A entrada da última gigante varejista no comércio eletrônico (e-commerce), a supermercadista Carrefour, além da rede de vestuário Renner, que está entre as maiores do segmento, e de redes médias que também começam a entrar no setor, agitam o e-commerce neste início de ano. A previsão é de que as vendas pela internet continuem a crescer mais do que em todos os outros setores do varejo. Segundo a E-Consulting Corp, o varejo on-line totalizará, neste ano, R$ 24,9 bilhões - aumento de 14,22% em relação a 2009. Ano passado, de acordo com a consultoria especializada em e-commerce e-bit, a expectativa é que o setor tenha crescido 28% [dados ainda não consolidados] -embora apenas 25% das pessoas que acessam a internet no Brasil sejam de fato e- consumidores- e mostra o enorme potencial desse mercado.
O Carrefour, que ensaiava sua entrada no mercado, afirma que seu e-commerce está em fase final e preparado para começar a operar até o fim deste primeiro trimestre. Segundo a companhia, "a loja virtual faz parte dos investimentos de R$ 2,5 bilhões da rede no Brasil até 2011 e é umas das apostas da varejista no País", afirmou, por meio de comunicado.
Para especialistas, as redes que têm entrado "atrasadas" no setor devem buscar criar sites modernos, já com novas ferramentas de navegação e atrativos para o consumidor, para se diferenciar dos seus concorrentes. Segundo Alessandro Gil, diretor da Ikeda, empresa especializada em desenvolvimento de comércio eletrônico, o Carrefour, por exemplo, deve adotar uma estratégia agressiva de preço também no seu e-commerce, além de investir em serviços e vender categorias como informática, eletroeletrônicos e utilidades domésticas.
"O Carrefour já está entrando em um mercado muito competitivo. O Ponto Frio cresceu muito, o Extra melhorou seus serviços e mesmo o Walmart, que é mais recente, está com excelente desempenho. Com as fusões ocorridas no setor, as redes vão incrementar suas operações: a B2W, por exemplo, tem investido mais em marketing também", diz. Para ele, a tendência é de que a redes percebam o e-commerce como cada vez mais importante para seus resultados, inclusive redes médias e menores.
Vestuário
No setor de vestuário, deve entrar no setor ainda este semestre a Renner. De acordo com a companhia, sua loja virtual está em fase de testes para entrar no ar. José Galló, presidente da rede, havia afirmado anteriormente ao DCI que a intenção é comercializar pela internet apenas itens como relógios e perfumes. Não há intenção de vender roupas, devido à dificuldade de padronização de tamanhos, mas peças lingerie podem ser vendidas no futuro.
A logística do site deve ser separada da das lojas físicas e terceirizada. A rede gaúcha afirma já ser uma das maiores vendedoras de perfumes do Brasil, um mercado forte e em que a empresa diz comercializar mais de 20 marcas importadas como Kenzo, Givenchy e Ralph Laurens.
Esta semana, a segunda maior rede de departamentos do País divulgou seus resultados e afirmou que em 2010 pretende investir R$ 140 milhões na abertura de lojas, o que deve incluir a chegada à internet. A ideia é dobrar os investimentos com relação ao ano passado para ganhar mercado na concorrência e abrir lojas de rua, com inauguração da primeira unidade deste modelo na cidade de São Paulo prevista para abril. Até então, a rede terá estado presente apenas em shopping centers. "Vamos buscar mais áreas comerciais fora de shopping centers", conta José Carlos Hruby, diretor da Renner. Hoje, 93% das 120 lojas da rede estão concentradas em shoppings.
Nicho
O Mercado Livre, empresa que oferece soluções de comércio eletrônico e funciona como canal de venda e de anúncios de produtos, também divulgou seus resultados e afirma estar otimista com o segmento. Em 2009, a empresa, que está em 12 países da América Latina, faturou US$ 172,8 milhões, crescendo 26,1%.
De acordo com Stelleo Tolda, presidente de operações internacionais e COO do grupo, os bons resultados podem ser atribuídos a inovações e melhorias que estão sendo feitas no site, além de iniciativas como classificados gratuitos e links patrocinados. "Essa iniciativa de links patrocinados ainda é pequena, mas está crescendo muito. Já temos muitos anunciantes, incluindo grandes empresas e varejistas como Ponto Frio, Extra e Brastemp. Um terço de quem navega na internet hoje no Brasil navega no Mercado Livre, e esse público interessa a qualquer empresa", diz.
Ano passado os usuários ainda comercializaram no site um volume de US$ 2,75 bilhões, ou seja, um crescimento de 32% sobre o ano anterior. O site, que começou apenas como modelo de leilão, ampliou os negócios e hoje, do total de itens vendidos, 80% são novos, e 90%, vendidos a preço fixo.
Fonte: DCI
Este blog se propõe a compartilhar notícias e outros assuntos sobre varejo. This blog proposes to share news and other issues about retail.
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Walmart inaugura centro de beleza e cuidados pessoais
O Walmart abriu na cidade de Osasco (SP) o Beauty Care Center, uma área de consultoria e experimentação de produtos voltada aos cuidados com a beleza. A área tem o objetivo de proporcionar uma experiência de compra diferenciada aos clientes, com informações educacionais sobre as diversas categorias. Com a iniciativa, a rede espera aumentar em 25% as vendas desses produtos. No Beauty Care Center, os clientes poderão contar com a orientação de uma consultora para passar dicas como maquiagem e cuidados com a pele e cabelos, entre outras atividades. O serviço estará à disposição gratuitamente durante o horário de funcionamento da loja. Além da consultoria, o espaço abrigará sessões gratuitas, como maquiagem, esmaltagem, limpeza e tonificação da pele, entre outros.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Hoken quer abrir 100 lojas em cinco anos
A rede de purificadores de água Hoken pretende abrir, nos próximos cinco anos, 100 lojas em shoppings e supermercados, nas áreas de serviços dos estabelecimentos em todo o Brasil. Fundada em 1997 no interior de SP, a Hoken tem 800 unidades em diversos países. A marca oferece produtos sofisticados, com alta tecnologia e inovadores que gelam, aquecem e fornecem água com gás, com foco nas classes A e B.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Redes de lojas de departamentos fecham ano com números positivos
As maiores redes de lojas de departamentos dos Estados Unidos fecharam o ano de 2009 com resultados positivos. Na Nordstrom, focada no segmento de luxo, o lucro líquido mais que dobrou, para US$ 172 milhões (US$ 0,77 por ação), enquanto as vendas cresceram 10,3%, para US$ 2,54 bilhões (alta de 6,9% em mesmas lojas). Ainda assim, os resultados ficaram abaixo das expectativas do mercado financeiro, de um lucro de US$ 0,79 por ação. Para 2010, a projeção é de um aumento entre 2% e 4% nas vendas em mesmas lojas, com um lucro entre US$ 2,35 e US$ 2,55 por ação.
Na tradicional Macy’s, as vendas em 2009 recuaram 5,6% em relação ao ano anterior, para US$ 24,49 bilhões, com queda de 5,3% em lojas abertas há mais de 12 meses. Suas vendas online, porém, avançaram 19,6% no período. A receita operacional foi de US$ 1,06 bilhão (4,5% das vendas), contra uma perda de US$ 4,38 bilhões, ou 17,6% das vendas, em 2008. No quarto trimestre, as vendas recuaram 1,1%, para US$ 7,85 bilhões, com queda de 0,8% em mesmas lojas, mas o desempenho da operação online foi positivo em 26,6%.
Na JC Penney, ex-controladora da Lojas Renner no mercado brasileiro, disse que no quarto trimestre seus lucros líquidos caíram 5,2% na comparação anual, para US$ 200 milhões (US$ 0,84 por ação). As margens brutas, porém, cresceram 3,6 pontos percentuais no período, por conta de estoques mais enxutos, que diminuíram a necessidade de demarcações. As vendas no trimestre caíram 3,6%, para US$ 5,55 bilhões, com queda de 4,5% em lojas abertas há mais de 12 meses.
Fonte: Mercado & Consumo
Na tradicional Macy’s, as vendas em 2009 recuaram 5,6% em relação ao ano anterior, para US$ 24,49 bilhões, com queda de 5,3% em lojas abertas há mais de 12 meses. Suas vendas online, porém, avançaram 19,6% no período. A receita operacional foi de US$ 1,06 bilhão (4,5% das vendas), contra uma perda de US$ 4,38 bilhões, ou 17,6% das vendas, em 2008. No quarto trimestre, as vendas recuaram 1,1%, para US$ 7,85 bilhões, com queda de 0,8% em mesmas lojas, mas o desempenho da operação online foi positivo em 26,6%.
