voltado prioritariamente para a Ásia e o leste europeu. Tanto que, para aproveitar esse cenário, um grupo de executivos financeiros criou a consultoria de fundos Brazil Funding.
Mas a grande novidade é que agora as pessoas físicas também decidiram encarar os riscos. "A principal mudança é o investidor de varejo olhando para fora, a atitude mudou, existe muita demanda", afirmou Edward Lam, sócio da Somerset Capital Management.
"Há forte procura dos investidores pessoa física na Europa por ações brasileiras", disse Claire Simmonds, administradora de recursos para emergentes do JPMorgan. "Eles acreditam que os países desenvolvidos terão uma ressaca fiscal e se sentem mais confortáveis para aumentar a exposição nos emergentes."
A estabilidade econômica dos últimos anos, o potencial de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a capacidade do consumo doméstico, o baixo endividamento privado e a resposta rápida após a crise são os fatores macroeconômicos que atraem os estrangeiros.
Do ponto de vista microeconômico, é sempre citada a criação do Novo Mercado, que melhorou as regras de governança corporativa das empresas, dando mais segurança para investidores conservadores. "O Novo Mercado mudou as regras do jogo para os minoritários", disse Sebastian Luparia, gestor do JP Morgan para a América Latina. "Fez toda a diferença para nós", concorda Lam, da Somerset.
O JP Morgan pretende levantar cerca de R$ 150 milhões com a carteira brasileira - um investment trust. O curioso é que os recursos serão administrados principalmente de Buenos Aires, onde Luparia passa a maior parte do tempo, pois o banco fechou sua administração de recursos no Brasil anos atrás.
O gestor, que acompanha o mercado nacional há muitos anos, diz que vê potencial em companhias pequenas e médias no País. A estratégia é buscar empresas que se beneficiarão do crescimento dos investimentos público e privado nos próximos anos, estimulados pela Copa do Mundo e Jogos Olímpicos.
No caso da Somerset, o foco é o pagamento de dividendos, com objetivo conservador e de longo prazo. A preferência recai sobre setores de serviços públicos, que pagam proventos mais estáveis. Vale e Petrobras ficam de fora da carteira, pois o gestor Edward Lam considera que a distribuição de lucros das blue chips é imprevisível. "Na Europa, as empresas mal estão pagando dividendos e no Brasil a obrigação de distribuir 25% do lucro é mais um atrativo."
Riscos
Como o Brasil traz oportunidades, carrega junto riscos, como alertam especialistas. O estrategista de emergentes do ING, Charles Robertson, diz que compartilha da visão otimista sobre o País, em razão do baixo endividamento das famílias, da redução dos juros nos últimos anos e das condições do balanço de pagamentos. No entanto, questiona se os mercados não estão ignorando sinais de alerta no Brasil, enquanto vivem o atual namoro com os emergentes.
Ele ilustra as preocupações com anedotas sobre o custo de vida em São Paulo: hotel com diária de US$ 900,00 e pizza para uma família de quatro pessoas com sobremesa por US$ 180,00. Segundo Robertson, hoje está mais caro contratar um analista na cidade do que em Manhattan.
"Isso me lembra Moscou em 2007-2008, quando eu acidentalmente comprei um peixe por US$ 200,00", diz. "Mostra que os solavancos pelo caminho são inevitáveis e que a exuberância precisará de alguma correção entre 12 e 18 meses."
No exterior, o controle da inflação e dos gastos públicos é sempre apontado como necessidade para a manutenção da estabilidade econômica. Lam, da Somerset, lembra da imposição de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para os estrangeiros, algo mal recebido entre os investidores.
Para Wilber Colmerauer, sócio da consultoria Brazil Funding, o principal risco em meio às oportunidades atuais é a falta de infraestrutura. "Não se pode cair na conversa de que os emergentes são totalmente imunes", disse. "O Brasil não pode viver como na Ilha da Fantasia e correr o risco de ficar para trás se a economia continuar apenas nas commodities."
Fonte: Estadão
Kroger recalls 2 spice blends
The Kroger Co. has recalled Kroger California Seasoning Blend Garlic Powder and Kroger Special Seasoning Blend Lemon Pepper sold in its retail stores across 31 states - including those in Greater Cincinnati and Northern Kentucky.
Kroger said the spice blends include black pepper supplied by Mincing Overseas Spice Co. Mincing Overseas has alerted Kroger that the pepper may be contaminated with Salmonella.
No illnesses have been reported in connection with the Kroger products.
Salmonella is an organism that can cause serious and sometimes fatal infections, particularly in young children, the elderly, and persons with weakened immune systems. Healthy persons infected with Salmonella often experience fever, diarrhea, nausea, vomiting and/or abdominal pain.
The grocer is recalling the following items:
* Kroger California Seasoning Blend Garlic Powder sold in 2.5-ounce jars with code dates of DEC0312PS2 and DEC0412PS2 under the following UPC code: 1111066599.
* Kroger California Seasoning Blend Garlic Powder sold in 2.5-ounce jars with code dates of Sell By: Dec 03 11PS2 and Sell by: Dec 04 11PS2 under the following UPC code: 1111066599
Customers who have purchased the spice blends should not consume them and should return them to a store for a full refund or replacement.
If you have questions about this recall, call Kroger toll-free at 800-632-6900 or visit www.kroger.com/recalls.
Fonte: Northeast Suburban Life
Kroger said the spice blends include black pepper supplied by Mincing Overseas Spice Co. Mincing Overseas has alerted Kroger that the pepper may be contaminated with Salmonella.
No illnesses have been reported in connection with the Kroger products.
Salmonella is an organism that can cause serious and sometimes fatal infections, particularly in young children, the elderly, and persons with weakened immune systems. Healthy persons infected with Salmonella often experience fever, diarrhea, nausea, vomiting and/or abdominal pain.
The grocer is recalling the following items:
* Kroger California Seasoning Blend Garlic Powder sold in 2.5-ounce jars with code dates of DEC0312PS2 and DEC0412PS2 under the following UPC code: 1111066599.
* Kroger California Seasoning Blend Garlic Powder sold in 2.5-ounce jars with code dates of Sell By: Dec 03 11PS2 and Sell by: Dec 04 11PS2 under the following UPC code: 1111066599
Customers who have purchased the spice blends should not consume them and should return them to a store for a full refund or replacement.
If you have questions about this recall, call Kroger toll-free at 800-632-6900 or visit www.kroger.com/recalls.
Fonte: Northeast Suburban Life
Wal-Mart Announcement Tells Blacks To Leave
Company Tries To Find Out Who Used Microphone.
Wal-Mart Stores Inc. officials are reviewing security tapes to try to determine who used a southern New Jersey store's public-address system to tell "all black people" to leave.
Shortly before 7 p.m. Sunday at the Washington Township store, a male voice calmly announced: "Attention Wal-Mart customers: All black people leave the store now."
Witnesses said customers and store employees looked stunned. Management later apologized.
Company spokeswoman Ashley Hardie said the incident was unacceptable. The retailer is looking to prevent it from happening in the future.
Washington Township police and the Gloucester County Prosecutor's Office also are investigating.
Fonte: Courier-Post, http://www.courierpostonline.com/
Wal-Mart Stores Inc. officials are reviewing security tapes to try to determine who used a southern New Jersey store's public-address system to tell "all black people" to leave.
Shortly before 7 p.m. Sunday at the Washington Township store, a male voice calmly announced: "Attention Wal-Mart customers: All black people leave the store now."
Witnesses said customers and store employees looked stunned. Management later apologized.
Company spokeswoman Ashley Hardie said the incident was unacceptable. The retailer is looking to prevent it from happening in the future.
Washington Township police and the Gloucester County Prosecutor's Office also are investigating.
Fonte: Courier-Post, http://www.courierpostonline.com/
Will Blockbuster file for bankruptcy?
Blockbuster shares tumble after bankruptcy warning
Shares of Blockbuster Inc. sank more than 30 percent Wednesday after the video rental chain warned that it may have to file for Chapter 11 bankruptcy protection.
Competition from DVD-by-mail company Netflix Inc. and DVD vending machines operated by Coinstar Inc. have eroded the Dallas company's revenue even as it staggers under a heavy debt load.
Blockbuster Inc. said in a regulatory filing late Tuesday that it was suffering "significant liquidity constraints," and could have to file for bankruptcy protection if it was unable to convince creditors to restructure a big chunk of its debt or its business continued to deteriorate.
The company has had to close about 1,300 stores and wants to shut down hundreds more.
"The increasingly competitive industry conditions under which we operate has negatively impacted our results of operations and cash flows and may continue to in the future. These factors raise substantial doubt about our ability to continue as a going concern," Blockbuster said in a regulatory filing late Tuesday.
Blockbuster is pursuing several measures to help shore up cash. It wants to sell some of its international business and it is pursuing a debt-for-equity swap to help alleviate its debt burden. It wants to swap all or part of its senior subordinated notes for common stock.
It said it owed $975 million under senior secured notes and senior subordinated notes as of Jan. 3.
Even if the swap goes through, it could significantly dilute current shareholders.
Meanwhile, the company predicts further declines in its sales. The chain said it expects a key sales measure to drop in the mid-single digits to high single digits in 2010 — and a "further deterioration" could leave it unable to service its debt, leading to default.
The Dallas company's key sales measure sank 16 percent in the fourth quarter — a dismal holiday season performance despite higher advertising.
Shares fell 13 cents, or 31.5 percent, to 27 cents in midday trading Wednesday. Earlier shares traded at an all-time low of 25 cents. They have traded as high as $1.56 in the past 12 months.
Fonte: WOODTV
Shares of Blockbuster Inc. sank more than 30 percent Wednesday after the video rental chain warned that it may have to file for Chapter 11 bankruptcy protection.
Competition from DVD-by-mail company Netflix Inc. and DVD vending machines operated by Coinstar Inc. have eroded the Dallas company's revenue even as it staggers under a heavy debt load.
Blockbuster Inc. said in a regulatory filing late Tuesday that it was suffering "significant liquidity constraints," and could have to file for bankruptcy protection if it was unable to convince creditors to restructure a big chunk of its debt or its business continued to deteriorate.
The company has had to close about 1,300 stores and wants to shut down hundreds more.
"The increasingly competitive industry conditions under which we operate has negatively impacted our results of operations and cash flows and may continue to in the future. These factors raise substantial doubt about our ability to continue as a going concern," Blockbuster said in a regulatory filing late Tuesday.
Blockbuster is pursuing several measures to help shore up cash. It wants to sell some of its international business and it is pursuing a debt-for-equity swap to help alleviate its debt burden. It wants to swap all or part of its senior subordinated notes for common stock.
It said it owed $975 million under senior secured notes and senior subordinated notes as of Jan. 3.
Even if the swap goes through, it could significantly dilute current shareholders.
Meanwhile, the company predicts further declines in its sales. The chain said it expects a key sales measure to drop in the mid-single digits to high single digits in 2010 — and a "further deterioration" could leave it unable to service its debt, leading to default.
The Dallas company's key sales measure sank 16 percent in the fourth quarter — a dismal holiday season performance despite higher advertising.
Shares fell 13 cents, or 31.5 percent, to 27 cents in midday trading Wednesday. Earlier shares traded at an all-time low of 25 cents. They have traded as high as $1.56 in the past 12 months.
Fonte: WOODTV
Staples bids to buy out Corporate Express Australia
U.S. office products retailer Staples Inc (SPLS.O) has offered to buy out minority shareholders of Corporate Express Australia (CXP.AX) for A$390 million, in a deal long-awaited since Staples took over the group's Dutch parent.
Staples is offering A$5.60 a share, a 22 percent premium to Corporate Express Australia's last trade, for the 41.4 percent of the group it does not already own. Its board has unanimously recommended the offer.
Shareholders will also receive the A$0.125 dividend that Corporate Express Australia announced this month.
Subject to tax office approval, Corporate Express Australia is also proposing paying a special dividend of up to A$0.78 a share. However, if the special dividend goes ahead, it will be subtracted from the price that Staples pays, the company said.
Staples, the world's largest office products company, is being advised by Barclays Capital. Corporate Express Australia is being advised by KPMG Corporate Finance.
Fonte: Reuters (Reporting by Sonali Paul; editing by Balazs Koranyi)
Staples is offering A$5.60 a share, a 22 percent premium to Corporate Express Australia's last trade, for the 41.4 percent of the group it does not already own. Its board has unanimously recommended the offer.
Shareholders will also receive the A$0.125 dividend that Corporate Express Australia announced this month.
Subject to tax office approval, Corporate Express Australia is also proposing paying a special dividend of up to A$0.78 a share. However, if the special dividend goes ahead, it will be subtracted from the price that Staples pays, the company said.
Staples, the world's largest office products company, is being advised by Barclays Capital. Corporate Express Australia is being advised by KPMG Corporate Finance.
Fonte: Reuters (Reporting by Sonali Paul; editing by Balazs Koranyi)
GetGo outlet receives LEED certification
A GetGo convenience store and gas station in Pine has earned a Leadership in Energy and Environmental Design silver certification.
The store that opened in February 2009 on Towne Center Drive is the first LEED-certified convenience store for O'Hara-based Giant Eagle Inc., which operates the GetGo locations.
It's also the first of its kind in Western Pennsylvania, the company said Tuesday, and one of the first nationwide. Giant Eagle has three LEED-certified supermarkets, including the Market District store in Shadyside.
Fonte: Pittsburgh Tribune
The store that opened in February 2009 on Towne Center Drive is the first LEED-certified convenience store for O'Hara-based Giant Eagle Inc., which operates the GetGo locations.
It's also the first of its kind in Western Pennsylvania, the company said Tuesday, and one of the first nationwide. Giant Eagle has three LEED-certified supermarkets, including the Market District store in Shadyside.
Fonte: Pittsburgh Tribune
Nazi-linked Picasso for sale
Christie's has put a record price tag on an important Picasso painting from his celebrated 'Blue Period'.
Portrait Of Angel Fernandez De Soto (The Absinthe Drinker), dated 1903, is expected to fetch 30-40 million pounds ($50-83 million), the highest pre-sale estimate for any work of art ever offered at auction in Europe.
The June 23 auction follows a February sale at rival Sotheby's where a Giacometti sculpture went under the hammer for $US104.3 million, just beating the previous record for another Picasso that sold for $US104.2 million in New York in 2004.
Wednesday's announcement of the June sale underlines growing confidence in the art market after a sharp contraction during the global financial crisis.
The Picasso - featuring a seated man with a glass of absinthe and a pipe, the smoke curling upwards - is being offered by composer Andrew Lloyd Webber.
The proceeds from the auction will go to Webber's foundation which promotes arts and culture in Britain.
The same work was originally offered for auction at Christie's in November 2006, but it was withdrawn at the 11th hour after an individual challenged its true ownership and said it was effectively stolen from his family by the Nazis.
"This challenge has since been resolved by agreement and the claimants have withdrawn all claims to the painting, leaving the foundation free to sell the work," Christie's said in a statement.
Jussi Pylkkanen, president of Christie's Europe, Russia and the Middle East, says the painting could end up in a major museum or private collection and anticipates that interest from collectors will be "huge".
"This is one of the most important works of art to be offered at auction in decades," he said.
Christie's says it is "the very embodiment of Blue Period aesthetic, rendered in bold, loose, swirling brush strokes that recall El Greco and trumpet Picasso's virtuosity."
The Andrew Lloyd Webber Foundation acquired the painting at auction in New York in 1995 for $US29.2 million.
Fonte: Reuters
Portrait Of Angel Fernandez De Soto (The Absinthe Drinker), dated 1903, is expected to fetch 30-40 million pounds ($50-83 million), the highest pre-sale estimate for any work of art ever offered at auction in Europe.
The June 23 auction follows a February sale at rival Sotheby's where a Giacometti sculpture went under the hammer for $US104.3 million, just beating the previous record for another Picasso that sold for $US104.2 million in New York in 2004.
Wednesday's announcement of the June sale underlines growing confidence in the art market after a sharp contraction during the global financial crisis.
The Picasso - featuring a seated man with a glass of absinthe and a pipe, the smoke curling upwards - is being offered by composer Andrew Lloyd Webber.
The proceeds from the auction will go to Webber's foundation which promotes arts and culture in Britain.
The same work was originally offered for auction at Christie's in November 2006, but it was withdrawn at the 11th hour after an individual challenged its true ownership and said it was effectively stolen from his family by the Nazis.
"This challenge has since been resolved by agreement and the claimants have withdrawn all claims to the painting, leaving the foundation free to sell the work," Christie's said in a statement.
Jussi Pylkkanen, president of Christie's Europe, Russia and the Middle East, says the painting could end up in a major museum or private collection and anticipates that interest from collectors will be "huge".
"This is one of the most important works of art to be offered at auction in decades," he said.
Christie's says it is "the very embodiment of Blue Period aesthetic, rendered in bold, loose, swirling brush strokes that recall El Greco and trumpet Picasso's virtuosity."
The Andrew Lloyd Webber Foundation acquired the painting at auction in New York in 1995 for $US29.2 million.
Fonte: Reuters
Terminais da Redecard aceitarão bandeira Visa a partir de julho
"Já foram realizados testes de laboratório e a certificação do processo de captura e de liquidação financeira está em fase avançada", diz o comunicado divulgado ao mercado.
A Redecard anunciou hoje que está em processo de preparação para o licenciamento e captura dos cartões da bandeira Visa em sua rede credenciada a partir do próximo dia 1º de julho.
Segundo a empresa, os trâmites do processo de licenciamento abrangem demonstrações financeiras e de solidez, informações sobre o processo de riscos e prevenção à fraude, infraestrutura, entre outros tópicos.
Paralelemante, a Redecard está preparando os seus sistemas para capturar a nova bandeira. "Já foram realizados testes de laboratório e a certificação do processo de captura e de liquidação financeira está em fase avançada. Do ponto de vista de hardware e software, a empresa acredita estar praticamente pronta para implementar a infraestrutura de comunicação com a Visa", diz o comunicado divulgado ao mercado.
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
A Redecard anunciou hoje que está em processo de preparação para o licenciamento e captura dos cartões da bandeira Visa em sua rede credenciada a partir do próximo dia 1º de julho.
Segundo a empresa, os trâmites do processo de licenciamento abrangem demonstrações financeiras e de solidez, informações sobre o processo de riscos e prevenção à fraude, infraestrutura, entre outros tópicos.
Paralelemante, a Redecard está preparando os seus sistemas para capturar a nova bandeira. "Já foram realizados testes de laboratório e a certificação do processo de captura e de liquidação financeira está em fase avançada. Do ponto de vista de hardware e software, a empresa acredita estar praticamente pronta para implementar a infraestrutura de comunicação com a Visa", diz o comunicado divulgado ao mercado.
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
Aliansce contrata BTG como formador de mercado
O formador de mercado iniciará as suas atividades a partir de amanhã.
A Aliansce Shopping Centers Agra contratou o BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários para exercer a função de formador de mercado de suas ações ordinárias ON no âmbito da Bolsa de Valores de São Paulo pelo período de 12 meses, "prorrogável automaticamente por períodos iguais caso não haja manifestação contrária de qualquer das partes, com o objetivo de fomentar a liquidez das referidas ações", diz comunicado.
A Companhia informa ainda que 71.500.000 ações ordinárias se encontram em circulação no mercado e que não celebrou qualquer contrato regulando o exercício do direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários de sua emissão com o formador de mercado. O formador de mercado iniciará as suas atividades a partir de amanhã.
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
A Aliansce Shopping Centers Agra contratou o BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários para exercer a função de formador de mercado de suas ações ordinárias ON no âmbito da Bolsa de Valores de São Paulo pelo período de 12 meses, "prorrogável automaticamente por períodos iguais caso não haja manifestação contrária de qualquer das partes, com o objetivo de fomentar a liquidez das referidas ações", diz comunicado.
A Companhia informa ainda que 71.500.000 ações ordinárias se encontram em circulação no mercado e que não celebrou qualquer contrato regulando o exercício do direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários de sua emissão com o formador de mercado. O formador de mercado iniciará as suas atividades a partir de amanhã.
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
Vendas pela internet crescem 30% em 2009
De acordo com o professor do Centro de Excelência em Varejo da FGV-EAESP, Maurício Morgado, essa alta já ocorre em percentuais parecidos há cinco anos.
As vendas pela internet no Brasil em 2009 totalizaram R$ 10,6 bilhões. Este resultado representa uma alta de 30% em relação ao ano anterior, segundo pesquisa da e-bit, consultoria de comércio eletrônico, divulgada hoje.
De acordo com o professor do Centro de Excelência em Varejo da FGV-EAESP, Maurício Morgado, essa alta já ocorre em percentuais parecidos há cinco anos.
“A comodidade de poder comprar o que precisa sem sair de casa, o aumento do acesso à internet dos brasileiros e o aumento de renda são os principais motivos que garantem o sucesso do e-commerce”.
Morgado ressalta ainda que a internet é uma excelente ferramenta de marketing para o varejo, tanto que empresas que não utilizavam as vendas eletrônicas, como o Carrefour, passaram a oferecer esse serviço.
“A internet veio para substituir a loja. Entretanto, antes de efetuar uma compra, o consumidor deve se certificar da idoneidade da empresa fabricante do produto e do site que faz a comercialização. É preciso também conhecer as políticas de privacidade e de segurança das transações e os prazos de devolução”.
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
As vendas pela internet no Brasil em 2009 totalizaram R$ 10,6 bilhões. Este resultado representa uma alta de 30% em relação ao ano anterior, segundo pesquisa da e-bit, consultoria de comércio eletrônico, divulgada hoje.
De acordo com o professor do Centro de Excelência em Varejo da FGV-EAESP, Maurício Morgado, essa alta já ocorre em percentuais parecidos há cinco anos.
“A comodidade de poder comprar o que precisa sem sair de casa, o aumento do acesso à internet dos brasileiros e o aumento de renda são os principais motivos que garantem o sucesso do e-commerce”.
Morgado ressalta ainda que a internet é uma excelente ferramenta de marketing para o varejo, tanto que empresas que não utilizavam as vendas eletrônicas, como o Carrefour, passaram a oferecer esse serviço.
“A internet veio para substituir a loja. Entretanto, antes de efetuar uma compra, o consumidor deve se certificar da idoneidade da empresa fabricante do produto e do site que faz a comercialização. É preciso também conhecer as políticas de privacidade e de segurança das transações e os prazos de devolução”.
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
Fique atento: Lojas Americanas pagam dividendos e juros sobre capital próprio em 12 de abril
O total líquido (descontado IR), entre dividendos e juros sobre capital próprio, é de R$ 36.106.534,56.
A Lojas Americanas (LAME4) pagará no dia 12 de abril, R$ 22.931.534,56 em dividendos e R$ 13.175.000,00, já líquidos do Imposto de Renda Retido na Fonte (alíquota de 15%), de juros sobre capital próprio.
De acordo com comunicado enviado ao mercado, o total representa R$ 0,031589 por ação em dividendos e R$ 0,018149 por papel (líquidos) de juros sobre capital próprio, ambos referentes ao resultado apurado em 2009.
Terão direito aos dividendos acionistas detentores de ações ordinárias e preferenciais inscritos até o final do dia 19 de março, sendo que após essa data os papéis serão negociados ex-dividendos.
Fonte: PD - http://www.ultimoinstante.com.br/
A Lojas Americanas (LAME4) pagará no dia 12 de abril, R$ 22.931.534,56 em dividendos e R$ 13.175.000,00, já líquidos do Imposto de Renda Retido na Fonte (alíquota de 15%), de juros sobre capital próprio.
De acordo com comunicado enviado ao mercado, o total representa R$ 0,031589 por ação em dividendos e R$ 0,018149 por papel (líquidos) de juros sobre capital próprio, ambos referentes ao resultado apurado em 2009.
Terão direito aos dividendos acionistas detentores de ações ordinárias e preferenciais inscritos até o final do dia 19 de março, sendo que após essa data os papéis serão negociados ex-dividendos.
Fonte: PD - http://www.ultimoinstante.com.br/
Supermercados preveem crescimento de 8,8% nas vendas de Páscoa
O preço pago pelos supermercados pelo bacalhau subiu 11,8%, enquanto o preço praticado pelos supermercadistas aumentou 3,5%.
Divulgada todo ano pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), a Pesquisa de Páscoa da Abras mostra que o setor supermercadista brasileiro projeta um crescimento de 8,8% nas vendas de produtos ligados à Páscoa. O período é a segunda melhor data para o setor.
De acordo com a Pesquisa, 51% dos supermercadistas acreditam que as vendas de Páscoa em 2010 se situarão em um patamar superior ao de 2009. Para 37%, as vendas ficarão no mesmo patamar e apenas 12% acreditam em queda nas vendas, sempre na comparação ao ano anterior.
"Estamos otimistas. A Páscoa de 2010 tem tudo para ser ainda mais farta do que foi a de 2009. Destaque para os peixes, cujas encomendas dos supermercadistas junto aos fornecedores cresceram acima de 10%. Mesmo com uma elevação nos preços pagos aos fornecedores de 8,1%, o setor optou por absorver esse aumento, já que os preços praticados ao consumidor subiram menos: 6,6%", avalia o presidente da Abras, Sussumu Honda.
Todos os produtos pesquisados tiveram aumento de encomenda junto aos fornecedores: peixes em geral (10,7%), ovos de Páscoa (8,2%), bombons e chocolates (6,4%), bacalhau (5,8%), azeites (5,3%), vinhos importados (4,9%), vinhos nacionais (4%) e colomba pascal (2,7%).
Em relação a preços, a Pesquisa da Abras aponta que houve um aumento, em média, de 5,2% nos preços dos produtos de Páscoa, em relação ao ano passado. Já o aumento nos preços pagos pelos supermercadistas junto aos fornecedores foi de 6,8% - ambos os percentuais abaixo daqueles verificados no ano passado, que foram, respectivamente, de 6,8% e 10,6%.
O preço pago pelos supermercados pelo bacalhau subiu 11,8%, enquanto o preço praticado pelos supermercadistas aumentou 3,5%. Em vinho importado, o preço pago subiu 6,5% e o preço praticado, 9%. Em azeites, os percentuais ficaram em 1,7% (preço pago) e 5,9% (preço praticado); vinhos nacionais, em 7,2% (preço pago) e 5,3% (preço praticado); peixes em geral, em 8,1% (preço pago) e 6,6% (preço praticado); ovos de Páscoa, em 5,1% (preço pago) e 4,6% (preço praticado); colomba pascal, em 6,8% (preço pago) e 2,8% (preço praticado); e bombons e chocolates, em 9,7% (preços pagos) e 5,1% (preços praticados).
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
Divulgada todo ano pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), a Pesquisa de Páscoa da Abras mostra que o setor supermercadista brasileiro projeta um crescimento de 8,8% nas vendas de produtos ligados à Páscoa. O período é a segunda melhor data para o setor.
De acordo com a Pesquisa, 51% dos supermercadistas acreditam que as vendas de Páscoa em 2010 se situarão em um patamar superior ao de 2009. Para 37%, as vendas ficarão no mesmo patamar e apenas 12% acreditam em queda nas vendas, sempre na comparação ao ano anterior.
"Estamos otimistas. A Páscoa de 2010 tem tudo para ser ainda mais farta do que foi a de 2009. Destaque para os peixes, cujas encomendas dos supermercadistas junto aos fornecedores cresceram acima de 10%. Mesmo com uma elevação nos preços pagos aos fornecedores de 8,1%, o setor optou por absorver esse aumento, já que os preços praticados ao consumidor subiram menos: 6,6%", avalia o presidente da Abras, Sussumu Honda.
Todos os produtos pesquisados tiveram aumento de encomenda junto aos fornecedores: peixes em geral (10,7%), ovos de Páscoa (8,2%), bombons e chocolates (6,4%), bacalhau (5,8%), azeites (5,3%), vinhos importados (4,9%), vinhos nacionais (4%) e colomba pascal (2,7%).
Em relação a preços, a Pesquisa da Abras aponta que houve um aumento, em média, de 5,2% nos preços dos produtos de Páscoa, em relação ao ano passado. Já o aumento nos preços pagos pelos supermercadistas junto aos fornecedores foi de 6,8% - ambos os percentuais abaixo daqueles verificados no ano passado, que foram, respectivamente, de 6,8% e 10,6%.
O preço pago pelos supermercados pelo bacalhau subiu 11,8%, enquanto o preço praticado pelos supermercadistas aumentou 3,5%. Em vinho importado, o preço pago subiu 6,5% e o preço praticado, 9%. Em azeites, os percentuais ficaram em 1,7% (preço pago) e 5,9% (preço praticado); vinhos nacionais, em 7,2% (preço pago) e 5,3% (preço praticado); peixes em geral, em 8,1% (preço pago) e 6,6% (preço praticado); ovos de Páscoa, em 5,1% (preço pago) e 4,6% (preço praticado); colomba pascal, em 6,8% (preço pago) e 2,8% (preço praticado); e bombons e chocolates, em 9,7% (preços pagos) e 5,1% (preços praticados).