Na JC Penney, ex-controladora da Lojas Renner no mercado brasileiro, disse que no quarto trimestre seus lucros líquidos caíram 5,2% na comparação anual, para US$ 200 milhões (US$ 0,84 por ação). As margens brutas, porém, cresceram 3,6 pontos percentuais no período, por conta de estoques mais enxutos, que diminuíram a necessidade de demarcações. As vendas no trimestre caíram 3,6%, para US$ 5,55 bilhões, com queda de 4,5% em lojas abertas há mais de 12 meses.
Fonte: Mercado & Consumo
Walmart vai investir quase US$ 1 bilhão no México
A Walmex, subsidiária mexicana do Walmart, anunciou que pretende investir 12,5 bilhões de pesos (US$ 972,26 milhões) em 2010 para abrir cerca de 300 lojas e gerar por volta de 7.000 empregos diretos. Deverão ser abertas 37 unidades com a bandeira Bodega Aurrera, 34 Mi Bodega Aurrera, 186 Bodega Aurrera Express, 20 supercenters Walmart, seis supermercados Superama, nove clubes de atacado Sam’s Club, quatro lojas de vestuário Suburbia e quatro restaurantes Vips. A área de vendas total da rede deverá crescer 11% este ano.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Carrefour reforça expansão internacional com parcerias
O grupo varejista francês Carrefour pretende reforçar sua presença na região dos Bálcãs e no Oriente Médio, por meio de empresas parceiras. Na Península Balcânica, a empresa formou uma joint-venture com o grupo grego Marinopoulos para a abertura de hipermercados e supermercados na Albânia, Bósnia, Croácia, Eslovênia, Macedônia, Montenegro e Sérvia. Na joint-venture os gregos terão uma participação de 60%, seguindo parcerias semelhantes entre as empresas na Bulgária, Chipre e Grécia. A parceria Carrefour/Marinopoulos opera atualmente 35 hipermercados, 219 supermercados e 284 lojas de conveniência.
Já no Oriente Médio, o grupo Majid Al-Futtaim (MAF), franqueado do Carrefour na região, pretende abrir na cidade de Arbil o primeiro hipermercado Carrefour no Iraque, no segundo semestre do ano. No ano passado, a MAF abriu uma loja na capital iraniana, Teerã, e anunciou planos de abertura de lojas na Síria, Egito, Arábia Saudita, Iêmen e Omã, além de avaliar o mercado líbio.
Fonte:Mercado & Consumo
Já no Oriente Médio, o grupo Majid Al-Futtaim (MAF), franqueado do Carrefour na região, pretende abrir na cidade de Arbil o primeiro hipermercado Carrefour no Iraque, no segundo semestre do ano. No ano passado, a MAF abriu uma loja na capital iraniana, Teerã, e anunciou planos de abertura de lojas na Síria, Egito, Arábia Saudita, Iêmen e Omã, além de avaliar o mercado líbio.
Fonte:Mercado & Consumo
MercadoLivre.com cresce 39% em 2009
O MercadoLivre.com, principal site de leilões da América Latina, teve em 2009 um aumento de 39% no número de itens comercializados em relação ao ano anterior, para 29,5 milhões. O volume de vendas subiu 32%, para US$ 2,75 bilhões, com 12,1 milhões de usuários comercializando produtos na plataforma da empresa em 12 países (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Panamá, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela). No quarto trimestre, a receita líquida da empresa avançou 46,5%, para US$ 49 milhões, com lucro líquido de US$ 11,3 milhões (+42,5%).
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Varejo têxtil registra crescimento em número de lojas e empregos
A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abeim) disse que o varejo de grande superfície deverá encerrar o ano de 2010 com 1.495 lojas em todo o País. Em 2009, o número de lojas chegou a 1.285, 13% mais que no ano anterior. O número de empregos diretos cresceu 7%, com 175.756 pessoas empregadas em 2009. Para 2010, a expectativa é de abertura de cerca de 6.500 novas vagas. Segundo a Abeim, as vendas brutas das grandes redes de vestuário cresceram 7% em relação a 2008.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Renner estreia novo formato de lojas
A Lojas Renner vai inaugurar duas lojas em formato compacto no segundo semestre deste ano. Ainda sem local definido, as unidades terão 1.200 metros quadrados de área de vendas, contra cerca de 2.100 metros quadrados das unidades atuais. As lojas compactas custarão entre R$ 2,5 milhões e R$ 3 milhões, (ante até R$ 6 milhões das unidades convencionais) e serão localizadas em mercados com até 200 mil habitantes. Além da abertura de lojas compactas, a Renner vai inaugurar em abril sua primeira loja de rua, na avenida Paulista, em São Paulo.
Fonte: Folha de S.Paulo
Fonte: Folha de S.Paulo
Brasileira Squarestone vai abrir capital em Londres
A empresa de shopping centers Squarestone Brazil espera levantar US$ 387 milhões em sua abertura de capital no mercado júnior da London Stock Exchange, segundo o Wall Street Journal. O grupo, que é dono dos shoppings Bonsucesso, de Guarulhos (SP), e Golden, em São Bernardo do Campo (SP), usará os recursos para se expandir.
Fonte: O Estado de S.Paulo
Fonte: O Estado de S.Paulo
Sprite 2.Zero adota Realidade Aumentada
A Coca-Cola Femsa lançou no mercado brasileiro a Sprite 2.Zero, em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. Com sabor mais intenso de limão que sua antecessora Sprite Zero, a bebida conta com lata e garrafa com tecnologia de Realidade Aumentada (RA), que permite ao consumidor interagir com as personagens do filme publicitário em um jogo, no site da marca. O consumidor encontra nas latas de 350 ml e garrafas PET de 600ml de Sprite 2.Zero os códigos bidimensionais, que permitem jogar. Ao acessar o site www.sprite.com.br e apontar o código da embalagem para a webcam, os movimentos do jogador com a embalagem passam a interagir com as personagens do filme de TV do refrigerante.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Famílias brasileiras querem comprar mais, revela pesquisa da CNC
A estimativa do economista da CNC para o primeiro semestre do ano é de aumento das vendas do em relação ao mesmo período de 2009. Há um ano, a economia brasileira sofreu os efeitos da crise internacional.
As famílias brasileiras estão dispostas a consumir mais nos próximos meses. Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio divulgada hoje mostra que, de janeiro para fevereiro deste ano, o índice de Intenção do Consumo das Famílias subiu de 135,5 para 135,8.
Aumento na renda, acesso ao crédito e estabilidade no emprego são condições que favorecem esse cenário, na avaliação do economista da CNC, Fábio Bentes. Componentes do INC, esses indicadores tiveram resultado positivo esse mês. "Em média, as famílias estão otimistas em relação às condições de consumo. Dos sete indicadores que compõem o INC, seis ainda estão bastante distantes do ponto de indiferença."
O destaque positivo é a perspectiva de consumo de bens duráveis, que passou de 140,8 para 150,7 pontos, e o negativo é a avaliação das famílias sobre o consumo atual (de 107,3 para 101,9 pontos). A pesquisa considera insatisfação apenas indicadores abaixo de 100 pontos.
A estimativa do economista da CNC para o primeiro semestre do ano é de aumento das vendas do em relação ao mesmo período de 2009. Há um ano, a economia brasileira sofreu os efeitos da crise internacional. "É um efeito estatístico. Como o primeiro semestre de 2009 foi muito ruim, quando comparamos com o momento atual, podemos imaginar que se criará um distanciamento favorável", previu.
Pentes também avaliou que o um dos fatores que pode atrapalhar as projeções positivas para o comércio são as perspectivas de aumento da taxa de juros pelo Banco Central, atualmente em 8,75% ao ano. A medida pode encarecer o crédito. "O único ponto de interrogação é o crédito. Existe uma perspectiva de avanço do juros para conter o que alguns chamam de ´euforia´ do consumo", informou.
Dentre os demais indicadores, a pesquisa da CNC registrou deterioração da avaliação sobre a renda atual (de 146,3 para 143,7 pontos) e pequena queda em relação à satisfação com o emprego e a perspectiva profissional, embora todas ainda se mantenham acima dos 100 pontos.
De janeiro para fevereiro, avançou de 138,4 para 139 pontos a perspectiva de consumo e a intenção de comprar a prazo ( de 145,2 para 146,2 pontos). A pesquisa da Confederação Nacional do Comércio começou a ser divulgada em janeiro deste ano com objetivo de antecipar tendências. Para calcular as estimativas de fevereiro, ouviu cerca de 18 mil pessoas.