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
terça-feira, 16 de março de 2010
Blockbuster coloca à venda operações na Europa
A rede americana de videolocadoras Blockbuster colocou à venda suas operações no mercado europeu, em meio a uma preocupação crescente com a saúde financeira da matriz. A empresa vem tendo prejuízos crescentes (em 2009, aumento de 50%, para US$ 560 milhões) e já acumula mais de US$ 1 bilhão em dívidas. A operação europeia é avaliada em cerca de US$ 75 milhões, com lojas no Reino Unido, Dinamarca, Irlanda e Itália.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Walmart expande programa de descontos “verde” para todo o país
O Walmart ampliou para as lojas do Sudeste e Centro-Oeste o programa “Cliente Consciente Merece Desconto”, já em operação no Nordeste e no Sul, que devolve ao consumidor o valor de custo das sacolas plásticas. O programa começou em três lojas (Walmart Osasco, Tamboré e Morumbi), como piloto, e chega a todas as unidades do Walmart em 60 dias. Lançado há pouco mais de um ano em Salvador (BA) e Recife (PE) e funcionando hoje nas mais de 300 lojas das regiões Nordeste e Sul, o programa já tirou do meio ambiente 16,6 milhões de sacolas plásticas e concedeu quase R$ 500 mil em descontos para os clientes das lojas. Além do desconto, também em dois meses todas as lojas terão um caixa preferencial para quem não usa os sacos plásticos. O desconto será calculado diretamente nos caixas das lojas. Será dado R$ 0,03 de desconto por sacola plástica não utilizada (valor que corresponde ao custo unitário de cada sacola) ou cinco itens adquiridos (quantidade média de produtos embalados em uma sacola, segundo estudo do Instituto Akatu). Para ganhar o desconto, o cliente pode utilizar qualquer tipo de sacola retornável (tecido, lona, papelão ou plástico durável), caixa de papelão ou carrinho de feira.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
B2W investe de olho na concorrência
A B2W, empresa controladora das operações de comércio eletrônico das LojasAmericanas.com, Submarino.com e Shoptime.com, entre outras, prevê o aporte de R$ 250 milhões em investimentos às áreas de tecnologia, logística e automação de processos para enfrentar a concorrência de gigantes como Pão de Açúcar, Walmart e Carrefour. Apesar da concorrência e de seu lucro líquido ter caído 23% em 2009 frente ao ano anterior (fechando em R$ 47,6 milhões), a B2W conseguiu se recuperar no último trimestre do ano e quintuplicou seu lucro na comparação com o mesmo trimestre de 2008, além de afirmar ter dinheiro em caixa. Sua receita líquida cresceu 22%, para R$ 3,793 bilhões.
No varejo físico, a Lojas Americanas se prepara para levar adiante seu agressivo projeto de expansão anunciado no fim de 2009, no qual pretende abrir 400 lojas em quatro anos, atingindo 200 novas cidades brasileiras. O investimento previsto é de R$ 1 bilhão, incluindo aberturas e reformas. Hoje, estão em 150 municípios e, para este ano, pretendem abrir de 60 a 70 novas lojas, sendo que 41 já estão com contratos assinados.
Fonte: DCI
No varejo físico, a Lojas Americanas se prepara para levar adiante seu agressivo projeto de expansão anunciado no fim de 2009, no qual pretende abrir 400 lojas em quatro anos, atingindo 200 novas cidades brasileiras. O investimento previsto é de R$ 1 bilhão, incluindo aberturas e reformas. Hoje, estão em 150 municípios e, para este ano, pretendem abrir de 60 a 70 novas lojas, sendo que 41 já estão com contratos assinados.
Fonte: DCI
Hortifruti lança squeeze de água-de-coco
A rede Hortifruti colocou no mercado a primeira squeeze de água-de-coco, procurando ocupar uma lacuna, já que as opções existentes são o coco natural, garrafinhas e embalagens longa vida. Com a novidade, a expectativa é de um aumento de 30% na venda de água-de-coco nas 21 lojas da rede no Rio de Janeiro e Espírito Santo.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Subway pretende chegar a 100 lojas no Sul do país
A Subway, segunda maior rede de fast-food do mundo em número de lojas, com mais de 32 mil unidades em 91 países, pretende abrir 25 pontos de venda este ano na região Sul do país, chegando a 100 lojas. A ideia é inaugurar lojas em pontos como universidades, postos de gasolina e supermercados, onde há grande fluxo de consumidores.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
China House inaugura terceira unidade no ABC
A China House, rede de delivery e restaurantes especializados em culinária chinesa, abriu na semana passada sua terceira franquia na região do ABC, em São Bernardo do Campo (SP). O novo restaurante estará localizado na Avenida Senador Vergueiro, 3605 e conta com salão climatizado, ambiente tematizado, com capacidade para 36 pessoas, conexão WiFi e serviço de delivery. Ainda este ano, a rede pretende abrir uma unidade em Diadema (SP).
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Big Lots announces promotions
Big Lots has announced promotions and certain organizational changes.
The following promotions are effective immediately:
Lisa Bachmann has been promoted to EVP supply chain management and CIO, with additional responsibility for distribution and transportation services. Bachmann joined Big Lots in March 2002 as SVP merchandise planning/allocation, and in July 2005, she assumed the additional role of CIO.
Joe Cooper has been promoted to EVP, CFO, with additional responsibility for loss prevention and risk management. Cooper joined Big Lots in May 2000 as VP strategic planning and investor relations, and in July 2000, he assumed the additional responsibility of treasury. Cooper was promoted to SVP, CFO in January 2005.
Charles Haubiel II has been promoted to EVP legal and real estate, with additional responsibility for the company's employment litigation and general liability administration functions currently associated with risk management. He will continue to serve as the company's general counsel, corporate secretary, and also have primary responsibility for the company's real estate operations. Haubiel joined Big Lots in 1997 and was promoted to general counsel and corporate secretary in 2000. He became SVP, general counsel and corporate secretary in November 2004, and assumed the responsibility for real estate in January 2008.
Steven Smart has been promoted to SVP, general merchandise manager. In addition to his current responsibility for consumables, he will assume additional responsibility for hardlines and play and wear. Smart joined Big Lots in May 2003 as VP, merchandise manager of consumables.
Robert Segal, SVP, general merchandise manager, who is currently responsible for the home and furniture categories, will assume additional responsibility for the seasonal category.
The company also announced today the retirement of Brad Waite, EVP, human resources, loss prevention, and risk management, after 22 years with Big Lots.
Steve Fishman, Chairman, CEO and President stated, "With growth comes opportunity, and today we are rewarding excellent performance by announcing four executive-level promotions. Lisa Bachmann, Joe Cooper, Chuck Haubiel, and Steven Smart have each played vital roles in the recent success of our strategy. With these management changes, I believe we have taken a meaningful step forward in establishing an organizational structure for the future."
Fonte: Retailing Today
The following promotions are effective immediately:
Lisa Bachmann has been promoted to EVP supply chain management and CIO, with additional responsibility for distribution and transportation services. Bachmann joined Big Lots in March 2002 as SVP merchandise planning/allocation, and in July 2005, she assumed the additional role of CIO.
Joe Cooper has been promoted to EVP, CFO, with additional responsibility for loss prevention and risk management. Cooper joined Big Lots in May 2000 as VP strategic planning and investor relations, and in July 2000, he assumed the additional responsibility of treasury. Cooper was promoted to SVP, CFO in January 2005.
Charles Haubiel II has been promoted to EVP legal and real estate, with additional responsibility for the company's employment litigation and general liability administration functions currently associated with risk management. He will continue to serve as the company's general counsel, corporate secretary, and also have primary responsibility for the company's real estate operations. Haubiel joined Big Lots in 1997 and was promoted to general counsel and corporate secretary in 2000. He became SVP, general counsel and corporate secretary in November 2004, and assumed the responsibility for real estate in January 2008.
Steven Smart has been promoted to SVP, general merchandise manager. In addition to his current responsibility for consumables, he will assume additional responsibility for hardlines and play and wear. Smart joined Big Lots in May 2003 as VP, merchandise manager of consumables.
Robert Segal, SVP, general merchandise manager, who is currently responsible for the home and furniture categories, will assume additional responsibility for the seasonal category.
The company also announced today the retirement of Brad Waite, EVP, human resources, loss prevention, and risk management, after 22 years with Big Lots.
Steve Fishman, Chairman, CEO and President stated, "With growth comes opportunity, and today we are rewarding excellent performance by announcing four executive-level promotions. Lisa Bachmann, Joe Cooper, Chuck Haubiel, and Steven Smart have each played vital roles in the recent success of our strategy. With these management changes, I believe we have taken a meaningful step forward in establishing an organizational structure for the future."
Fonte: Retailing Today
Hancock Fabrics reports 1st annual profit in 5 years
Craft and fabric retailer Hancock Fabrics reports net income of $1.8 million for fiscal 2009 - its first annual profit in five years.
The company had lost $114 million over the previous four years, including $12.4 million in fiscal 2008. It came out of Chapter 11 protection from its creditors in August 2008.
In a news release last week, Hancock reported net sales of $274.1 million in 2009, down from $276.4 million a year earlier. Same-store sales - considered by analysts a key measure of a retailer's health - were up 0.2 percent compared to a 2.1 percent growth in the prior-year period.
As of Jan. 30, Hancock had 3,900 employees in 266 stores in 37 states and 300 at its headquarters in Baldwyn.
Fonte: Clarion Ledger
The company had lost $114 million over the previous four years, including $12.4 million in fiscal 2008. It came out of Chapter 11 protection from its creditors in August 2008.
In a news release last week, Hancock reported net sales of $274.1 million in 2009, down from $276.4 million a year earlier. Same-store sales - considered by analysts a key measure of a retailer's health - were up 0.2 percent compared to a 2.1 percent growth in the prior-year period.
As of Jan. 30, Hancock had 3,900 employees in 266 stores in 37 states and 300 at its headquarters in Baldwyn.
Fonte: Clarion Ledger
Charming Shoppes names Fredrick Lamster head of HR
Women's clothing retailer Charming Shoppes Inc. said Monday that it has appointed a new head of human resources.
Fredrick Lamster becomes executive vice president of human resources immediately. He will report directly to CEO Jim Fogarty.
Charming Shoppes, based in Bensalem, Pa., operates stores such as Lane Bryant, Fashion Bug, Cacique and others. At the end of January it had 2,121 stores in 48 states.
Lamster, 56, who has worked in human resources for about three decades, comes to Charming Shoppes from Southpole Inc. He replaces Gale Varma, who left Charming Shoppes in November.
Lamster also has been an executive with the plus-size lingerie chain Cacique, women's clothing company Limited Stores and other companies.
Fonte: Star-Telegram
Fredrick Lamster becomes executive vice president of human resources immediately. He will report directly to CEO Jim Fogarty.
Charming Shoppes, based in Bensalem, Pa., operates stores such as Lane Bryant, Fashion Bug, Cacique and others. At the end of January it had 2,121 stores in 48 states.
Lamster, 56, who has worked in human resources for about three decades, comes to Charming Shoppes from Southpole Inc. He replaces Gale Varma, who left Charming Shoppes in November.
Lamster also has been an executive with the plus-size lingerie chain Cacique, women's clothing company Limited Stores and other companies.
Fonte: Star-Telegram
Stocks end mixed ahead of Fed's rate meeting
Investors turned cautious Monday ahead of the Federal Reserve's meeting on interest rates.
Major stock indexes closed narrowly mixed after trading lower for most of the day. An analyst upgrade of Wal-Mart Stores Inc. helped lift the Dow Jones industrial average by about 18 points to its fifth straight gain.
Investors will be looking to the Fed's statement that follows its meeting Tuesday for clues about the economic recovery and the central bank's plans for interest rates. Policymakers are almost certain to keep the Fed's benchmark rate unchanged at near zero.
While investors have been factoring in an eventual rate hike, any signs that the move will be made sooner rather than later could hurt stocks.
"The market is hoping that they will give us some sort of timeline as to when they will begin tightening monetary policy. I don't think that's very likely," said Scot Johnson, senior client portfolio manager with Invesco Fixed Income in Houston.
The market's cautious tone gave a boost to safe investments like the dollar. Its advance drove down energy prices and, in turn, shares of energy companies.
Some of Monday's selling came in response to economic developments in China. Statements from Chinese officials about the nation's currency fed new concerns that China's efforts to slow its economy and curb inflation would hurt a global recovery.
The Dow rose 17.46, or 0.2 percent, to 10,642.15, its highest close since Jan. 19. It was the Dow's 10th advance in 12 trading days.
The Standard & Poor's 500 index rose 0.52, or 0.1 percent, to 1,150.51. The index is at its highest level since Oct. 1, 2008.
The technology-dominated Nasdaq composite index fell 5.45, or 0.2 percent, to 2,362.21.
Bond prices moved in a tight range before the Fed meeting. The yield on the benchmark 10-year Treasury note, which moves opposite its price, was unchanged at 3.70 percent from late Friday.
The dollar rose against most other major currencies. Gold prices also rose.
Crude oil fell $1.44 to settle at $79.80 per barrel on the New York Mercantile Exchange. A stronger dollar makes energy prices more expensive to foreign buyers. That, in turn, reduces demand and hits prices.
Trading began on a down note after credit ratings agency Moody's said that debt loads are stretched in the U.S. and Britain. The countries carry the top "AAA" rating. And a drop in the rating would make it more expensive for the government to borrow money.
In economic news, a report showed that manufacturing activity in New York has slowed less than expected in March. The Empire State manufacturing index fell to 22.9 from 24.9 in February. Economists had predicted a drop to 21.5.
A separate report found that industrial production unexpectedly rose in February. The Fed said output from the nation's factories, mines and utilities rose 0.1 percent, while economists polled by Thomson Reuters had forecast a drop in activity. It was the eighth consecutive month of growth, showing the industry is recovering from the recession.
Investors sold financial stocks ahead of an afternoon proposal from Sen. Chris Dodd to overhaul financial regulations. Dodd is a Democrat from Connecticut and chairman of the Senate Banking Committee. Financial shares pulled off their lows after the plan was announced but still ended the day with losses.
The bill would boost the government's ability to dismantle big financial companies whose collapse could threaten the economy. It also would require that the industry pay for its failures. The plan also would have the Fed write rules over consumer lending.
Shares of Citigroup Inc. fell 8 cents, or 2 percent, to $3.89. Goldman Sachs Group Inc. fell $1.43, or 0.8 percent, to $173.53.
Energy stocks fell after oil dropped. Exxon Mobil Corp. fell 50 cents to $66.30. Chevron Corp. slipped 15 cents to $73.57.
The broader questions about the speed of the recovery made safer stocks more attractive. Consumer staples stocks rose. Procter & Gamble Co., whose brands include Tide detergent and Gillette razors, rose 38 cents to $63.70.
Wal-Mart rose $1.52, or 2.8 percent, to $55.42 after a Citi Investment Research analyst said the retailer looks like it will cut prices on food, one of the lowest-margin segments in retailing. Wal-Mart is competing with the supermarket companies for market share.
Tech stocks fell on news reports that Google Inc. could soon shut its Internet search operations in China because of disagreements with Chinese officials about censorship. Google fell $16.36, or 2.8 percent, to $563.18.
Three stocks fell for every two that rose on the New York Stock Exchange, where consolidated volume came to 4.2 billion shares, compared with 4.9 billion Friday.
The Russell 2000 index of smaller companies fell 2.18, or 0.3 percent, to 674.41.
Britain's FTSE 100 fell 0.6 percent, Germany's DAX index fell 0.7 percent, and France's CAC-40 lost 0.9 percent. Japan's Nikkei stock average rose less than 0.1 percent.
Fonte: Denver Post
Major stock indexes closed narrowly mixed after trading lower for most of the day. An analyst upgrade of Wal-Mart Stores Inc. helped lift the Dow Jones industrial average by about 18 points to its fifth straight gain.