Fonte: Agência Brasil
As famílias brasileiras estão dispostas a consumir mais nos próximos meses. Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio divulgada hoje mostra que, de janeiro para fevereiro deste ano, o índice de Intenção do Consumo das Famílias subiu de 135,5 para 135,8.
Aumento na renda, acesso ao crédito e estabilidade no emprego são condições que favorecem esse cenário, na avaliação do economista da CNC, Fábio Bentes. Componentes do INC, esses indicadores tiveram resultado positivo esse mês. "Em média, as famílias estão otimistas em relação às condições de consumo. Dos sete indicadores que compõem o INC, seis ainda estão bastante distantes do ponto de indiferença."
O destaque positivo é a perspectiva de consumo de bens duráveis, que passou de 140,8 para 150,7 pontos, e o negativo é a avaliação das famílias sobre o consumo atual (de 107,3 para 101,9 pontos). A pesquisa considera insatisfação apenas indicadores abaixo de 100 pontos.
A estimativa do economista da CNC para o primeiro semestre do ano é de aumento das vendas do em relação ao mesmo período de 2009. Há um ano, a economia brasileira sofreu os efeitos da crise internacional. "É um efeito estatístico. Como o primeiro semestre de 2009 foi muito ruim, quando comparamos com o momento atual, podemos imaginar que se criará um distanciamento favorável", previu.
Pentes também avaliou que o um dos fatores que pode atrapalhar as projeções positivas para o comércio são as perspectivas de aumento da taxa de juros pelo Banco Central, atualmente em 8,75% ao ano. A medida pode encarecer o crédito. "O único ponto de interrogação é o crédito. Existe uma perspectiva de avanço do juros para conter o que alguns chamam de ´euforia´ do consumo", informou.
Dentre os demais indicadores, a pesquisa da CNC registrou deterioração da avaliação sobre a renda atual (de 146,3 para 143,7 pontos) e pequena queda em relação à satisfação com o emprego e a perspectiva profissional, embora todas ainda se mantenham acima dos 100 pontos.
De janeiro para fevereiro, avançou de 138,4 para 139 pontos a perspectiva de consumo e a intenção de comprar a prazo ( de 145,2 para 146,2 pontos). A pesquisa da Confederação Nacional do Comércio começou a ser divulgada em janeiro deste ano com objetivo de antecipar tendências. Para calcular as estimativas de fevereiro, ouviu cerca de 18 mil pessoas.
Fonte: Agência Brasil
Alpargatas aprova desdobramento de ações e alteração de Estatuto Social
De acordo com nota, a compahia esclarece ainda que terão direito ao recebimebnto das ações advindas do desdobramento os acionistas detentores de ações no dia de hoje.
A São Paulo Alpargatas aprovou o desdobramento das ações ordinárias e preferencias da companhia na proporção de um para vinte e também a alteração do Estatuto Social refletindo o novo número total de ações, passando à totalidade de 353.455.880 ações, sendo 181.524.080 ações ordinárias e 171.931.800 ações preferenciais.
De acordo com nota, a compahia esclarece ainda que terão direito ao recebimebnto das ações advindas do desdobramento os acionistas detentores de ações no dia de hoje. "A partir de amanhã, as ações da Alpargatas serão negociadas "ex-desdobramento", apontou a nota informando ainda que o crédito das ações proveninentes do desdobramenteo será realizado no próximo dia 2 de março.
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
A São Paulo Alpargatas aprovou o desdobramento das ações ordinárias e preferencias da companhia na proporção de um para vinte e também a alteração do Estatuto Social refletindo o novo número total de ações, passando à totalidade de 353.455.880 ações, sendo 181.524.080 ações ordinárias e 171.931.800 ações preferenciais.
De acordo com nota, a compahia esclarece ainda que terão direito ao recebimebnto das ações advindas do desdobramento os acionistas detentores de ações no dia de hoje. "A partir de amanhã, as ações da Alpargatas serão negociadas "ex-desdobramento", apontou a nota informando ainda que o crédito das ações proveninentes do desdobramenteo será realizado no próximo dia 2 de março.
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
Chuvas e fim do IPI elevam preços no comércio, aponta Fecomercio
Segundo a Fecomercio, a principal elevação é verificada no setor de Supermercados em função de fatores sazonais, como excesso de chuvas, o que prejudicou a safra dos alimentos in natura
A alta dos preços nos Supermercados impulsionou a elevação do Índice de Preços no Varejo (IPV) da Fecomercio em janeiro. O indicador, que avalia os preços dos setores do comércio na cidade de São Paulo, começou o ano com alta de 0,63% em comparação a dezembro que, por sua vez, havia registrado queda de 0,05% em relação a novembro. A alta de 0,63% foi a maior registrada pelo indicador desde junho de 2008, quando o IPV subiu 1,25%. Nos últimos 12 meses, o índice acumula aumento de 1,30%. Dos 21 grupos analisados pelo IPV, 14 finalizaram janeiro com preços mais elevados.
O setor de Supermercados apresentou alta de 1,02% em janeiro, ante dezembro, invertendo a queda de 0,69% registrada em dezembro. Com ponderação de 32,02% na formação do índice, foi o fator mais relevante para a expansão do IPV. A alta do setor supermercadista se justifica por fatores sazonais, como excesso de chuvas e de umidade registrada em diversas áreas do País, sobretudo no Estado de São Paulo, comprometendo a safra de diversos produtos in natura, caso de Verduras (12,98%), Tubérculos (4,70%) e Frutas (3,89%). Outros produtos que tiveram aumento de preço foram: Pescados (3,49%), Leites (3,38%), Cereais (3,36%) e Adoçantes (3,04%).
“Os produtos alimentícios devem continuar influenciando o aumento no índice geral por conta do excesso de chuvas, que prejudica o andamento de algumas safras”, explica Júlia Ximenes, economista da Fecomercio.
Também impactado pelo período chuvoso, o setor de Feiras registrou alta de 4,44% em janeiro, enquanto que, em dezembro, o índice se posicionou em 2,18%. Verduras (17,32%), Legumes (3,52%) e Frutas (2,43%) foram os alimentos a registrar as maiores altas de preços em janeiro.
Já o segmento de Combustíveis e Lubrificantes registrou alta de 2,38% em janeiro, ante a oscilação de 0,69% em dezembro. A economista explica que o resultado sofre influencia direta da redução de oferta de etanol no mercado interno provocada pela valorização do açúcar no mercado internacional, levando parte das usinas a orientarem sua produção para o alimento em detrimento do combustível, aliado a uma queda de produtividade da cana-de-açúcar por conta do excesso de chuva, além do aumento de consumo no mercado doméstico em virtude da expansão da frota “flex”. Assim, o Álcool registrou elevação de preços de 12,93%, enquanto o preço da Gasolina subiu 1,11%.
Os preços dos Materiais de Construção acusaram alta de 0,91% em janeiro, ante 0,47% em dezembro, devido à maior procura por esses bens com a perspectiva de término da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), prevista para março. “O comportamento não deve ser entendido como uma tendência, mas como um realinhamento de preços, tendo em vista que, no período de 12 meses, o setor acumula variação negativa de 1,96%”, avalia Júlia.
Após sucessivas reduções em 2009, atribuídas, em sua maioria, à queda do volume exportado, o setor de Açougues começou 2010 com alta de 1,19%, ante 0,18% em dezembro. Nos últimos 12 meses, o segmento atinge variação acumulada negativa de 4,58%. Com a retomada das exportações, segundo Júlia, é provável que os preços recuperem, paulatinamente, os patamares verificados antes de 2009 (no ano passado, o segmento de Açougues acusou recuo de 5,2%).
Outros setores que registraram elevação nos preços na primeira edição do IPV: Relojoarias (1,81%), Brinquedos (1,57%), Móveis e Decorações (0,24%), Padarias (0,21%) e Livraria (0,92%).
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
A alta dos preços nos Supermercados impulsionou a elevação do Índice de Preços no Varejo (IPV) da Fecomercio em janeiro. O indicador, que avalia os preços dos setores do comércio na cidade de São Paulo, começou o ano com alta de 0,63% em comparação a dezembro que, por sua vez, havia registrado queda de 0,05% em relação a novembro. A alta de 0,63% foi a maior registrada pelo indicador desde junho de 2008, quando o IPV subiu 1,25%. Nos últimos 12 meses, o índice acumula aumento de 1,30%. Dos 21 grupos analisados pelo IPV, 14 finalizaram janeiro com preços mais elevados.