Investors will be looking to the Fed's statement that follows its meeting Tuesday for clues about the economic recovery and the central bank's plans for interest rates. Policymakers are almost certain to keep the Fed's benchmark rate unchanged at near zero.
While investors have been factoring in an eventual rate hike, any signs that the move will be made sooner rather than later could hurt stocks.
"The market is hoping that they will give us some sort of timeline as to when they will begin tightening monetary policy. I don't think that's very likely," said Scot Johnson, senior client portfolio manager with Invesco Fixed Income in Houston.
The market's cautious tone gave a boost to safe investments like the dollar. Its advance drove down energy prices and, in turn, shares of energy companies.
Some of Monday's selling came in response to economic developments in China. Statements from Chinese officials about the nation's currency fed new concerns that China's efforts to slow its economy and curb inflation would hurt a global recovery.
The Dow rose 17.46, or 0.2 percent, to 10,642.15, its highest close since Jan. 19. It was the Dow's 10th advance in 12 trading days.
The Standard & Poor's 500 index rose 0.52, or 0.1 percent, to 1,150.51. The index is at its highest level since Oct. 1, 2008.
The technology-dominated Nasdaq composite index fell 5.45, or 0.2 percent, to 2,362.21.
Bond prices moved in a tight range before the Fed meeting. The yield on the benchmark 10-year Treasury note, which moves opposite its price, was unchanged at 3.70 percent from late Friday.
The dollar rose against most other major currencies. Gold prices also rose.
Crude oil fell $1.44 to settle at $79.80 per barrel on the New York Mercantile Exchange. A stronger dollar makes energy prices more expensive to foreign buyers. That, in turn, reduces demand and hits prices.
Trading began on a down note after credit ratings agency Moody's said that debt loads are stretched in the U.S. and Britain. The countries carry the top "AAA" rating. And a drop in the rating would make it more expensive for the government to borrow money.
In economic news, a report showed that manufacturing activity in New York has slowed less than expected in March. The Empire State manufacturing index fell to 22.9 from 24.9 in February. Economists had predicted a drop to 21.5.
A separate report found that industrial production unexpectedly rose in February. The Fed said output from the nation's factories, mines and utilities rose 0.1 percent, while economists polled by Thomson Reuters had forecast a drop in activity. It was the eighth consecutive month of growth, showing the industry is recovering from the recession.
Investors sold financial stocks ahead of an afternoon proposal from Sen. Chris Dodd to overhaul financial regulations. Dodd is a Democrat from Connecticut and chairman of the Senate Banking Committee. Financial shares pulled off their lows after the plan was announced but still ended the day with losses.
The bill would boost the government's ability to dismantle big financial companies whose collapse could threaten the economy. It also would require that the industry pay for its failures. The plan also would have the Fed write rules over consumer lending.
Shares of Citigroup Inc. fell 8 cents, or 2 percent, to $3.89. Goldman Sachs Group Inc. fell $1.43, or 0.8 percent, to $173.53.
Energy stocks fell after oil dropped. Exxon Mobil Corp. fell 50 cents to $66.30. Chevron Corp. slipped 15 cents to $73.57.
The broader questions about the speed of the recovery made safer stocks more attractive. Consumer staples stocks rose. Procter & Gamble Co., whose brands include Tide detergent and Gillette razors, rose 38 cents to $63.70.
Wal-Mart rose $1.52, or 2.8 percent, to $55.42 after a Citi Investment Research analyst said the retailer looks like it will cut prices on food, one of the lowest-margin segments in retailing. Wal-Mart is competing with the supermarket companies for market share.
Tech stocks fell on news reports that Google Inc. could soon shut its Internet search operations in China because of disagreements with Chinese officials about censorship. Google fell $16.36, or 2.8 percent, to $563.18.
Three stocks fell for every two that rose on the New York Stock Exchange, where consolidated volume came to 4.2 billion shares, compared with 4.9 billion Friday.
The Russell 2000 index of smaller companies fell 2.18, or 0.3 percent, to 674.41.
Britain's FTSE 100 fell 0.6 percent, Germany's DAX index fell 0.7 percent, and France's CAC-40 lost 0.9 percent. Japan's Nikkei stock average rose less than 0.1 percent.
Fonte: Denver Post
LL Bean kicks off Signature brand
FREEPORT, Maine — L.L. Bean hopes to attract more younger customers through its Signature line.
The Signature label, which launched Monday, is aimed at taking L.L. Bean's classic style elements and give them a modern look that's meant to be slimmer and hipper.
Creative Director Alex Carleton once worked for Abercrombie & Fitch and Ralph Lauren and later founded the Rogues Gallery line of urban chic clothing. He was then tapped to provide a new interpretation of L.L. Bean's style.
L.L. Bean, the online and catalog retailer, will distribute more than 2 million copies of the 48-page Signature catalog nationwide.
Fonte: Star-Telegram
The Signature label, which launched Monday, is aimed at taking L.L. Bean's classic style elements and give them a modern look that's meant to be slimmer and hipper.
Creative Director Alex Carleton once worked for Abercrombie & Fitch and Ralph Lauren and later founded the Rogues Gallery line of urban chic clothing. He was then tapped to provide a new interpretation of L.L. Bean's style.
L.L. Bean, the online and catalog retailer, will distribute more than 2 million copies of the 48-page Signature catalog nationwide.
Fonte: Star-Telegram
U.S. Stocks Advance as Consumer Shares Rise: Video
Bloomberg's Deborah Kostroun reports on the performance of the U.S. equity market today.
http://www.topix.com/business/retail/2010/03/u-s-stocks-advance-as-consumer-shares-rise-video
http://www.topix.com/business/retail/2010/03/u-s-stocks-advance-as-consumer-shares-rise-video
Wal-Mart's Food Fight
Citi analyst upgrades retailer as price war with grocery chains looms.
Shares of Wal-Mart Stores got a boost Monday from Citi analyst Deborah Weinswig, who upgraded the stock on its recent grocery price cuts and management changes in its apparel division.
Weinswig lifted her rating on shares of the Bentonville, Ark. company to buy from hold, and raised her price target to $65, up from $54. According to the analyst, "Wal-Mart ( WMT - news - people ) is lacing up the gloves as it prepares to step back into the ring and win the modern-day price war in food retail." She estimates that the company currently controls 20.5% of the market, and could increase its share to 21.6% in this calendar year. Weinswig predicts that for the long term the company could take up to one-third of the domestic food retail market.
Wal-Mart picked up new cost-conscious customers through the Great Recession as they downgraded from traditional supermarkets, but as purse strings loosen from crisis levels those shoppers are showing signs of returning to chains like Kroger ( KR - news - people ) and Supervalu ( SVU - news - people )'s Shaw's and Shop 'n Save for a better customer experience.
According to Weinswig, Wal-Mart is working to improve its customer experience by widening grocery aisles through its "Clean Action Alley" initiative and aggressively reducing prices to remind customers it gained in the recession why they chose its stores.
In yet another effort to bolster sales Wal-Mart has brought in eight new executives to its apparel team, which moved to New York City in late 2007 to be closer to emerging fashion trends. Weinswig says "lack of an aligned management team in apparel has resulted in significant disruption in Wal-Mart's apparel business over the past three years." However, she notes that the newly aligned management team and improvements in global sourcing could yield top-line growth as soon as the second half of 2010.
On news of the upgrade from Citi shares of Wal-Mart gained $1.37, or 2.5%, to $55.27 in Monday morning trading.
Fonte: Forbes (Melanie Lindner)
Shares of Wal-Mart Stores got a boost Monday from Citi analyst Deborah Weinswig, who upgraded the stock on its recent grocery price cuts and management changes in its apparel division.
Weinswig lifted her rating on shares of the Bentonville, Ark. company to buy from hold, and raised her price target to $65, up from $54. According to the analyst, "Wal-Mart ( WMT - news - people ) is lacing up the gloves as it prepares to step back into the ring and win the modern-day price war in food retail." She estimates that the company currently controls 20.5% of the market, and could increase its share to 21.6% in this calendar year. Weinswig predicts that for the long term the company could take up to one-third of the domestic food retail market.
Wal-Mart picked up new cost-conscious customers through the Great Recession as they downgraded from traditional supermarkets, but as purse strings loosen from crisis levels those shoppers are showing signs of returning to chains like Kroger ( KR - news - people ) and Supervalu ( SVU - news - people )'s Shaw's and Shop 'n Save for a better customer experience.
According to Weinswig, Wal-Mart is working to improve its customer experience by widening grocery aisles through its "Clean Action Alley" initiative and aggressively reducing prices to remind customers it gained in the recession why they chose its stores.
In yet another effort to bolster sales Wal-Mart has brought in eight new executives to its apparel team, which moved to New York City in late 2007 to be closer to emerging fashion trends. Weinswig says "lack of an aligned management team in apparel has resulted in significant disruption in Wal-Mart's apparel business over the past three years." However, she notes that the newly aligned management team and improvements in global sourcing could yield top-line growth as soon as the second half of 2010.
On news of the upgrade from Citi shares of Wal-Mart gained $1.37, or 2.5%, to $55.27 in Monday morning trading.
Fonte: Forbes (Melanie Lindner)
São Paulo Alpargatas eleva participação na Alpargatas Argentina
Estes títulos, somados aos 42.047.157 que já estavam em poder da São Paulo Alpargatas, "representam 70,39% do capital ordinário com direito a voto e 70,27% do capital total, incluindo o capital preferencial", explica o comunicado.
A São Paulo Alpargatas informou hoje que elevou para 70,32% sua participação no capital total da Alpargatas argentina após o fechamento de uma oferta pública de aquisição (OPA).
Em comunicado enviado à Bolsa de Buenos Aires, a Alpargatas disse mais cedo que a companhia brasileira, integrante do grupo Camargo Corrêa, tinha elevado sua participação para 70,27%. No entanto, horas mais tarde, enviou uma nova nota retificando o resultado final da OPA.
Segundo a companhia argentina, a São Paulo Alpargatas assumiu mais 7.230.453 ações por meio da OPA.
Estes títulos, somados aos 42.047.157 que já estavam em poder da São Paulo Alpargatas, "representam 70,44% do capital ordinário com direito a voto e 70,32% do capital total, incluindo o capital preferencial", explica o comunicado.
A São Paulo Alpargatas, que já possuía 59,96% da companhia argentina, tinha lançado em fevereiro passado uma OPA sobre 40,04% das ações circulantes da Alpargatas ao valor de 3,40 pesos argentinos (US$ 0,87) por ação.
Fonte: Redação com EFE
A São Paulo Alpargatas informou hoje que elevou para 70,32% sua participação no capital total da Alpargatas argentina após o fechamento de uma oferta pública de aquisição (OPA).
Em comunicado enviado à Bolsa de Buenos Aires, a Alpargatas disse mais cedo que a companhia brasileira, integrante do grupo Camargo Corrêa, tinha elevado sua participação para 70,27%. No entanto, horas mais tarde, enviou uma nova nota retificando o resultado final da OPA.
Segundo a companhia argentina, a São Paulo Alpargatas assumiu mais 7.230.453 ações por meio da OPA.
Estes títulos, somados aos 42.047.157 que já estavam em poder da São Paulo Alpargatas, "representam 70,44% do capital ordinário com direito a voto e 70,32% do capital total, incluindo o capital preferencial", explica o comunicado.
A São Paulo Alpargatas, que já possuía 59,96% da companhia argentina, tinha lançado em fevereiro passado uma OPA sobre 40,04% das ações circulantes da Alpargatas ao valor de 3,40 pesos argentinos (US$ 0,87) por ação.
Fonte: Redação com EFE
Setor de material de construção registra alta de 4,9% em fevereiro
Volume de vendas foi 12% acima do mesmo período em 2009. Anamaco prevê crescimento acima de 10% para 2010.
O setor de material de construção apresentou um crescimento de 4,9% em fevereiro na comparação com janeiro de 2010. Já na relação fevereiro de 2010 sobre fevereiro de 2009, o desempenho foi de 12%. Os dados foram divulgados pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), entidade que representa as 138 mil lojas de material de construção no país.
De acordo com a entidade, o setor iniciou janeiro com um crescimento de 4% sobre dezembro do ano passado e de 11,2% sobre o janeiro de 2009. “Iniciamos o ano com um cenário completamente diferente do ano passado. O consumidor está mais confiante e dispõe de mais recursos”, explica Cláudio Conz, presidente da Anamaco, que prevê para 2010 um crescimento do setor superior a 10%.
“Temos uma conjuntura favorável com a combinação de diversos fatores, como o início das obras visando a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, o Programa de Aceleração do Crescimento e o “Minha Casa Minha Vida”, que deve liberar 700 mil casas até junho deste ano”, declara.
Conz explica que o segmento da Construção é muito dependente de crédito e, em 2010 o Brasil deve bater todos os recordes de financiamentos habitacionais com recursos da poupança, ultrapassando os R$ 40 bilhões. “Esse número é superior aos financiamentos em 2009 e deve trazer novo ânimo ao segmento, sobretudo agora que a população está retomando o seu poder de compra. Além disso, a Pesquisa Anamaco/Latin Panel nos mostrou que 77% dos 55 milhões de moradias do país precisam efetivamente de algum tipo de reforma ou construção. Isso sem falar no déficit habitacional de 6,273 milhões de moradias, segundo o IBGE. Ou seja: há uma grande demanda por construção”, afirma.
O presidente da Anamaco ainda lembra que a redução de IPI está em vigor para os produtos do setor até 30 de junho deste ano. “O consumidor tem um tempo razoável para se programar e realizar a sua reforma, sobretudo agora que acabaram as dívidas de início de ano, como IPVA, matrícula dos filhos e etc. O excesso de chuvas no primeiro bimestre de 2010, sobretudo na região Sudeste, também demandou pequenas reformas e, com isso, a tendência é sim de retomada de obras”, completa.
Em 2009, o setor cresceu 4,2% sobre 2008 com um faturamento de R$ 45,04 bilhões.
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
O setor de material de construção apresentou um crescimento de 4,9% em fevereiro na comparação com janeiro de 2010. Já na relação fevereiro de 2010 sobre fevereiro de 2009, o desempenho foi de 12%. Os dados foram divulgados pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), entidade que representa as 138 mil lojas de material de construção no país.
De acordo com a entidade, o setor iniciou janeiro com um crescimento de 4% sobre dezembro do ano passado e de 11,2% sobre o janeiro de 2009. “Iniciamos o ano com um cenário completamente diferente do ano passado. O consumidor está mais confiante e dispõe de mais recursos”, explica Cláudio Conz, presidente da Anamaco, que prevê para 2010 um crescimento do setor superior a 10%.
“Temos uma conjuntura favorável com a combinação de diversos fatores, como o início das obras visando a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, o Programa de Aceleração do Crescimento e o “Minha Casa Minha Vida”, que deve liberar 700 mil casas até junho deste ano”, declara.