O setor de Supermercados apresentou alta de 1,02% em janeiro, ante dezembro, invertendo a queda de 0,69% registrada em dezembro. Com ponderação de 32,02% na formação do índice, foi o fator mais relevante para a expansão do IPV. A alta do setor supermercadista se justifica por fatores sazonais, como excesso de chuvas e de umidade registrada em diversas áreas do País, sobretudo no Estado de São Paulo, comprometendo a safra de diversos produtos in natura, caso de Verduras (12,98%), Tubérculos (4,70%) e Frutas (3,89%). Outros produtos que tiveram aumento de preço foram: Pescados (3,49%), Leites (3,38%), Cereais (3,36%) e Adoçantes (3,04%).
“Os produtos alimentícios devem continuar influenciando o aumento no índice geral por conta do excesso de chuvas, que prejudica o andamento de algumas safras”, explica Júlia Ximenes, economista da Fecomercio.
Também impactado pelo período chuvoso, o setor de Feiras registrou alta de 4,44% em janeiro, enquanto que, em dezembro, o índice se posicionou em 2,18%. Verduras (17,32%), Legumes (3,52%) e Frutas (2,43%) foram os alimentos a registrar as maiores altas de preços em janeiro.
Já o segmento de Combustíveis e Lubrificantes registrou alta de 2,38% em janeiro, ante a oscilação de 0,69% em dezembro. A economista explica que o resultado sofre influencia direta da redução de oferta de etanol no mercado interno provocada pela valorização do açúcar no mercado internacional, levando parte das usinas a orientarem sua produção para o alimento em detrimento do combustível, aliado a uma queda de produtividade da cana-de-açúcar por conta do excesso de chuva, além do aumento de consumo no mercado doméstico em virtude da expansão da frota “flex”. Assim, o Álcool registrou elevação de preços de 12,93%, enquanto o preço da Gasolina subiu 1,11%.
Os preços dos Materiais de Construção acusaram alta de 0,91% em janeiro, ante 0,47% em dezembro, devido à maior procura por esses bens com a perspectiva de término da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), prevista para março. “O comportamento não deve ser entendido como uma tendência, mas como um realinhamento de preços, tendo em vista que, no período de 12 meses, o setor acumula variação negativa de 1,96%”, avalia Júlia.
Após sucessivas reduções em 2009, atribuídas, em sua maioria, à queda do volume exportado, o setor de Açougues começou 2010 com alta de 1,19%, ante 0,18% em dezembro. Nos últimos 12 meses, o segmento atinge variação acumulada negativa de 4,58%. Com a retomada das exportações, segundo Júlia, é provável que os preços recuperem, paulatinamente, os patamares verificados antes de 2009 (no ano passado, o segmento de Açougues acusou recuo de 5,2%).
Outros setores que registraram elevação nos preços na primeira edição do IPV: Relojoarias (1,81%), Brinquedos (1,57%), Móveis e Decorações (0,24%), Padarias (0,21%) e Livraria (0,92%).
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
Com balanço positivo, ações da Lojas Renner lideram alta do Ibovespa
Instantes atrás, os pepéis ordinários da rede varejista subiam 4,72% vendidos a R$ 39,28.
As ações da Lojas Renner (LREN3) lideram as altas do Ibovespa na tarde desta terça-feira, com os investidores repercutindo os dados do balanço divulgado ontem, após o encerramento do mercado. Instantes atrás, os pepéis ordinários da rede varejista subiam 4,72% vendidos a R$ 39,28.
Para a analista da corretora Ativa, Juliana Campos, os resultados da empresa foram positivos. "Apesar dos números de vendas da Renner terem vindo em linha com o consenso de mercado, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) e o lucro líquido vieram bastante acima, o que deve ser trigger (gatilho) de curto prazo para o papel", afirma, em relatório.
Os analistas da corretora Socopa concordam. "O resultado da Lojas Renner deve refletir na negociação de seus papéis no curto prazo. Estamos otimistas em relação às empresas focadas no varejo interno e acreditamos que a Renner está bem posicionada para capturar parte desse crescimento", diz o relatório da corretora.
A Lojas Renner registrou lucro líquido de R$ 189,6 milhões em 2009, um aumento de 16,7% em relação ao mesmo período de 2008, quando a companhia atingiu R$ 162,4 milhões. Já Ebtida de 2009 foi de R$ 374,2 milhões ante R$ 311,4 milhões no ano passado, o que representa um crescimento de 20,2%.
Fonte: DL - http://www.ultimoinstante.com.br/
As ações da Lojas Renner (LREN3) lideram as altas do Ibovespa na tarde desta terça-feira, com os investidores repercutindo os dados do balanço divulgado ontem, após o encerramento do mercado. Instantes atrás, os pepéis ordinários da rede varejista subiam 4,72% vendidos a R$ 39,28.
Para a analista da corretora Ativa, Juliana Campos, os resultados da empresa foram positivos. "Apesar dos números de vendas da Renner terem vindo em linha com o consenso de mercado, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) e o lucro líquido vieram bastante acima, o que deve ser trigger (gatilho) de curto prazo para o papel", afirma, em relatório.
Os analistas da corretora Socopa concordam. "O resultado da Lojas Renner deve refletir na negociação de seus papéis no curto prazo. Estamos otimistas em relação às empresas focadas no varejo interno e acreditamos que a Renner está bem posicionada para capturar parte desse crescimento", diz o relatório da corretora.
A Lojas Renner registrou lucro líquido de R$ 189,6 milhões em 2009, um aumento de 16,7% em relação ao mesmo período de 2008, quando a companhia atingiu R$ 162,4 milhões. Já Ebtida de 2009 foi de R$ 374,2 milhões ante R$ 311,4 milhões no ano passado, o que representa um crescimento de 20,2%.
Fonte: DL - http://www.ultimoinstante.com.br/
Hypermarcas fará oferta primária de ações
Segundo prospecto preliminar, o varejo poderá participar com investimento mínimo de R$ 3 mil.
A Hypermarcas (HYPE3) entrou com pedido junto à Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) para realização de oferta primária de ações ordinárias.
A oferta será direcionada ao varejo, que poderá investir com no mínimo R$ 3 mil, e a investidores institucionais.
Segundo prospecto preliminar divulgado pela empresa, 100% dos recursos líquidos captados com a oferta, após a dedução das comissões, serão utilizados para a realização de aquisições de marcas e empresas do setor de medicamentos, beleza e higiene pessoal, alimentos e higiene e limpeza.
O preço por ação será fixado após a apuração do resultado do procedimento de bookbuilding (ou coleta de intenções investimento).
Instantes atrás, na BM&FBovespa as ações ordinárias caíam 2,45% a R$ 22,34.
Fonte: PD - http://www.ultimoinstante.com.br/
A Hypermarcas (HYPE3) entrou com pedido junto à Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) para realização de oferta primária de ações ordinárias.
A oferta será direcionada ao varejo, que poderá investir com no mínimo R$ 3 mil, e a investidores institucionais.
Segundo prospecto preliminar divulgado pela empresa, 100% dos recursos líquidos captados com a oferta, após a dedução das comissões, serão utilizados para a realização de aquisições de marcas e empresas do setor de medicamentos, beleza e higiene pessoal, alimentos e higiene e limpeza.
O preço por ação será fixado após a apuração do resultado do procedimento de bookbuilding (ou coleta de intenções investimento).
Instantes atrás, na BM&FBovespa as ações ordinárias caíam 2,45% a R$ 22,34.
Fonte: PD - http://www.ultimoinstante.com.br/
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Brasil ultrapassa marca de 175 milhões de celulares em operação
Com 1,64 milhão de novas habilitações em janeiro, o Brasil ultrapassou a marca de 175 milhões de acessos móveis, de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O número de novos registros de linhas de telefonia celular no Brasil foi o segundo maior do mês desde 2000, perdendo apenas para janeiro de 2008, quando foram feitas 1,88 milhão de novas habilitações. Em relação a dezembro de 2009, o crescimento da base foi de 0,94%. O índice de densidade chegou a 91,33 acessos por 100 habitantes. Do total de 175,6 milhões de acessos móveis no país, 82,62% são pré-pagos e 17,38% são pós-pagos. A quantidade de celulares 3G vendidos no país durante janeiro aumentou 82,5% em comparação a dezembro, para 7,46 milhões.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Walmart é a marca mais valiosa do mundo
Pelo segundo ano consecutivo, o grupo varejista Walmart lidera a lista das 500 marcas mais valiosas do mundo, avaliado pela consultoria Brand Finance em US$ 41,4 bilhões. A lista dos seis primeiros ainda conta com Google, Coca-Cola, IBM, Microsoft e GE. A presença de marcas brasileiras aumentou de seis empresas para 15 em 2010, já que as empresas nacionais não sentiram tanto a crise financeira global. Oito pertencem ao setor bancário, três são de telefonia e duas de extrativismo mineral. O Bradesco aparece como a nona marca de banco mais valiosa do mundo.
Fonte: Adnews
Fonte: Adnews
Carrefour anuncia entrada no varejo indiano
O grupo varejista francês Carrefour pretende iniciar suas operações na Índia em 2010, depois de tentar nos últimos sete anos o desembarque em um dos mercados mais promissores do mundo. A empresa ainda está negociando com empresas locais que poderiam ser parceiras, depois que conversas ocorridas nos últimos anos com vários grupos não geraram resultados. Na Índia, varejistas internacionais não podem abrir lojas que vendam produtos de várias marcas, a menos que tenham uma participação máxima de 51% na iniciativa. Por isso, grupos como Metro e Walmart têm investido no atacado cash & carry (onde podem deter 100% de participação), utilizando parcerias com empresas locais apenas para conhecer melhor o mercado.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Dicico quer abrir 12 lojas em 2010
A Dicico, uma das maiores varejistas de material de construção do país, pretende abrir neste ano 12 pontos de venda. Hoje com 42 lojas no Estado de São Paulo, a empresa quer ampliar sua presença no interior, onde conta com sete unidades, para fazer com que as lojas na região respondam por mais de 30% do faturamento total da rede.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Paraguaio Vierci estuda ter supermercados no Brasil
Depois de fazer sua estreia no mercado brasileiro com a inauguração do primeiro restaurante da rede Burger King em Santa Catarina, o grupo paraguaio Vierci, um dos maiores daquele país, planeja ampliar os negócios no Brasil. Há estudos para que o Vierci também opere no Brasil com supermercados, uma vez que esse é hoje o seu principal negócio no Paraguai, onde é dono das redes Super Seis e da rede Stock. Juntas, elas somam 32 supermercados de médio porte. Não há ainda uma data para o início das operações de supermercados, mas a intenção do grupo envolve, nesse caso, não só Santa Catarina, mas também Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo. A ideia é atuar com um parceiro brasileiro.
Franqueados exclusivos da cadeia de fast food no Paraguai e no Uruguai, o grupo abriu o primeiro restaurante Burger King em Santa Catarina no Balneário Camboriú Shopping. As negociações para chegar ao Estado partiram da matriz do grupo americano, em Miami, por conta do cumprimento da expansão da rede nos países onde o Vierci já é franqueado do Burger King. O Vierci detém 10 lojas da rede no Paraguai, onde iniciou as operações há quatro anos, e outras quatro no Uruguai, onde começou há dois anos. A escolha de Balneário Camboriú como o local de estreia tem relação, principalmente, com o fato de a cidade ser um dos principais polos turísticos do Estado, sendo representativo para a chegada de uma marca nova para os catarinenses. A intenção do grupo paraguaio é ter cerca de 30 lanchonetes em cinco anos no mercado catarinense. O seu principal concorrente, a rede McDonald´s, possui 17 unidades no Estado. Já estão acertadas a abertura, até março, de mais dois restaurantes Burger King em Santa Catarina, sendo um em Blumenau, no shopping Neumarkt, e outro em Joinville, no Joinville Garten Shopping.
Fonte: Valor Econômico
Franqueados exclusivos da cadeia de fast food no Paraguai e no Uruguai, o grupo abriu o primeiro restaurante Burger King em Santa Catarina no Balneário Camboriú Shopping. As negociações para chegar ao Estado partiram da matriz do grupo americano, em Miami, por conta do cumprimento da expansão da rede nos países onde o Vierci já é franqueado do Burger King. O Vierci detém 10 lojas da rede no Paraguai, onde iniciou as operações há quatro anos, e outras quatro no Uruguai, onde começou há dois anos. A escolha de Balneário Camboriú como o local de estreia tem relação, principalmente, com o fato de a cidade ser um dos principais polos turísticos do Estado, sendo representativo para a chegada de uma marca nova para os catarinenses. A intenção do grupo paraguaio é ter cerca de 30 lanchonetes em cinco anos no mercado catarinense. O seu principal concorrente, a rede McDonald´s, possui 17 unidades no Estado. Já estão acertadas a abertura, até março, de mais dois restaurantes Burger King em Santa Catarina, sendo um em Blumenau, no shopping Neumarkt, e outro em Joinville, no Joinville Garten Shopping.
Fonte: Valor Econômico
BIC instala vending machines nas estações do metrô de SP
A BIC colocou em três estações do metrô de São Paulo (Tietê, Santana e São Joaquim, ambas na linha azul) vending machines que oferecem mais de 20 produtos da marca, em parceria com a 24x7, que já comercializa livros nas plataformas das estações. Pelas três estações circulam diariamente cerca de 205 mil pessoas.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Lucro das lojas Renner cresce 16,7% em 2009
A receita também cresceu. Passou de R$ 2,18 bilhões em 2008 para R$ 2,36 bilhões no ano passado. Um aumento de 8,25%.
A Lojas Renner registrou lucro líquido de R$ 189,6 milhões em 2009, um aumento de 16,7% em relação ao mesmo período de 2008, quando a companhia atingiu R$ 162,4 milhões. A margem líquida foi de 9% em 2009, superior aos 8,3% apresentados em relação ao ano anterior.
A receita também cresceu. Passou de R$ 2,18 bilhões em 2008 para R$ 2,36 bilhões no ano passado. Um aumento de 8,25%.
Já o Ebtida de 2009 foi de R$ 374,2 milhões ante R$ 311,4 milhões no ano passado, apresentando um cresceimento de 20,2%, com a margem Ebitda sobre a receita líquida das vendas de mercadorias atingindo 17,7%, ante 15,9% em 2008 (15,8% se calculado sobre a receita líquida total, ante 14,3% no ano anterior).
"Felizmente, o ano de 2009, apesar de bastante desafiador, acabou servindo como um momento único de revisão adicional de processos e iniciativas, no qual conseguimos conduzir bem os negócios. Entendemos que as crises são, na verdade, oportunidades, e aqueles que sabem aproveitá-las saem mais fortalecidos desses momentos", diz nota da companhia.
De acordo com comunicado, neste ano foram investidos R$ 69,1 milhões em 10 novas lojas, remodelações, sistemas e equipamentos de tecnologia e nos Centros de Distribuição, ante R$ 136,8 milhões em 2008.
No ano foram emitidos 1,7 milhão de novos cartões, o que fez a companhia alcançar, em dezembro de 2009, a marca de 15,2 milhões de cartões emitidos.
Fonte: MCF - http://www.ultimoinstante.com.br/
A Lojas Renner registrou lucro líquido de R$ 189,6 milhões em 2009, um aumento de 16,7% em relação ao mesmo período de 2008, quando a companhia atingiu R$ 162,4 milhões. A margem líquida foi de 9% em 2009, superior aos 8,3% apresentados em relação ao ano anterior.
A receita também cresceu. Passou de R$ 2,18 bilhões em 2008 para R$ 2,36 bilhões no ano passado. Um aumento de 8,25%.
Já o Ebtida de 2009 foi de R$ 374,2 milhões ante R$ 311,4 milhões no ano passado, apresentando um cresceimento de 20,2%, com a margem Ebitda sobre a receita líquida das vendas de mercadorias atingindo 17,7%, ante 15,9% em 2008 (15,8% se calculado sobre a receita líquida total, ante 14,3% no ano anterior).
"Felizmente, o ano de 2009, apesar de bastante desafiador, acabou servindo como um momento único de revisão adicional de processos e iniciativas, no qual conseguimos conduzir bem os negócios. Entendemos que as crises são, na verdade, oportunidades, e aqueles que sabem aproveitá-las saem mais fortalecidos desses momentos", diz nota da companhia.
De acordo com comunicado, neste ano foram investidos R$ 69,1 milhões em 10 novas lojas, remodelações, sistemas e equipamentos de tecnologia e nos Centros de Distribuição, ante R$ 136,8 milhões em 2008.
No ano foram emitidos 1,7 milhão de novos cartões, o que fez a companhia alcançar, em dezembro de 2009, a marca de 15,2 milhões de cartões emitidos.
Fonte: MCF - http://www.ultimoinstante.com.br/
Iguatemi vai investir R$ 135 milhões em shopping no interior de SP
A companhia informa, em nota, que o resultado operacional líquido esperado para o primeiro ano de operação do shopping é de R$ 21,6 milhões e a taxa de retorno esperada é de 22,2% real e desalavancada.