Conz explica que o segmento da Construção é muito dependente de crédito e, em 2010 o Brasil deve bater todos os recordes de financiamentos habitacionais com recursos da poupança, ultrapassando os R$ 40 bilhões. “Esse número é superior aos financiamentos em 2009 e deve trazer novo ânimo ao segmento, sobretudo agora que a população está retomando o seu poder de compra. Além disso, a Pesquisa Anamaco/Latin Panel nos mostrou que 77% dos 55 milhões de moradias do país precisam efetivamente de algum tipo de reforma ou construção. Isso sem falar no déficit habitacional de 6,273 milhões de moradias, segundo o IBGE. Ou seja: há uma grande demanda por construção”, afirma.
O presidente da Anamaco ainda lembra que a redução de IPI está em vigor para os produtos do setor até 30 de junho deste ano. “O consumidor tem um tempo razoável para se programar e realizar a sua reforma, sobretudo agora que acabaram as dívidas de início de ano, como IPVA, matrícula dos filhos e etc. O excesso de chuvas no primeiro bimestre de 2010, sobretudo na região Sudeste, também demandou pequenas reformas e, com isso, a tendência é sim de retomada de obras”, completa.
Em 2009, o setor cresceu 4,2% sobre 2008 com um faturamento de R$ 45,04 bilhões.
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
Grupo têxtil compra Tommy Hilfiger por US$ 3 bilhões
O acordo entre a PVH e a Tommy Hilfiger inclui o pagamento de US$ 2,6 bilhões em espécie e de mais US$ 379,9 milhões em ações da Phillips-Van Heusen, que, além disso, assumirá outros US$ 137,6 milhões em passivos.
A têxtil americana Phillips-Van Heusen (PVH) anunciou hoje que chegou a um acordo para comprar a Tommy Hilfiger por US$ 3 bilhões, o que cria um dos maiores grupos de roupa do mundo.
O acordo entre a PVH e a Tommy Hilfiger inclui o pagamento de US$ 2,6 bilhões em espécie e de mais US$ 379,9 milhões em ações da Phillips-Van Heusen, que, além disso, assumirá outros US$ 137,6 milhões em passivos.
Em nota, a PVH, que tem sua sede em Nova York, disse que a receita combinada de ambos os negócios chegará a cerca de US$ 4,6 bilhões e permitirá à empresa compradora entrar em alguns mercados internacionais.
O presidente e executivo-chefe da têxtil nova-iorquina, Emanuel Chirico, disse durante uma conferência com investidores que 65% do negócio da grife Tommy Hilfiger está fora dos Estados Unidos, e que a aquisição representa para eles a oportunidade de crescer internacionalmente.
A PVH é proprietária das licenças de outras grandes marcas do munda da moda, como IZOD, Calvin Klein, Michael Kors, BCBG Maz Azria, BCBG Attitude, Sean John, Donald H. Trump Signature e Timberland.
Apesar da venda do seu negócio para a PVH, o estilista Tommy Hilfiger seguirá à frente do estilo da grife.
Fonte: Redação com EFE
A têxtil americana Phillips-Van Heusen (PVH) anunciou hoje que chegou a um acordo para comprar a Tommy Hilfiger por US$ 3 bilhões, o que cria um dos maiores grupos de roupa do mundo.
O acordo entre a PVH e a Tommy Hilfiger inclui o pagamento de US$ 2,6 bilhões em espécie e de mais US$ 379,9 milhões em ações da Phillips-Van Heusen, que, além disso, assumirá outros US$ 137,6 milhões em passivos.
Em nota, a PVH, que tem sua sede em Nova York, disse que a receita combinada de ambos os negócios chegará a cerca de US$ 4,6 bilhões e permitirá à empresa compradora entrar em alguns mercados internacionais.
O presidente e executivo-chefe da têxtil nova-iorquina, Emanuel Chirico, disse durante uma conferência com investidores que 65% do negócio da grife Tommy Hilfiger está fora dos Estados Unidos, e que a aquisição representa para eles a oportunidade de crescer internacionalmente.
A PVH é proprietária das licenças de outras grandes marcas do munda da moda, como IZOD, Calvin Klein, Michael Kors, BCBG Maz Azria, BCBG Attitude, Sean John, Donald H. Trump Signature e Timberland.
Apesar da venda do seu negócio para a PVH, o estilista Tommy Hilfiger seguirá à frente do estilo da grife.
Fonte: Redação com EFE
segunda-feira, 15 de março de 2010
Brasil ultrapassa marca de 10 milhões de conexões de banda larga móvel
O Brasil chegou em janeiro à marca de 10,5 milhões de conexões móveis, de acordo com o Balanço Huawei da Banda Larga Móvel, realizado pela consultoria Teleco. O número representa um aumento de 50% em relação às sete milhões de conexões registradas em dezembro de 2009. A expansão foi tão grande porque contabilizou aparelhos celulares com acesso a dados, que não entravam no cálculo das operadoras para conexões de banda larga em 2009. Do total de 10,5 milhões de conexões registradas em janeiro, 94% estão disponíveis a partir de celulares e apenas 6% de modems. Para a Teleco, a tendência é que os smartphones se tornem o principal dispositivos de acesso à internet, superando o PC.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Coop espera crescer de 10% a 16% na Páscoa
A Coop – Cooperativa de Consumo, maior cooperativa de consumo da América Latina, com faturamento de R$ 1,36 bilhão em 2009, aumentou em 10% o fornecimento de bacalhau e pescado congelado, para 100 toneladas; além de 85 toneladas de chocolate, sendo 85 mil ovos marca própria Coop Plus, nas versões de 160 gramas e 80 gramas, ao leite. A produção de bolos pascais deve crescer 20% sobre o ano passado, para 22 toneladas. Também foi reforçada a importação de produtos como azeite, massas grano duro, passata de tomate e vinhos, por conta da parceria da varejista com a Rede Brasil de Supermercados (RBSM), Central de Negócios que reúne empresas de médio porte no país e forte presença regional.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Carioca Zona Sul abre atacarejo
Reconhecida pelo seu posicionamento de atender as classes A e B da zona sul do Rio de Janeiro, a rede de supermercados Zona Sul surpreende e entra no segmento de atacarejo – lojas de atacado que também atendem o consumidor final e são frequentadas principalmente pelo público com menor renda. A unidade foi inaugurada no bairro de Olaria, na zona norte da cidade, e leva a marca Mega Box. Os investimentos somaram R$ 8 milhões. As diferenças vão além do público atendido. Enquanto as lojas do Zona Sul têm, em média, 560 metros quadrados de área de vendas e vendem produtos diferenciados, como importados, além de algumas terem seções de pizzaria e espagueteria, a Mega Box possui 5 mil metros quadrados de área de vendas e trabalhará no sortimento com produtos que geram maior volume.
Fonte: O Globo
Fonte: O Globo
Burger King abre primeiro restaurante em Barueri (SP)
O Burger King, segunda maior rede de fast food de hamburgueres do mundo, abriu uma unidade no Shopping Tamboré, em Barueri (SP). A unidade, de 125 metros quadrados, é operada pelo grupo franqueado BGK e funciona de segunda-feira a sábado das 10h às 23h.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Nespresso aposta no mercado brasileiro
A Nespresso, que abre sua décima butique no país no fim desse mês, em Brasília (DF), está numa posição bem confortável. "Somos agora o décimo mercado mais importante para a companhia no mundo e com previsão de crescimento de 80% este ano no país. Podemos até passar os EUA por causa da crise que eles enfrentam", diz Martin Pereyra Rozas, diretor da empresa no Brasil. A França e a Suíça disputam o primeiro lugar e outros países europeus estão na frente dos Estados Unidos. "O Brasil supera todos os Brics porque a Rússia está num ritmo mais lento e a China e a Índia não são consumidores de café." Rozas diz que a operação da Nespresso no Brasil já tem hoje um tamanho que projetavam alcançar só no final de 2011. "E ainda assim estamos só 3% do que podemos ser." Com um crescimento de 70% no faturamento ano passado no país, a empresa "ganhou escala e conseguiu negociar com a matriz preços mais acessíveis de suas máquinas de café".
Recentemente, a marca passou a vender suas cobiçadas cafeteiras com 20% de desconto, em média. Como as cápsulas de Nespresso só funcionam nos equipamentos da marca, a expansão depende da venda dos instrumentos, da entrada de mais "sócios" para o "clube". O modelo mais caro, o Lattissima, que custava R$ 2,2 mil, agora sai por R$ 1990; e o mais barato, o Essenza, foi de R$ 850 para R$ 690. As cápsulas, no entanto, mantém seu valor inalterado. Custam a partir de R$ 19 a caixa com dez unidades. "Nossa operação depende de aumentarmos a base de usuários e agora com equipamentos mais acessíveis vamos crescer num ritmo mais acelerado." Outro fator que vai colaborar nesse processo é o fortalecimento do e-commerce. "No mundo as vendas pela internet representam 50% dos negócios. Aqui já estamos em 25%."
Fonte: Valor Econômico
Recentemente, a marca passou a vender suas cobiçadas cafeteiras com 20% de desconto, em média. Como as cápsulas de Nespresso só funcionam nos equipamentos da marca, a expansão depende da venda dos instrumentos, da entrada de mais "sócios" para o "clube". O modelo mais caro, o Lattissima, que custava R$ 2,2 mil, agora sai por R$ 1990; e o mais barato, o Essenza, foi de R$ 850 para R$ 690. As cápsulas, no entanto, mantém seu valor inalterado. Custam a partir de R$ 19 a caixa com dez unidades. "Nossa operação depende de aumentarmos a base de usuários e agora com equipamentos mais acessíveis vamos crescer num ritmo mais acelerado." Outro fator que vai colaborar nesse processo é o fortalecimento do e-commerce. "No mundo as vendas pela internet representam 50% dos negócios. Aqui já estamos em 25%."
Fonte: Valor Econômico
5àSec quer crescer 130% em cinco anos
A rede de lavanderias 5àSec pretende aumentar sua rede em 130% nos próximos cinco anos e, para isso, concentrará sua atenção em cidades com mais de 100 mil habitantes. Para este ano, a meta é inaugurar 50 pontos de venda, com um investimento de R$ 70 milhões e a geração de 2.000 empregos diretos e indiretos. Em 2009, o crescimento foi de 20%, acima da média de 17% do setor de franquias. Há 15 anos no Brasil, atualmente a rede tem 300 unidades em funcionamento e dez em fase de inauguração.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Shoppings arrecadam mais de R$ 65 mil para combate ao câncer
O Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC) recebeu dos shoppings Iguatemi e Market Place, em São Paulo, toda a renda líquida do estacionamento dos malls no dia 08 de março, em um total de pouco mais de R$ 65 mil. Também houve incentivo nos shoppings à venda de camisetas “No Alvo da Moda”, no Balcão da Cidadania do Iguatemi e na loaj da Hering no Market Place.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
O Shopping Plaza Sul, em São Paulo, conquistou a certificação de gestão de Segurança e Saúde, de acordo com a norma 18001 do OHSAS (Occupational Health and Safety Assessment Series). O empreendimento foi reconhecido por suas iniciativas para prover segurança e bem-estar para visitantes, lojistas e colaboradores. O Plaza Sul é o terceiro do país a receber o certificado, sendo que os outros dois também são administrados pela Sonae Sierra Brasil. O selo foi atribuído pela TÜV Rheinland, empresa alemã líder na área de certificação. Para conseguir a certificação, o Plaza Sul realizou uma avaliação de perigos nas áreas de circulação pública e áreas técnicas, eliminando riscos relacionados a choques, queda de mesmo nível ou de nível diferente como escadas rolantes e fixas, além de fazer uma inspeção completa nos extintores, saídas e luzes de emergência, melhorando a limpeza e a organização do shopping.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Kroger aumenta vendas, mas tem queda de 27% nos lucros
A Kroger, maior rede de supermercados dos Estados Unidos, disse que seus lucros no quarto trimestre de 2008 caíram 27%, mesmo com uma alta de 7% nas vendas, por conta do aumento dos custos trabalhistas. O resultado final do trimestre ficou em US$ 255,5 milhões (US$ 0,39 por ação), contra US$ 349,2 milhões (US$ 0,54 por ação) um ano antes. O faturamento da empresa nos três meses fechados em 30 de janeiro foi de US$ 18,6 bilhões, contra US$ 17,3 bilhões um ano antes. Ainda assim, o desempenho da Kroger ficou acima das expectativas do mercado financeiro.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Target apresenta cupons de desconto no celular
A Target, segunda maior varejista de descontos dos Estados Unidos, desenvolveu um sistema de cupons de descontos que permite aos clientes receber ofertas exclusivas diretamente em seus celulares. Os cupons são resgatados com o escaneamento de um código de barras no telefone, no check-out das lojas. O opt-in no programa pode ser feito pelo site Target.com/mobile, no site móvel m.target.com ou enviando uma mensagem SMS para a varejista. Os cupons podem ser usados em qualquer loja da Target.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Walmart cuts prices on staples in Western Canada
Walmart Canada said on Friday that it plans to cut prices on staple goods in Western Canada as it ramps up a price war in that hotly contested area.
The company, a subsidiary of U.S.-based Wal-Mart Stores Inc (WMT.N) (WMT.N), said the items include everything from milk and bread to eggs and butter.
The move comes as competitors such as Loblaw Cos Ltd (L.TO), the country's biggest grocer, and Sobey's, a division of Empire Co Ltd (EMPa.TO), continue to expand in that area.
Loblaw has opened a number of its discount No-Frills stores over the past few years, which offer low prices on all their goods.
Walmart, which has 317 stores across the country, has also opened a number of its larger-format supercenters in western Canada, which offer groceries and general merchandise under one roof.
"This is probably a reaction to the increased discount competition that they (Walmart) are facing," Bill Chisholm, a retail analyst at MacDougall, MacDougall and MacTier, in Toronto, said of Walmart's latest move.
Last month, Walmart also said it planned to spend C$115 million ($113.1 million) to open a refrigerated distribution center in Alberta later this year, which would serve a large part of Western Canada. ($1=$1.02 Canadian) (Reporting by Scott Anderson, editing by Gerald E. McCormick)
Fonte: Reuters
The company, a subsidiary of U.S.-based Wal-Mart Stores Inc (WMT.N) (WMT.N), said the items include everything from milk and bread to eggs and butter.
The move comes as competitors such as Loblaw Cos Ltd (L.TO), the country's biggest grocer, and Sobey's, a division of Empire Co Ltd (EMPa.TO), continue to expand in that area.
Loblaw has opened a number of its discount No-Frills stores over the past few years, which offer low prices on all their goods.
Walmart, which has 317 stores across the country, has also opened a number of its larger-format supercenters in western Canada, which offer groceries and general merchandise under one roof.
"This is probably a reaction to the increased discount competition that they (Walmart) are facing," Bill Chisholm, a retail analyst at MacDougall, MacDougall and MacTier, in Toronto, said of Walmart's latest move.
Last month, Walmart also said it planned to spend C$115 million ($113.1 million) to open a refrigerated distribution center in Alberta later this year, which would serve a large part of Western Canada. ($1=$1.02 Canadian) (Reporting by Scott Anderson, editing by Gerald E. McCormick)
Fonte: Reuters
Amazon shuts out Colorado affiliates for collecting sales tax
Online retailer sends message to states seeking to make up millions in lost tax revenue.
Is the Internet everywhere, or is it nowhere?
This question will strike many readers as a navel-gazing exercise in postmodern existential inquiry, prompting reflections on the 21st-century meaning of location (is an IP address really an address?) and space (is cyberspace actually "space"?). But thanks to Amazon.com, it's become a question about more concrete and imminent issues like budget deficits and tax fairness.
Following a 70 percent earnings increase last quarter, the company this week terminated its business relationships with its Colorado affiliates. The move was a response to new Colorado legislation compelling online retailers to either collect the sales taxes that every other business collects, or at least disclose that customers must pay the levy to the state themselves.
The bill was pragmatic, seeking to raise much-needed revenues as Colorado's infrastructure and schools buckle under a $2 billion budget shortfall. But Amazon, indifferent to such emergencies, reacted with punitive petulance, sending a deliberate message to lawmakers in every other state: Make us play by the same tax rules as other businesses, and your state will be punished, too.
The company, you see, fears that most capitalist of principles: fair competition. It instead relies on a rigged market.
Despite the ubiquity of its Web presence and its affiliates, Amazon says it officially exists in only four states (Kansas, Kentucky, North Dakota and Washington) and that it therefore isn't required to collect local taxes on its transactions in the other 46 states. That has allowed the company to sell goods at seemingly lower prices than local brick-and-mortar competitors, which in turn artificially tilts the market in Amazon's favor.
In recent years, New York, North Carolina, Hawaii and Rhode Island have woken up to the scheme, passing laws that explicitly apply their local taxes to online retailers. Now, with budget crises intensifying, even more states are pondering similar legislation. And so rather than simply accept a level playing field, Amazon opted to make an example out of Colorado as a means of preemptive intimidation.
This is politics at its most bare-knuckled — not surprising, considering it comes from Amazon CEO Jeff Bezos, a caricature of Information Age greed.
In the "Office Space" economy, Amazon is Initech and Bezos is the firm's soullessly saccharine Bill Lumbergh. Like the typical dot-com shark, he shrouds old-fashioned suit-and-cigar ruthlessness in business-casual attire, ear-to-ear grins and Charlie Rose-ready colloquialisms. But beneath the earth tones and triumphalist techno-babble is the same boor who offshored a Seattle call center the moment employees pondered a union.
Punishing one state's economy to scare other states is all in a day's work for this guy — especially because ratio-wise, it could be a brilliant financial decision. Sacrificing some business in Colorado, where the tax was projected to raise $5 million in public revenue, may end up a jackpot investment if the move kills the initiative in places like California, where it could raise $150 million every year.
"If" — it always comes down to "if," doesn't it? And this particular "if" is bigger than even Bezos' corporation.
Amazon, as one California lawmaker says, has "built an entire business model based on tax avoidance." Unfortunately, so have many other firms, as evidenced by America’s $300 billion annual gap between taxes owed and paid. And as more commerce is transacted through tax-avoiding Internet conglomerates, that gap could grow, honest local business could be further disadvantaged, and deficits could explode, forcing ever deeper cuts to public services.
This is the dystopian outcome that multinational corporations and anti-government activists aim for in today's tax wars — and they could make it a reality.
Fonte: Salon
Is the Internet everywhere, or is it nowhere?
This question will strike many readers as a navel-gazing exercise in postmodern existential inquiry, prompting reflections on the 21st-century meaning of location (is an IP address really an address?) and space (is cyberspace actually "space"?). But thanks to Amazon.com, it's become a question about more concrete and imminent issues like budget deficits and tax fairness.
Following a 70 percent earnings increase last quarter, the company this week terminated its business relationships with its Colorado affiliates. The move was a response to new Colorado legislation compelling online retailers to either collect the sales taxes that every other business collects, or at least disclose that customers must pay the levy to the state themselves.
The bill was pragmatic, seeking to raise much-needed revenues as Colorado's infrastructure and schools buckle under a $2 billion budget shortfall. But Amazon, indifferent to such emergencies, reacted with punitive petulance, sending a deliberate message to lawmakers in every other state: Make us play by the same tax rules as other businesses, and your state will be punished, too.
The company, you see, fears that most capitalist of principles: fair competition. It instead relies on a rigged market.
Despite the ubiquity of its Web presence and its affiliates, Amazon says it officially exists in only four states (Kansas, Kentucky, North Dakota and Washington) and that it therefore isn't required to collect local taxes on its transactions in the other 46 states. That has allowed the company to sell goods at seemingly lower prices than local brick-and-mortar competitors, which in turn artificially tilts the market in Amazon's favor.
In recent years, New York, North Carolina, Hawaii and Rhode Island have woken up to the scheme, passing laws that explicitly apply their local taxes to online retailers. Now, with budget crises intensifying, even more states are pondering similar legislation. And so rather than simply accept a level playing field, Amazon opted to make an example out of Colorado as a means of preemptive intimidation.
This is politics at its most bare-knuckled — not surprising, considering it comes from Amazon CEO Jeff Bezos, a caricature of Information Age greed.
In the "Office Space" economy, Amazon is Initech and Bezos is the firm's soullessly saccharine Bill Lumbergh. Like the typical dot-com shark, he shrouds old-fashioned suit-and-cigar ruthlessness in business-casual attire, ear-to-ear grins and Charlie Rose-ready colloquialisms. But beneath the earth tones and triumphalist techno-babble is the same boor who offshored a Seattle call center the moment employees pondered a union.
Punishing one state's economy to scare other states is all in a day's work for this guy — especially because ratio-wise, it could be a brilliant financial decision. Sacrificing some business in Colorado, where the tax was projected to raise $5 million in public revenue, may end up a jackpot investment if the move kills the initiative in places like California, where it could raise $150 million every year.
"If" — it always comes down to "if," doesn't it? And this particular "if" is bigger than even Bezos' corporation.
Amazon, as one California lawmaker says, has "built an entire business model based on tax avoidance." Unfortunately, so have many other firms, as evidenced by America’s $300 billion annual gap between taxes owed and paid. And as more commerce is transacted through tax-avoiding Internet conglomerates, that gap could grow, honest local business could be further disadvantaged, and deficits could explode, forcing ever deeper cuts to public services.
This is the dystopian outcome that multinational corporations and anti-government activists aim for in today's tax wars — and they could make it a reality.
Fonte: Salon
Best Buy founder joins investment joint-venture
Founders Properties, LLC, announced on Friday the formation of a joint venture company that will pursue investment opportunities in commercial real estate on a nationwide basis. The new company will be half owned by Richard M. Schulze, founder and chairman of the board, Best Buy Co. and half owned by Opus Properties, LLC.
Schulze and Opus founder Gerald Rauenhorst will be the principal investors in new real estate investment vehicles to be formed and managed by Founders Properties.
Andy Deckas, president of Opus Properties, LLC, will serve as Founders Properties president.
“I’ve invested with this team for more than 10 years,” said Schulze. “Founders Properties provides me with the opportunity to co-own, as well as co-invest, in future opportunities with a proven team experienced and well connected in the commercial real estate market.”
Founders Properties will be headquartered in Minneapolis and will seek investment opportunities in major markets across the United States.
Fonte: Retailing Today
Schulze and Opus founder Gerald Rauenhorst will be the principal investors in new real estate investment vehicles to be formed and managed by Founders Properties.
Andy Deckas, president of Opus Properties, LLC, will serve as Founders Properties president.
“I’ve invested with this team for more than 10 years,” said Schulze. “Founders Properties provides me with the opportunity to co-own, as well as co-invest, in future opportunities with a proven team experienced and well connected in the commercial real estate market.”
Founders Properties will be headquartered in Minneapolis and will seek investment opportunities in major markets across the United States.
Fonte: Retailing Today
Life is good co-founder UNH graduation speaker
Bert Jacobs, co-founder of Life is good, an apparel and accessories company known for its smiling stick figure Jake and its optimistic messages, will be the keynote speaker at the University of New Hampshire's commencement May 22. Life is good was launched by Jacobs and his brother, John, in 1994 with just $78. Today the $100 million company sells its products in 4,500 retail stores nationwide and in 30 countries around the world. The Boston- and Hudson-based company does no product advertising and attributes 100 percent of its growth to customer word-of-mouth. In 1989, knowing nothing about the business, the Jacobs began designing T-shirts, selling them on the streets of Boston and at colleges and street fairs along the East Coast, sleeping in an old van as they went. Between then and 2007, the brothers sold nearly 20 million T-shirts.
Fonte: Seacoast Online
Fonte: Seacoast Online
Ulta Salon Expects Earnings and Sales Growth
Ulta Salon Cosmetics & Fragrance Inc. on Thursday said it expects its earnings per share to double or nearly double in its fiscal first quarter compared with a year ago.
The beauty retailer expects to earn between 14 cents per share and 16 cents per share for the period ending in April, compared with 8 cents per share last year.
It forecast sales of $301 million to $307 million, up from $268.8 million in the period last year. Analysts polled by Thomson Reuters expect it to earn 12 cents per share on $299 million in revenue in the period.
Fonte: ABC News
The beauty retailer expects to earn between 14 cents per share and 16 cents per share for the period ending in April, compared with 8 cents per share last year.
It forecast sales of $301 million to $307 million, up from $268.8 million in the period last year. Analysts polled by Thomson Reuters expect it to earn 12 cents per share on $299 million in revenue in the period.
Fonte: ABC News
SuperValu Spikes on Buyout Rumors
SuperValu(SVU) is spiking on rumors of private equity interest in the grocer.
SuperValu shares reached $17.89 earlier in the day, their highest point in eight months, before falling back a bit to $16.91.
Since SuperValu CEO Craig Herkert took the reins in May, SuperValu has been cutting costs by shedding stores and reducing the number of products it carries.
Elsewhere in the retail sector, takeover speculation surfaced for video game retailer GameStop(GME). The news sent its stock up 6% on Thursday to $19.35. It fell slightly this morning and is currently exchanging hands at $19.24.
"The company generates strong free cash flow and is not getting respect as a public company," Sterne, Agee & Leach analyst Arvind Bhatia says. Thus, a takeover by a private equity firm, according to Bhatia, would make sense.
Fonte: The Street (New York)
SuperValu shares reached $17.89 earlier in the day, their highest point in eight months, before falling back a bit to $16.91.
Since SuperValu CEO Craig Herkert took the reins in May, SuperValu has been cutting costs by shedding stores and reducing the number of products it carries.
Elsewhere in the retail sector, takeover speculation surfaced for video game retailer GameStop(GME). The news sent its stock up 6% on Thursday to $19.35. It fell slightly this morning and is currently exchanging hands at $19.24.
"The company generates strong free cash flow and is not getting respect as a public company," Sterne, Agee & Leach analyst Arvind Bhatia says. Thus, a takeover by a private equity firm, according to Bhatia, would make sense.
Fonte: The Street (New York)
Get Target coupons on your cell phone
According to CNET, Target now offers mobile coupons.
And, according to Target, it is the first major retailer to offer the ability to get coupons via your cell phone, although there have been coupon sites — such as Cellfire, Google, Coupon Sherpa and Yowza — that have been blazing this trail in the last year or so.
How it works is shoppers can register on Target’s Web site or text the word “COUPONS” to 827438.
The service sends text messages with links to a Web page that features various coupons. CNET reported that the program works with any phone that has a mobile browser and data plan for Internet use.
Target reportedly will replenish coupons as they expire, and the coupons are good at any Target but not at Target.com.
According to the initial story, JCPenney is testing a similar plan as well.
Fonte: Dayton Daily News
And, according to Target, it is the first major retailer to offer the ability to get coupons via your cell phone, although there have been coupon sites — such as Cellfire, Google, Coupon Sherpa and Yowza — that have been blazing this trail in the last year or so.
How it works is shoppers can register on Target’s Web site or text the word “COUPONS” to 827438.
The service sends text messages with links to a Web page that features various coupons. CNET reported that the program works with any phone that has a mobile browser and data plan for Internet use.
Target reportedly will replenish coupons as they expire, and the coupons are good at any Target but not at Target.com.
According to the initial story, JCPenney is testing a similar plan as well.
Fonte: Dayton Daily News
CA's Recovery Management Business and Products Continue to Receive Top Industry Accolades
Channel Focus and CA ARCserve Family of Products Earn Recognition from Industry Experts and Partners Worldwide
CA, Inc. (Nasdaq: CA) today announced that that awards and praise from partners and pundits are continuing to pile up for CA's recovery management channel business and products. In the last year, partners and industry experts have bestowed them with more than 30 honors, including numerous awards and top grades in standalone and competitive product reviews.
Most recently, Network Computing Magazine named CA "Company of the Year" and awarded CA ARCserve® Backup "Product of the Year." Announced March 4, the annual Network Computing Awards recognize the companies, the products and the services that have most impressed the readers of the UK's longest running computer networking publication.
Also, in Network World's recent Best of the Tests 2010, CA ARCserve Backup was the only backup solution to be recognized as a "Tester's Choice" and was referred to as the "go to" platform and "one of the most robust and reliable products in the reviewer's lab."
From a product perspective, CA earned frequent kudos for its approach to data deduplication and capabilities for recovery of information in Windows Server 2008 Hyper-V and VMware VCB virtualized environments.
"To be successful, our partners and customers rely on us to provide the best people, products and programs," said Adam Famularo, senior vice president and general manager for CA's Recovery Management and Data Modeling Business Unit. "We are excited about all of the recognition and are focused on working hard to continue to deliver unsurpassed products and service."
Fonte: Websphere Journal
CA, Inc. (Nasdaq: CA) today announced that that awards and praise from partners and pundits are continuing to pile up for CA's recovery management channel business and products. In the last year, partners and industry experts have bestowed them with more than 30 honors, including numerous awards and top grades in standalone and competitive product reviews.
Most recently, Network Computing Magazine named CA "Company of the Year" and awarded CA ARCserve® Backup "Product of the Year." Announced March 4, the annual Network Computing Awards recognize the companies, the products and the services that have most impressed the readers of the UK's longest running computer networking publication.
Also, in Network World's recent Best of the Tests 2010, CA ARCserve Backup was the only backup solution to be recognized as a "Tester's Choice" and was referred to as the "go to" platform and "one of the most robust and reliable products in the reviewer's lab."
From a product perspective, CA earned frequent kudos for its approach to data deduplication and capabilities for recovery of information in Windows Server 2008 Hyper-V and VMware VCB virtualized environments.
"To be successful, our partners and customers rely on us to provide the best people, products and programs," said Adam Famularo, senior vice president and general manager for CA's Recovery Management and Data Modeling Business Unit. "We are excited about all of the recognition and are focused on working hard to continue to deliver unsurpassed products and service."
Fonte: Websphere Journal
Target names new board member
Target announced that chairman, president and CEO John Stumpf of Wells Fargo & Co. has been appointed to its board of directors, effective immediately. Stumpf will replace George Tamke, who retired from the board on March 9.