A Iguatemi Empresa de Shopping Centers anunciou nesta segunda-feira investimentos de R$ 135,1 milhões para a construção de um shopping center na cidade de São José do Rio Preto, no interior do estado de São Paulo.
A companhia informa, em nota, que o resultado operacional líquido esperado para o primeiro ano de operação do shopping é de R$ 21,6 milhões e a taxa de retorno esperada é de 22,2% real e desalavancada.
O shopping terá 34,6 mil metros quadradros de Área Brurta Locável (ABL). O acordo de permuta efetuado garante a Iguatemi 88% do shopping e ao proprietário do terreno os 12% restantes. Em função da permuta, a Iguatemi arcará com 100% do investimento necessário para a construção do shopping.
O empreendimento deve ser inaugurado em 2014.
Fonte: http://www.ultimoinstante.com.br/
A Iguatemi Empresa de Shopping Centers anunciou nesta segunda-feira investimentos de R$ 135,1 milhões para a construção de um shopping center na cidade de São José do Rio Preto, no interior do estado de São Paulo.
A companhia informa, em nota, que o resultado operacional líquido esperado para o primeiro ano de operação do shopping é de R$ 21,6 milhões e a taxa de retorno esperada é de 22,2% real e desalavancada.
O shopping terá 34,6 mil metros quadradros de Área Brurta Locável (ABL). O acordo de permuta efetuado garante a Iguatemi 88% do shopping e ao proprietário do terreno os 12% restantes. Em função da permuta, a Iguatemi arcará com 100% do investimento necessário para a construção do shopping.
O empreendimento deve ser inaugurado em 2014.
Fonte: http://www.ultimoinstante.com.br/
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Os Maiores do Mundo
De acordo com a revista Forbes, segue a lista dos maiores varejistas do mundo que estão na GLOBAL 2000:
Fonte: Forbes.com / Retail & Related
- Wal-Mart Stores
- CVS Caremark
- Home Depot
- Target
- Lowe's Cos
- Walgreen
- Costco Wholesale
- PPR
- Best Buy
- Ebay
- Staples
- Marks & Spencer
- Aeon
- Kohl's
- Amazon.com
- H&M Hennes & Mauritz
- Kingfisher
- Gap
- TJX Cos
- Lotte Shopping
- Macy's
- JC Penney
- Sears Holdings
- Shinsegae
- Yamada Denki
- Isetan Mitsukoshi Holdings
- Home Retail Group
- AutoZone
- Shoppers Drug Mart
- Sherwin-Williams
- Esprit Holdings
- Bed Bath & Beyond
- Fast Retailing
- Falabella
- Suning Appliance
- Cencosud
- Next
- GameStop
- Arcandor
- Grupo Elektra
- Nordstrom
- Rite Aid
- Ross Stores
- Liberty Media-Interactive
- Family Dollar Stores
- Daiei
- Canadian Tire
- Inchcape
- Limited Brands
- DSG International
- Advance Auto Parts
- El Puerto de Liverpool
- J Front Retailing
- Dollar Tree
- Fastenal
- D'Ieteren
- Takashimaya
- AutoNation
- Office Depot
- Carphone Warehouse
- Penske Automotive Gp
- Soriana
- O'Reilly Automotive
- Pendragon
- BJ's Wholesale Club
- CarMax
- Kesa Electricals
Fonte: Forbes.com / Retail & Related
Casa do Construtor quer acelerar expansão
A Casa do Construtor, rede de franquias de locação de equipamentos para a construção civil, conta atualmente com 60 unidades em nove Estados do Brasil. A empresa afirma, porém, que a expansão será mais intensa a partir de agora, com 40 novas unidades neste ano e uma expansão até 250 lojas em 2015, em todos os Estados brasileiros. No ano passado, a rede abriu suas primeiras lojas em São Paulo, Curitiba (PR), Rio de Janeiro, Vitória (ES) e Porto Velho (RO). Em 2009, a rede faturou R$ 30 milhões, 25% mais que em 2008. Para 2010, a expectativa é crescer 45% e fechar o ano com R$ 43,5 milhões.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Volume de pagamentos com Visa na América Latina cresce 15,6% em 2009
A Visa registrou um crescimento de 15,6% no volume de pagamentos na região da América Latina e Caribe (LAC), para US$ 211 bilhões, no ano passado. O número total de transações atingiu 5,47 bilhões, contra 4,86 bilhões em 2008, refletindo um processo de migração para pagamentos eletrônicos. O crescimento vem sendo alavancado pelos cartões de débito, que têm aumentado a penetração em categorias não tradicionais, como lojas de conveniência e padarias. Os cartões pré-pagos são outro produto com taxas altas de crescimento na região. O produto tem crescido no setor público, onde foi estabelecido como uma conveniente maneira de distribuição de subsídios, devido ao seu controle e transparência.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Etna inaugura loja em Caxias do Sul (RS)
A rede de móveis e acessórios Etna inaugurará em março uma unidade no shopping Iguatemi Caxias do Sul, em Caxias do Sul (RS). A loja é a primeira no formato compacto, desenvolvido para malls, com cerca de três mil metros quadrados de área. O ponto de venda disponibiliza uma grande variedade de produtos de decoração, móveis, cama mesa & banho, utilidades, infantil, garden, office, iluminação, tapetes, cortinas e étnicos, que somam mais de 10 mil itens. Com a nova loja, a Etna soma sete pontos de venda no país, em São Paulo (duas), Campinas (SP), Rio de Janeiro, Salvador (BA), Natal (RN) e, agora, Caxias do Sul (RS). Ainda neste semestre, a empresa deverá abrir lojas em Joinville (SC), Uberlândia (MG) e Brasília (DF).
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
América Latina puxa lucro da Avon
A Avon divulgou aumento de 16% no lucro líquido do quarto trimestre de 2009, em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionado por uma demanda mais forte nos mercados da América Latina e da Europa. O lucro líquido da companhia ficou em US$ 269,4 milhões (US$ 0,62 por ação) de outubro a dezembro, contra US$ 232,4 milhões (US$ 0,54 por ação) no mesmo período de 2008. O lucro ficou um pouco abaixo da expectativa do mercado financeiro, de US$ 0,68 por ação. Já o lucro operacional somou US$ 408 milhões, ante US$ 372 milhões do quarto trimestre de 2008. A receita subiu 13%, para US$ 3,2 bilhões, acima da estimativa de US$ 3,16 bilhões. Na América Latina, o faturamento cresceu 29% no quarto trimestre, na comparação anual, com expansão de 12% no Brasil, 32% na Venezuela e 19% na Colômbia, em moedas locais. No ano, o lucro caiu 29%, para US$ 628,2 milhões, e o faturamento recuou 3%, para US$ 10,38 bilhões.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Projeto do Habib’s na China está parado
Os planos do Habib"s de iniciar, ainda neste ano, a conquista de um mercado de mais de 1,3 bilhão de consumidores para as esfihas que produz não deram certo. A rede paulista de fast food árabe chegou a anunciar no ano passado que levaria suas lojas para a China, numa segunda tentativa de se internacionalizar. A empreitada começaria com a inauguração de mil unidades num período de um ano, em duas cidades. Mas o grupo chinês que havia se interessado pelo negócio não deu encaminhamento ao projeto. "Eles visitaram nossas instalações no Brasil, mas ainda não viabilizaram a implantação lá", disse o diretor de expansão do Habib"s, João Ribeiro Pena, que não quis identificar quem são seus parceiros no Oriente.
Enquanto o grupo chinês não iniciar o negócio, a rede brasileira não vai se arriscar, com medo de cometer o mesmo erro que a levou a fracassar no México, na primeira metade da década. Naquele caso, o Habib"s se aventurou num mercado desconhecido por conta própria, sem ter um parceiro local. O negócio desastroso custou US$ 5 milhões.
Fonte: O Estado de S.Paulo
Enquanto o grupo chinês não iniciar o negócio, a rede brasileira não vai se arriscar, com medo de cometer o mesmo erro que a levou a fracassar no México, na primeira metade da década. Naquele caso, o Habib"s se aventurou num mercado desconhecido por conta própria, sem ter um parceiro local. O negócio desastroso custou US$ 5 milhões.
Fonte: O Estado de S.Paulo
Mercado de cartões entra em fase de disputa
O aumento da renda da população e a expectativa de maior utilização de meios eletrônicos de pagamento abrem espaço para que novas empresas passem a explorar o mercado de credenciamento de cartões no País, hoje dominado por Cielo (ex-VisaNet) e Redecard. Além da associação entre Santander e GetNet, anunciada em janeiro, outras companhias estão de olho nesse mercado. É o caso da Tsys, segunda maior credenciadora no mundo, que se instalou no País há dois anos. "Esperamos explorar o mercado de credenciamento ainda neste ano", disse o diretor de expansão da companhia, Antonio Jorge de Castro Bueno.