Stumpf is a 28-year veteran at Wells Fargo, having joined the former Norwest Corp. (predecessor of Wells Fargo) in 1982. He was named CEO in June 2007, elected to Wells Fargo’s board of directors in June 2006, and has been president since August 2005.
George Tamke has served on Target’s board since 1999. He is a partner at Clayton, Dubilier, & Rice, a private investment firm.
Target also announced that Richard Kovacevich, former chairman and CEO of Wells Fargo & Co., intends to retire from Target’s board of directors on Dec. 31. Kovacevich has served on Target’s board since 1996.
Fonte: Drug Store News
Stumpf is a 28-year veteran at Wells Fargo, having joined the former Norwest Corp. (predecessor of Wells Fargo) in 1982. He was named CEO in June 2007, elected to Wells Fargo’s board of directors in June 2006, and has been president since August 2005.
George Tamke has served on Target’s board since 1999. He is a partner at Clayton, Dubilier, & Rice, a private investment firm.
Target also announced that Richard Kovacevich, former chairman and CEO of Wells Fargo & Co., intends to retire from Target’s board of directors on Dec. 31. Kovacevich has served on Target’s board since 1996.
Fonte: Drug Store News
Barclays programmer gets four years for role in TJX attacks
Zaman pleaded guilty to helping Gonzalez gang launder money from data theft scheme
A former Barclays Bank programmer who helped launder money for the mastermind behind the data thefts at TJX Companies Inc. and other retailers, was sentenced to four years in prison by a federal court in Boston on Thursday.
Humza Zaman, 33, was also ordered to pay a fine of $75,000 and will be under three years of court supervision upon his release.
Zaman last April had pleaded guilty to a one-count indictment charging him with a litany of offenses including money laundering, unlawful access to computers, identity theft and wire fraud. Zaman's sentence is due to begin on April 12.
Court papers said Zaman helped Albert Gonzalez, the leader of the criminal gang behind the TJX attacks, to launder between $600,000 and $800,000 of stolen money. Zaman is believed to have received about 10% of the amount for his effort.
Gonzalez was one of 11 individuals arrested in August 2008 in connection with the massive data thefts at TJX, BJs Wholesale Clubs Inc. and numerous other retailers. In all, Gonzalez and his gang are believed responsible for stealing data more than 130 million credit and debit cards over a six-year period going back to 2003.
Gonzalez, who is from Miami, last year pleaded guilty to his role in the attacks and is awaiting sentencing. Under the terms of a plea agreement with federal prosecutors, Gonzalez will receive a minimum sentence of 17 years in prison.
According to court papers, Zaman's role in the operation was limited to helping Gonzalez repatriate proceeds from the sale and use of stolen credit card data. Gonzalez would often have money sent to a bank account in Latvia, and Zaman would arrange to have the money sent back to the U.S.
At one time, for example, Zaman used ATM cards linked to several fictitious accounts to withdraw more than $38,000 from Gonzalez's Latvian bank account. He then sent the money to Gonzalez, after keeping a 10% cut. Zaman also traveled from New York to California on multiple occasions to meet with an individual who would give him between $100,000 and $250,000 in cash. After taking his cut, Zaman would put the money in Federal Express boxes and ship it to Gonzalez using a fictitious name, the court papers said.
In March 2008, Zaman, who was working at Barclays at the time, sent a copy of the banks ATM transaction log to Gonzalez to see if it would be of any value to his gang. Those logs, however, appear never to have been used by the gang, the court papers noted.
In recommending a 46-month sentence for his actions, prosecutors noted that Zaman "incontrovertibly knew that Gonzalez was a major hacker who profited handsomely from identity theft from major corporations." However, there is no evidence to show that Zaman participated in any of the intrusions or knew of their scope.
In a pre-sentencing memo, prosecutors described Zaman as an individual with a normal childhood who read a lot, had a lot of friends and was a member of numerous after-school clubs. Between 1999 and the time of his arrest in March 2009, Zaman's progressed through a "series of jobs with increasing responsibility" increasing his annual salary from $30,000 to more than $130,000 plus bonuses. However, a lifestyle characterized by partying and the use of expensive recreational drugs meant that Zaman "needed cash beyond his six-figure legitimate income," the memo noted.
Fonte: Network World
A former Barclays Bank programmer who helped launder money for the mastermind behind the data thefts at TJX Companies Inc. and other retailers, was sentenced to four years in prison by a federal court in Boston on Thursday.
Humza Zaman, 33, was also ordered to pay a fine of $75,000 and will be under three years of court supervision upon his release.
Zaman last April had pleaded guilty to a one-count indictment charging him with a litany of offenses including money laundering, unlawful access to computers, identity theft and wire fraud. Zaman's sentence is due to begin on April 12.
Court papers said Zaman helped Albert Gonzalez, the leader of the criminal gang behind the TJX attacks, to launder between $600,000 and $800,000 of stolen money. Zaman is believed to have received about 10% of the amount for his effort.
Gonzalez was one of 11 individuals arrested in August 2008 in connection with the massive data thefts at TJX, BJs Wholesale Clubs Inc. and numerous other retailers. In all, Gonzalez and his gang are believed responsible for stealing data more than 130 million credit and debit cards over a six-year period going back to 2003.
Gonzalez, who is from Miami, last year pleaded guilty to his role in the attacks and is awaiting sentencing. Under the terms of a plea agreement with federal prosecutors, Gonzalez will receive a minimum sentence of 17 years in prison.
According to court papers, Zaman's role in the operation was limited to helping Gonzalez repatriate proceeds from the sale and use of stolen credit card data. Gonzalez would often have money sent to a bank account in Latvia, and Zaman would arrange to have the money sent back to the U.S.
At one time, for example, Zaman used ATM cards linked to several fictitious accounts to withdraw more than $38,000 from Gonzalez's Latvian bank account. He then sent the money to Gonzalez, after keeping a 10% cut. Zaman also traveled from New York to California on multiple occasions to meet with an individual who would give him between $100,000 and $250,000 in cash. After taking his cut, Zaman would put the money in Federal Express boxes and ship it to Gonzalez using a fictitious name, the court papers said.
In March 2008, Zaman, who was working at Barclays at the time, sent a copy of the banks ATM transaction log to Gonzalez to see if it would be of any value to his gang. Those logs, however, appear never to have been used by the gang, the court papers noted.
In recommending a 46-month sentence for his actions, prosecutors noted that Zaman "incontrovertibly knew that Gonzalez was a major hacker who profited handsomely from identity theft from major corporations." However, there is no evidence to show that Zaman participated in any of the intrusions or knew of their scope.
In a pre-sentencing memo, prosecutors described Zaman as an individual with a normal childhood who read a lot, had a lot of friends and was a member of numerous after-school clubs. Between 1999 and the time of his arrest in March 2009, Zaman's progressed through a "series of jobs with increasing responsibility" increasing his annual salary from $30,000 to more than $130,000 plus bonuses. However, a lifestyle characterized by partying and the use of expensive recreational drugs meant that Zaman "needed cash beyond his six-figure legitimate income," the memo noted.
Fonte: Network World
Costco drawn to Fort Oglethorpe area by demographics
Representatives from Costco Wholesale said they have been looking to get into the Chattanooga market for five to seven years and chose the Fort Oglethorpe location because of its proximity to Interstate 75.
Speaking to the media for the first time since Catoosa County's Feb. 19 announcement that the warehouse club would build off of Cloud Springs Road, representatives said the demographics of the Chattanooga area attracted their attention years ago.
"It's definitely a market where we should be," said Roger Campbell, Costco's senior vice president for the Southeast.
Until about a year ago, Costco was considering at least three sites, including two in Hamilton County, according to Joe Kucharski, a broker with Northwest Atlantic, Costco's exclusive real estate broker.
Mr. Campbell said the location allows the store to serve the entire Chattanooga area, but also tap into Dalton, Ga., more than a store across the state line would have.
Georgia's lower sales tax and Tennessee's laws prohibiting wine sales at grocery stores also played a minor role in the company's decision, he said.
"The most important thing for us is the right location," he said.
With the easy interstate access, the store could bring in above-average sales and generate more than $135 million in income annually, he said.
"It's basically demographics," Mr. Kucharski said. "It's a good location that can reach the entire Chattanooga (Metropolitan Statistical Area)."
The club will be a full-sized store offering all of the departments that other Costcos do, he said.
Mr. Kucharski said Costco was looking at other locations in Georgia, Tennessee and Alabama, but could not comment on any other negotiations.
"Costco is very conservative and methodical in its expansion," he said. "A lot of pieces have to fall into place to make a deal successful."
Fonte: Chattanooga Times Free Press
Speaking to the media for the first time since Catoosa County's Feb. 19 announcement that the warehouse club would build off of Cloud Springs Road, representatives said the demographics of the Chattanooga area attracted their attention years ago.
"It's definitely a market where we should be," said Roger Campbell, Costco's senior vice president for the Southeast.
Until about a year ago, Costco was considering at least three sites, including two in Hamilton County, according to Joe Kucharski, a broker with Northwest Atlantic, Costco's exclusive real estate broker.
Mr. Campbell said the location allows the store to serve the entire Chattanooga area, but also tap into Dalton, Ga., more than a store across the state line would have.
Georgia's lower sales tax and Tennessee's laws prohibiting wine sales at grocery stores also played a minor role in the company's decision, he said.
"The most important thing for us is the right location," he said.
With the easy interstate access, the store could bring in above-average sales and generate more than $135 million in income annually, he said.
"It's basically demographics," Mr. Kucharski said. "It's a good location that can reach the entire Chattanooga (Metropolitan Statistical Area)."
The club will be a full-sized store offering all of the departments that other Costcos do, he said.
Mr. Kucharski said Costco was looking at other locations in Georgia, Tennessee and Alabama, but could not comment on any other negotiations.
"Costco is very conservative and methodical in its expansion," he said. "A lot of pieces have to fall into place to make a deal successful."
Fonte: Chattanooga Times Free Press
Discount giant targets Australia
US DISCOUNT retailing giant Costco has pinpointed the Asia-Pacific region as a key source of growth and has the capacity to roll out two stores a year in Australia, intensifying the battle with local market heavyweights Woolworths and Coles.
Costco, which relies on a membership model, has already signed 75,000 members in Australia, and is on track soon to hit 100,000 patrons across the country, despite only operating out of one store in Melbourne's docklands precinct. A second outlet in Sydney is in the planning approval process.
Costco chief financial officer Richard Galanti told analysts in the US during a quarterly earnings update that the supermarket company had locked on to this part of the world to feed its international growth aspirations. ''We are ramping up some of our international [operations] a little bit; our success in Asia is an example, and Australia.''
Costco has long sought a greater presence in Australia, and as part of a fresh aggressive push into the local market could announce its third store in Brisbane or Canberra soon. Mr Galanti communicated that rollout strategy to US analysts. ''It means instead of doing three in three years total, we will do hopefully five or six [in Australia].''
Costco has made a similar thrust into Asia, opening 22 stores across Japan, Korea and Taiwan.
Its international stores, which take in Canada, Mexico, Asia, Britain and Australia, have generated better growth rates than its American operations recently..
For the six months to February 14, 2010, international sales lifted 19 per cent against only a 3 per cent gain within the US. Across the group, Costco reported an 8 per cent increase in sales to $US35.28 billion for the first half of 2010, from $US32.52 billion during the first half of fiscal 2009. Costco has injected more than $100 million into its Australian business since 2008, with Costco Wholesale Australia recording a $2.36 million loss for the year to August 31, 2008, against a $1.43 million loss in 2007. As at August 31, 2009 the company had $1.4 billion equity.
The local managing director, Patrick Noone, said his target was to seek a new location every year, depending on the availability of land and on local planning regulations.
''We certainly have the capacity to do that [open two stores a year over three years]… I hope we can do that,'' he said.
''In Australia we have had a terrific opening in Melbourne, great support from the population.''
Fonte: The Age
Costco, which relies on a membership model, has already signed 75,000 members in Australia, and is on track soon to hit 100,000 patrons across the country, despite only operating out of one store in Melbourne's docklands precinct. A second outlet in Sydney is in the planning approval process.
Costco chief financial officer Richard Galanti told analysts in the US during a quarterly earnings update that the supermarket company had locked on to this part of the world to feed its international growth aspirations. ''We are ramping up some of our international [operations] a little bit; our success in Asia is an example, and Australia.''
Costco has long sought a greater presence in Australia, and as part of a fresh aggressive push into the local market could announce its third store in Brisbane or Canberra soon. Mr Galanti communicated that rollout strategy to US analysts. ''It means instead of doing three in three years total, we will do hopefully five or six [in Australia].''
Costco has made a similar thrust into Asia, opening 22 stores across Japan, Korea and Taiwan.
Its international stores, which take in Canada, Mexico, Asia, Britain and Australia, have generated better growth rates than its American operations recently..
For the six months to February 14, 2010, international sales lifted 19 per cent against only a 3 per cent gain within the US. Across the group, Costco reported an 8 per cent increase in sales to $US35.28 billion for the first half of 2010, from $US32.52 billion during the first half of fiscal 2009. Costco has injected more than $100 million into its Australian business since 2008, with Costco Wholesale Australia recording a $2.36 million loss for the year to August 31, 2008, against a $1.43 million loss in 2007. As at August 31, 2009 the company had $1.4 billion equity.
The local managing director, Patrick Noone, said his target was to seek a new location every year, depending on the availability of land and on local planning regulations.
''We certainly have the capacity to do that [open two stores a year over three years]… I hope we can do that,'' he said.
''In Australia we have had a terrific opening in Melbourne, great support from the population.''
Fonte: The Age
Abercrombie Plans to Keep on Discounting
Abercrombie & Fitch was steadfastly opposed discounting in late 2008, but the recession has changed things, including the demand for Abercrombie's clothing. The hip clothing retailer began embracing discounting last year. The Wall Street Journal reports that Abercrombie plans to continue discounting through the spring.
Abercrombie & Fitch Co. said Wednesday that it will continue its uncharacteristically high levels of discounting through the spring in order to boost store sales.
Jonathan Ramsden, chief financial officer of the New Albany, Ohio, teen clothing retailer, said it is willing to sacrifice margins if necessary to improve sales. Average unit prices, which were down 14% in February on higher discounting, will continue to be "down quite significantly" for the first half of the year, Mr. Ramsden said.
The Wall Street Journal article also says Abercrombie & Fitch has identified 200 underperforming stores which it plans to close when the leases expire. The WSJ says about half of the 200 underperforming stores half leases expiring within the next three years.
Fonte: Shopping Blog
Abercrombie & Fitch Co. said Wednesday that it will continue its uncharacteristically high levels of discounting through the spring in order to boost store sales.
Jonathan Ramsden, chief financial officer of the New Albany, Ohio, teen clothing retailer, said it is willing to sacrifice margins if necessary to improve sales. Average unit prices, which were down 14% in February on higher discounting, will continue to be "down quite significantly" for the first half of the year, Mr. Ramsden said.