A Cielo tem exclusividade com a Visa, mas o contrato termina em junho. Já a Redecard não possui exclusividade formal com a Mastercard, mas até o momento é sua única credenciadora. As duas empresas já traçam suas estratégias para enfrentar a nova concorrência. Santander e GetNet já anunciaram que passarão a credenciar Mastercard para a base de clientes pessoa jurídica do banco espanhol no Brasil ainda neste semestre. Futuramente, outras bandeiras poderão ser incorporadas à rede.
O consultor Boanerges Ramos Freire, especialista em serviços financeiros, acredita que outros bancos podem se interessar por esse mercado e repetir o modelo do Santander, que cuida do relacionamento com o cliente, enquanto a parceira se dedica à parte operacional. "Vamos ver uma mudança no mercado com os novos concorrentes. As credenciadoras irão atrair novos estabelecimentos oferecendo taxas mais baixas ou a ampliação dos serviços." Os especialistas na área acreditam também na ampliação das redes regionais de credenciamento. O próprio presidente da Redecard, Roberto Medeiros, reconhece que essas redes já são representativas nas regiões em que atuam. "A Sorocred tem uma fatia de mercado expressiva onde atua. E o Banrisul também", diz. A Sorocred atua principalmente na região de Sorocaba (SP), em mais de 150 mil estabelecimentos. Já o Banrisul possui uma rede própria no Rio Grande do Sul, chamada de BanriCompras.
A rede regional que atualmente tem a maior participação no território brasileiro é a Hipercard. A credenciadora teve origem na rede de supermercados Bompreço, no Nordeste, e agora está presente em cerca de 450 mil estabelecimentos. No entanto, a empresa, que foi comprada pelo Unibanco em 2004, trabalha apenas com a própria bandeira.
Gilberto Dib, da Dib & Associados, destaca a migração para os meios de pagamento eletrônicos e o avanço das redes regionais como ponto de partida para a expansão do número de credenciadores no Brasil. Ele destaca que o potencial de crescimento do mercado permite a entrada de novas empresas sem que as duas líderes percam seus clientes. "O mercado é muito maior do que os 3 milhões de estabelecimentos de Cielo e Redecard", defende. Para Castro Bueno, da Tsys, porém, ainda é muito difícil competir com Cielo e Redecard. "Para chegar onde chegaram foi necessário dez anos de atuação", diz. No entanto, o executivo acredita que há espaço para crescer regionalmente ou em determinados nichos da economia. Atualmente, a Tsys trabalha no Brasil como processadora dos cartões Mastercard emitidos pelo Carrefour. São cerca de 100 mil, mas o centro de dados da empresa está preparado para processar transações de 33 milhões de plásticos. A estrutura robusta tem um objetivo: entrar na área de credenciamento no Brasil.
Fonte: O Estado de S. Paulo
A Cielo tem exclusividade com a Visa, mas o contrato termina em junho. Já a Redecard não possui exclusividade formal com a Mastercard, mas até o momento é sua única credenciadora. As duas empresas já traçam suas estratégias para enfrentar a nova concorrência. Santander e GetNet já anunciaram que passarão a credenciar Mastercard para a base de clientes pessoa jurídica do banco espanhol no Brasil ainda neste semestre. Futuramente, outras bandeiras poderão ser incorporadas à rede.
O consultor Boanerges Ramos Freire, especialista em serviços financeiros, acredita que outros bancos podem se interessar por esse mercado e repetir o modelo do Santander, que cuida do relacionamento com o cliente, enquanto a parceira se dedica à parte operacional. "Vamos ver uma mudança no mercado com os novos concorrentes. As credenciadoras irão atrair novos estabelecimentos oferecendo taxas mais baixas ou a ampliação dos serviços." Os especialistas na área acreditam também na ampliação das redes regionais de credenciamento. O próprio presidente da Redecard, Roberto Medeiros, reconhece que essas redes já são representativas nas regiões em que atuam. "A Sorocred tem uma fatia de mercado expressiva onde atua. E o Banrisul também", diz. A Sorocred atua principalmente na região de Sorocaba (SP), em mais de 150 mil estabelecimentos. Já o Banrisul possui uma rede própria no Rio Grande do Sul, chamada de BanriCompras.
A rede regional que atualmente tem a maior participação no território brasileiro é a Hipercard. A credenciadora teve origem na rede de supermercados Bompreço, no Nordeste, e agora está presente em cerca de 450 mil estabelecimentos. No entanto, a empresa, que foi comprada pelo Unibanco em 2004, trabalha apenas com a própria bandeira.
Gilberto Dib, da Dib & Associados, destaca a migração para os meios de pagamento eletrônicos e o avanço das redes regionais como ponto de partida para a expansão do número de credenciadores no Brasil. Ele destaca que o potencial de crescimento do mercado permite a entrada de novas empresas sem que as duas líderes percam seus clientes. "O mercado é muito maior do que os 3 milhões de estabelecimentos de Cielo e Redecard", defende. Para Castro Bueno, da Tsys, porém, ainda é muito difícil competir com Cielo e Redecard. "Para chegar onde chegaram foi necessário dez anos de atuação", diz. No entanto, o executivo acredita que há espaço para crescer regionalmente ou em determinados nichos da economia. Atualmente, a Tsys trabalha no Brasil como processadora dos cartões Mastercard emitidos pelo Carrefour. São cerca de 100 mil, mas o centro de dados da empresa está preparado para processar transações de 33 milhões de plásticos. A estrutura robusta tem um objetivo: entrar na área de credenciamento no Brasil.
Fonte: O Estado de S. Paulo
Coop espera aumentar vendas de LCD em até 50%
A Coop – Cooperativa de Consumo projeta para este ano um aumento de 30% a 50% nas vendas de TVs LCD em relação ao mesmo período do ano passado, em virtude da Copa do Mundo. Em 2009, a Coop apresentou um aumento de 15% nas vendas de eletroeletrônicos, graças à redução do IPI.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
City Shoes pretende abrir mais 50 franquias
A marca carioca de sapatos, bolsas e acessórios femininos City Shoes fechou o ano de 2009 com 100 lojas espalhadas pelo Brasil e um faturamento de R$ 60 milhões. A City Shoes surgiu no Rio de Janeiro em 1996, com a proposta de oferecer artigos de moda a um preço acessível para as mulheres. Depois de 14 anos, espalhou-se por várias regiões do país e teve um faturamento de R$ 60 milhões em 2009, um crescimento de 25% em relação ao ano anterior. De 2008 para 2009, a rede cresceu 40% em número de lojas e, no ano passado, comercializou mais de 600 mil itens, entre sapatos, bolsas e cintos. As lojas da rede de franquias se concentram nas regiões Sudeste e Nordeste, mas há interesse em aumentar a presença na região Norte e no Estado de São Paulo (interior e capital). Além disso, os franqueadores querem começar a montar lojas na região Sul, onde ainda não possuem franquias. O objetivo é abrir 50 unidades neste ano. Até abril, a City Shoes pretende abrir dez lojas em diferentes cidades: São José do Rio Preto, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e São Paulo (SP); Sete Lagoas e Belo Horizonte (MG); Rio Branco (AC); Petrolina (PE); Maceió (AL); e Fortaleza (CE). A expectativa dos franqueadores é atingir a marca de 400 lojas nos próximos oito anos, e, no futuro, entrar no mercado internacional.
Fonte: PEGN
Fonte: PEGN
Lucro do Carrefour despenca quase 70% em 2009
Segundo balanço divulgado hoje, o resultado foi impactado por fatores não recorrentes e encargos de reestruturação no total de € 1,072 bilhão.
O Carrefour registrou lucro recorrente de € 385 milhões (US$ 522 milhões) em 2009. O resultado representa uma queda de 69,8% ante os € 1,2 bilhão (US$ 1,6 bilhão) reportados um ano antes.
Segundo balanço divulgado hoje, o resultado foi impactado por fatores não recorrentes e encargos de reestruturação no total de € 1,072 bilhão.
As vendas registraram pequena queda de 1,2%, passando de € 86,9 bilhões para € 85,9 bilhões.
"O ano passado nos permitiu registrar avanços importantes e nossos objetivos foram alcançados em 2009 e os fundamentos para o futuro do Carrefour, foram estabelecidos. Em 2010, em um ambiente que é provável que se mantenha um desafio, vamos consolidar estes ganhos através da execução do plano de transformação e dinâmica reforçada das vendas em nossos principais mercados", disse Lars Olofsson, CEO do Carrefour.