The Wall Street Journal article also says Abercrombie & Fitch has identified 200 underperforming stores which it plans to close when the leases expire. The WSJ says about half of the 200 underperforming stores half leases expiring within the next three years.
Fonte: Shopping Blog
Big Lots announces promotions
Big Lots has announced promotions and certain organizational changes.
The following promotions are effective immediately:
Lisa Bachmann has been promoted to EVP supply chain management and CIO, with additional responsibility for distribution and transportation services. Bachmann joined Big Lots in March 2002 as SVP merchandise planning/allocation, and in July 2005, she assumed the additional role of CIO.
Joe Cooper has been promoted to EVP, CFO, with additional responsibility for loss prevention and risk management. Cooper joined Big Lots in May 2000 as VP strategic planning and investor relations, and in July 2000, he assumed the additional responsibility of treasury. Cooper was promoted to SVP, CFO in January 2005.
Charles Haubiel II has been promoted to EVP legal and real estate, with additional responsibility for the company's employment litigation and general liability administration functions currently associated with risk management. He will continue to serve as the company's general counsel, corporate secretary, and also have primary responsibility for the company's real estate operations. Haubiel joined Big Lots in 1997 and was promoted to general counsel and corporate secretary in 2000. He became SVP, general counsel and corporate secretary in November 2004, and assumed the responsibility for real estate in January 2008.
Steven Smart has been promoted to SVP, general merchandise manager. In addition to his current responsibility for consumables, he will assume additional responsibility for hardlines and play and wear. Smart joined Big Lots in May 2003 as VP, merchandise manager of consumables.
Robert Segal, SVP, general merchandise manager, who is currently responsible for the home and furniture categories, will assume additional responsibility for the seasonal category.
The company also announced today the retirement of Brad Waite, EVP, human resources, loss prevention, and risk management, after 22 years with Big Lots.
Steve Fishman, Chairman, CEO and President stated, "With growth comes opportunity, and today we are rewarding excellent performance by announcing four executive-level promotions. Lisa Bachmann, Joe Cooper, Chuck Haubiel, and Steven Smart have each played vital roles in the recent success of our strategy. With these management changes, I believe we have taken a meaningful step forward in establishing an organizational structure for the future."
Fonte: Retailing Today
The following promotions are effective immediately:
Lisa Bachmann has been promoted to EVP supply chain management and CIO, with additional responsibility for distribution and transportation services. Bachmann joined Big Lots in March 2002 as SVP merchandise planning/allocation, and in July 2005, she assumed the additional role of CIO.
Joe Cooper has been promoted to EVP, CFO, with additional responsibility for loss prevention and risk management. Cooper joined Big Lots in May 2000 as VP strategic planning and investor relations, and in July 2000, he assumed the additional responsibility of treasury. Cooper was promoted to SVP, CFO in January 2005.
Charles Haubiel II has been promoted to EVP legal and real estate, with additional responsibility for the company's employment litigation and general liability administration functions currently associated with risk management. He will continue to serve as the company's general counsel, corporate secretary, and also have primary responsibility for the company's real estate operations. Haubiel joined Big Lots in 1997 and was promoted to general counsel and corporate secretary in 2000. He became SVP, general counsel and corporate secretary in November 2004, and assumed the responsibility for real estate in January 2008.
Steven Smart has been promoted to SVP, general merchandise manager. In addition to his current responsibility for consumables, he will assume additional responsibility for hardlines and play and wear. Smart joined Big Lots in May 2003 as VP, merchandise manager of consumables.
Robert Segal, SVP, general merchandise manager, who is currently responsible for the home and furniture categories, will assume additional responsibility for the seasonal category.
The company also announced today the retirement of Brad Waite, EVP, human resources, loss prevention, and risk management, after 22 years with Big Lots.
Steve Fishman, Chairman, CEO and President stated, "With growth comes opportunity, and today we are rewarding excellent performance by announcing four executive-level promotions. Lisa Bachmann, Joe Cooper, Chuck Haubiel, and Steven Smart have each played vital roles in the recent success of our strategy. With these management changes, I believe we have taken a meaningful step forward in establishing an organizational structure for the future."
Fonte: Retailing Today
Margens operacionais compensam queda nas receitas da B2W, aponta Ativa
A B2W reportou lucro líquido de R$ 14,1 milhões no terceiro trimestre, um crescimento de 386% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a companhia lucrou R$ 2,9 milhões
O resultado financeiro da B2W (BTOW3), empresa resultante da fusão entre Americanas.com e Submarino, foi considerado "marginalmente positivo" pelos analistas da corretora Ativa, que ressaltam que apesar das receitas menores que o esperado e despesa financeira líquida maior, as margens operacionais ficaram bastante acima das projeções.
"Acreditamos que a B2W possa ter priorizado margem bruta neste trimestre, o que pode ter levado a um desempenho de vendas que deixou a desejar e bastante abaixo da evolução do e-commerce", diz o relatório assinado pela analista Juliana Campos.
A corretora destaca positivamente as despesas operacionais, que aumentaram 4,4% no quarto trimestre na comparação ano a ano, "mostrando um forte controle de gastos, após uma maior pressão no trimestre anterior".
A B2W reportou lucro líquido de R$ 14,1 milhões no terceiro trimestre, um crescimento de 386% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a companhia lucrou R$ 2,9 milhões. No acumulado de 2009, o lucro líquido foi de R$ 47,6 milhões, ante R$ 61,8 milhões reportados no ano anterior.
"As despesas financeiras e as outras despesas operacionais continuam sacrificando o lucro líquido da companhia, apesar de Ebitda de R$174 milhões", ressalta a analista, que lembra que tanto o lucro quanto o Ebitda ficaram acima das projeções da corretora.
Há poucos instantes, as ações ordinárias da companhia (BTOW3) recuavam 1,05% vendidas a R$ 40,44
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
O resultado financeiro da B2W (BTOW3), empresa resultante da fusão entre Americanas.com e Submarino, foi considerado "marginalmente positivo" pelos analistas da corretora Ativa, que ressaltam que apesar das receitas menores que o esperado e despesa financeira líquida maior, as margens operacionais ficaram bastante acima das projeções.
"Acreditamos que a B2W possa ter priorizado margem bruta neste trimestre, o que pode ter levado a um desempenho de vendas que deixou a desejar e bastante abaixo da evolução do e-commerce", diz o relatório assinado pela analista Juliana Campos.
A corretora destaca positivamente as despesas operacionais, que aumentaram 4,4% no quarto trimestre na comparação ano a ano, "mostrando um forte controle de gastos, após uma maior pressão no trimestre anterior".
A B2W reportou lucro líquido de R$ 14,1 milhões no terceiro trimestre, um crescimento de 386% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a companhia lucrou R$ 2,9 milhões. No acumulado de 2009, o lucro líquido foi de R$ 47,6 milhões, ante R$ 61,8 milhões reportados no ano anterior.
"As despesas financeiras e as outras despesas operacionais continuam sacrificando o lucro líquido da companhia, apesar de Ebitda de R$174 milhões", ressalta a analista, que lembra que tanto o lucro quanto o Ebitda ficaram acima das projeções da corretora.
Há poucos instantes, as ações ordinárias da companhia (BTOW3) recuavam 1,05% vendidas a R$ 40,44
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
Lucro da B2W cresce 386% no 4º trimestre
No acumulado de 2009, o lucro líquido foi de R$ 47,6 milhões, ante R$ 61,8 milhões reportados no ano anterior.
A B2W (BTOW3), empresa resultante da fusão entre Americanas.com e Submarino, registrou lucro líquido de R$ 14,1 milhões no quarto trimestre de 2009, um crescimento de 386% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a companhia lucrou R$ 2,9 milhões. No acumulado do ano, o lucro líquido foi de R$ 47,6 milhões, ante R$ 61,8 milhões reportados em 2008.
O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 174 milhões no trimestre, representando 49% de crescimento em relação aos R$ 117,1 milhões nos últimos três meses de 2008. Nos doze meses, o Ebitda foi de R$ 488,7 milhões, 20% maior do que em 2008 (R$ 407,2 milhões)
Já a receita líquida cresceu 31%, passando de R$ 877,3 milhões no quarto trimestre de 2008 para R$ 1,14 bilhão no mesmo período do ano passado. No ano, a receita aumentou 22%, atingindo R$3,79 bilhões.
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
A B2W (BTOW3), empresa resultante da fusão entre Americanas.com e Submarino, registrou lucro líquido de R$ 14,1 milhões no quarto trimestre de 2009, um crescimento de 386% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a companhia lucrou R$ 2,9 milhões. No acumulado do ano, o lucro líquido foi de R$ 47,6 milhões, ante R$ 61,8 milhões reportados em 2008.
O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 174 milhões no trimestre, representando 49% de crescimento em relação aos R$ 117,1 milhões nos últimos três meses de 2008. Nos doze meses, o Ebitda foi de R$ 488,7 milhões, 20% maior do que em 2008 (R$ 407,2 milhões)
Já a receita líquida cresceu 31%, passando de R$ 877,3 milhões no quarto trimestre de 2008 para R$ 1,14 bilhão no mesmo período do ano passado. No ano, a receita aumentou 22%, atingindo R$3,79 bilhões.
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
Lucro da Lojas Americanas cresce 55,9% no 4º tri
No acumulado do ano, o lucro da Lojas Americanas foi de R$ 152 milhões, ante R$ 89,5 milhões em 2008 (alta de 69,8%).
A Lojas Americanas (LAME3) teve lucro líquido de R$ 136,9 milhões no quarto trimestre de 2009, um crescimento de 55,9% em relação aos R$ 87,8 milhões reportados no mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, o lucro da Lojas Americanas foi de R$ 152 milhões, ante R$ 89,5 milhões em 2008 (alta de 69,8%).
O Ebitda consolidado (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 484,7 milhões entre outubro e dezembro de 2009, uma expansão de 33,3% face igual período de 2009.
A receita líquida cresceu 24,3% na mesma comparação, passando de R$ 2,12 bilhões para R$ 2,64 bilhões.
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
A Lojas Americanas (LAME3) teve lucro líquido de R$ 136,9 milhões no quarto trimestre de 2009, um crescimento de 55,9% em relação aos R$ 87,8 milhões reportados no mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, o lucro da Lojas Americanas foi de R$ 152 milhões, ante R$ 89,5 milhões em 2008 (alta de 69,8%).
O Ebitda consolidado (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 484,7 milhões entre outubro e dezembro de 2009, uma expansão de 33,3% face igual período de 2009.
A receita líquida cresceu 24,3% na mesma comparação, passando de R$ 2,12 bilhões para R$ 2,64 bilhões.
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
Marisol assume controle da Babysol
A companhia ressalta, em nota, que já detinha a participação de 50% no capital social da Babysol, passando, com a operação, a deter seu controle integral.
A Marisol anunciou nesta terça-feira que adquiriu a Babysol Comércio do Vestuário, da MTA Participações. O valor do negócio não foi informado.
A companhia ressalta, em nota, que já detinha a participação de 50% no capital social da Babysol, passando, com a operação, a deter seu controle integral.
"A presente operação está em linha com o objetivo de ampliar a atuação da Marisol no segmento do vestuário, estabelecendo extensa rede de lojas próprias e franqueadas, em âmbito nacional, no conceito Baby Store, que abrange o comércio de artigos de puericultura, roupas, calçados, acessórios, enxovais e móveis para bebê e moda infantil", afirma a empresa, em comunicado.
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
A Marisol anunciou nesta terça-feira que adquiriu a Babysol Comércio do Vestuário, da MTA Participações. O valor do negócio não foi informado.
A companhia ressalta, em nota, que já detinha a participação de 50% no capital social da Babysol, passando, com a operação, a deter seu controle integral.
"A presente operação está em linha com o objetivo de ampliar a atuação da Marisol no segmento do vestuário, estabelecendo extensa rede de lojas próprias e franqueadas, em âmbito nacional, no conceito Baby Store, que abrange o comércio de artigos de puericultura, roupas, calçados, acessórios, enxovais e móveis para bebê e moda infantil", afirma a empresa, em comunicado.
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
Vendas em shoppings crescem 12% em janeiro
O resultado faz parte do monitoramento mensal realizado com exclusividade pela TNS Research International para a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).
As vendas em shopping centers continuam a apresentar bom desempenho. O primeiro resultado deste ano, referente a janeiro, aponta crescimento de 12% nas vendas em comparação a igual período anterior. O resultado faz parte do monitoramento mensal realizado com exclusividade pela TNS Research International para a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce). O índice percentual de janeiro já supera o resultado obtido no mesmo período de 2009 e 2008 - 6% e 8% respectivamente, indicando uma curva de crescimento tão favorável quanto as verificadas em janeiro de 2007 e 2006: 14% e 12%.
"Esse número confirma as nossas expectativas para o ano", comenta Luiz Fernando Veiga, presidente da Abrasce. A Associação divulgou, no início deste ano, projeções que apontavam 12% de aumento nas vendas em 2010, ultrapassando R$ 79 bilhões em faturamento. Além disso, os 21 novos empreendimentos previstos para o ano devem somar mais de 540 mil m2 de Área Bruta Locável (ABL) e gerar aproximadamente 53 mil novos empregos.
No ano passado foram inaugurados 16 empreendimentos, contribuindo para a geração de 36 mil postos de trabalho no País. Há hoje no Brasil 392 centros de compras desse tipo, que juntos empregam 757 mil pessoas. "No início de 2009, havíamos projetado um crescimento de 8% para o setor. Os resultados superaram nossa expectativa e comprovaram que a crise econômica não afetou nosso negócio", conclui Luiz Fernando Veiga, presidente da Associação.
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
As vendas em shopping centers continuam a apresentar bom desempenho. O primeiro resultado deste ano, referente a janeiro, aponta crescimento de 12% nas vendas em comparação a igual período anterior. O resultado faz parte do monitoramento mensal realizado com exclusividade pela TNS Research International para a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce). O índice percentual de janeiro já supera o resultado obtido no mesmo período de 2009 e 2008 - 6% e 8% respectivamente, indicando uma curva de crescimento tão favorável quanto as verificadas em janeiro de 2007 e 2006: 14% e 12%.
"Esse número confirma as nossas expectativas para o ano", comenta Luiz Fernando Veiga, presidente da Abrasce. A Associação divulgou, no início deste ano, projeções que apontavam 12% de aumento nas vendas em 2010, ultrapassando R$ 79 bilhões em faturamento. Além disso, os 21 novos empreendimentos previstos para o ano devem somar mais de 540 mil m2 de Área Bruta Locável (ABL) e gerar aproximadamente 53 mil novos empregos.
No ano passado foram inaugurados 16 empreendimentos, contribuindo para a geração de 36 mil postos de trabalho no País. Há hoje no Brasil 392 centros de compras desse tipo, que juntos empregam 757 mil pessoas. "No início de 2009, havíamos projetado um crescimento de 8% para o setor. Os resultados superaram nossa expectativa e comprovaram que a crise econômica não afetou nosso negócio", conclui Luiz Fernando Veiga, presidente da Associação.
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