Fonte: http://www.ultimoinstante.com.br/
O Carrefour registrou lucro recorrente de € 385 milhões (US$ 522 milhões) em 2009. O resultado representa uma queda de 69,8% ante os € 1,2 bilhão (US$ 1,6 bilhão) reportados um ano antes.
Segundo balanço divulgado hoje, o resultado foi impactado por fatores não recorrentes e encargos de reestruturação no total de € 1,072 bilhão.
As vendas registraram pequena queda de 1,2%, passando de € 86,9 bilhões para € 85,9 bilhões.
"O ano passado nos permitiu registrar avanços importantes e nossos objetivos foram alcançados em 2009 e os fundamentos para o futuro do Carrefour, foram estabelecidos. Em 2010, em um ambiente que é provável que se mantenha um desafio, vamos consolidar estes ganhos através da execução do plano de transformação e dinâmica reforçada das vendas em nossos principais mercados", disse Lars Olofsson, CEO do Carrefour.
Fonte: http://www.ultimoinstante.com.br/
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Varejo comemora alta de vendas no carnaval
Confiante na melhoria da economia, e animado com o feriado de carnaval, o consumidor brasileiro resolveu gastar mais para fazer a festa neste ano, o que elevou em 60% o movimento nos supermercados e superou as expectativas das varejistas, que viram as vendas de itens como bebidas, carnes e carvão saltar 12% sobre as do mesmo período do ano passado, nos quatro dias de folia. Antes, a expectativa de vendas pra o feriado era de até 40%, segundo a assessoria das três principais redes do setor: Grupo Pão de Açúcar (GPA), Carrefour e Walmart Brasil.
O Grupo Pão de Açúcar declara que superou a meta de crescimento em vendas de produtos sazonais, que antes da folia era próximo a 15% na comparação entre o fim de semana de carnaval e o mesmo período do ano passado. De acordo com a empresa, considerando apenas as lojas do Extra, a alta foi superior a 60% nas operações da rede no período, o que representa 45% mais vendas do que o esperado.
Para o Pão de Açúcar, o crescimento inesperado das vendas aconteceu devido às promoções e ao mix variado de produtos que a empresa pôs à disposição dos clientes para a data. "Paacotes promocionais também ganharam as gôndolas de todas as bandeiras, contribuindo com os ganhos da empresa", disse a rede, em comunicado.
Entre os destaques da rede de Abílio Diniz no período de carnaval estão as cervejas, que seguem uma trajetória de alta nas vendas em todas as bandeiras de super- e hipermercados do Grupo Pão de Açúcar. "Novidades como a linha de Barril 5 litros da Itaipava, a Oaken Bohemia e a exclusiva Itaipava de 250 ml fizeram com que o Grupo registrasse alta: 40% acima do obtido no mesmo período de 2009."
No Carrefour, a expectativa pelas vendas nos quatro dias de folia fizeram a rede antecipar as negociações com a indústria a fim de conseguir melhores preços e itens exclusivos no segmento de bebidas e alimentos. Segundo a varejista, a projeção inicial era vender 25% mais produtos da categoria cervejas, com promoções no estilo "combinado de cerveja e carvão", ou "Leve 4 e Pague 3". "Vimos também um crescimento na procura por carnes durante a festa", informou o Carrefour já ainda na sexta-feira. A rede estima que neste feriado as vendas de itens para fazer a festa no feriado terá alta de 12% sobre 2009. Outra que teve como a grande vedete deste carnaval a venda de cervejas e carnes foi o Walmart Brasil, que estima ter alcançado 40% e 28% de crescimento respectivamente, na venda de produtos para churrasco no fim de semana.
Comércio popular
Na Rua Vinte e Cinco de Março, as lojas apostaram em promoções para ganhar os paulistanos que não foram viajar e também os turistas que estiveram na cidade e resolveram aproveitar o feriado para comprar utilidades domésticas e brinquedos com até 80% de desconto. Segundo a União dos Lojistas da Vinte e Cinco de Março (Univinco), na segunda-feira mais de 400 mil pessoas visitaram a região e aproveitaram para fazer compras. Na Semaan, a oferta de itens com até 80% de descontos na "liquidação anual" da loja fez o movimento subir 50% com na comparação com 2009, conta Marcelo Mouawad, proprietário da loja Semaan.
"Apostamos em que o cliente tem dinheiro e estava esperando uma oportunidade para gastar", relata Mouawad.
De acordo com o empresário, a liquidação deve continuar atraindo volumes expressivos de público até o próximo domingo (21), último dia de promoções na Semaan. "Estamos confiantes na venda desses itens até o final dos estoques. Fizemos um planejamento de acordo com as necessidades de troca de estoque da empresa", diz. "Temos muitos itens em brinquedos, mas os clientes vão encontrar produtos de outras categorias em promoção." Para o empresário, as vendas ficaram mais concentradas no período da manhã, por causa do sol forte. "O movimento foi bom até as 16h, mas o pico de vendas foi mesmo até as 11h."
Outra que vê na data uma oportunidade para aumentar as vendas é a Armarinhos Fernando, uma das âncoras da região, que abriu as portas todos os dias e fez escala de folga com os funcionários para não perder a oportunidade de vender material escolar no feriado, segundo Ondamar Antônio Ferreira, gerente da loja matriz. "Não fechamos nem um dia da semana para aproveitar as vendas da volta às aulas, que estão no melhor período para nós", conta. De acordo com o gerente, as vendas no fim de semana do carnaval tiveram aumento de 5% com as compras de última hora.
Shoppings
Os shopping centers também apostam no carnaval e em datas alternativas para manter o movimento de consumidores em períodos não tão forte em compras; muitos aproveitam o mês de fevereiro para promover ainda as liquidações de verão e eventos culturais. O Shopping Metrô Itaquera, localizado na zona leste da capital paulista e administrado pela Ancar Ivanhoe, acredita que vai conseguir elevar em 17% o fluxo de clientes no mês de fevereiro. Para isso, decidiu diferenciar-se e investir cerca de R$ 100 mil na data, com ações como uma exposição das fantasias da Escola de Samba Leandro de Itaquera, um show da bateria da escola para os clientes, uma ala exclusiva do shopping com 100 integrantes, além de 20 fantasias para sortear entre os consumidores.
Já no Shopping Interlagos e no Interlar, do Grupo Savoy, a aposta é que as liquidações mantenham as vendas. Durante todo o mês de fevereiro, no Interlar Intelagos, especializado em móveis, as lojas estão com até 60% de desconto, o que deve trazer um incremento de 12% nas vendas em relação a igual período do ano passado. Segundo a superintendente, Carla Bordon Gomes, a expectativa é de que haja também um aumento de público de 15%.
Fonte: DCI
O Grupo Pão de Açúcar declara que superou a meta de crescimento em vendas de produtos sazonais, que antes da folia era próximo a 15% na comparação entre o fim de semana de carnaval e o mesmo período do ano passado. De acordo com a empresa, considerando apenas as lojas do Extra, a alta foi superior a 60% nas operações da rede no período, o que representa 45% mais vendas do que o esperado.
Para o Pão de Açúcar, o crescimento inesperado das vendas aconteceu devido às promoções e ao mix variado de produtos que a empresa pôs à disposição dos clientes para a data. "Paacotes promocionais também ganharam as gôndolas de todas as bandeiras, contribuindo com os ganhos da empresa", disse a rede, em comunicado.
Entre os destaques da rede de Abílio Diniz no período de carnaval estão as cervejas, que seguem uma trajetória de alta nas vendas em todas as bandeiras de super- e hipermercados do Grupo Pão de Açúcar. "Novidades como a linha de Barril 5 litros da Itaipava, a Oaken Bohemia e a exclusiva Itaipava de 250 ml fizeram com que o Grupo registrasse alta: 40% acima do obtido no mesmo período de 2009."
No Carrefour, a expectativa pelas vendas nos quatro dias de folia fizeram a rede antecipar as negociações com a indústria a fim de conseguir melhores preços e itens exclusivos no segmento de bebidas e alimentos. Segundo a varejista, a projeção inicial era vender 25% mais produtos da categoria cervejas, com promoções no estilo "combinado de cerveja e carvão", ou "Leve 4 e Pague 3". "Vimos também um crescimento na procura por carnes durante a festa", informou o Carrefour já ainda na sexta-feira. A rede estima que neste feriado as vendas de itens para fazer a festa no feriado terá alta de 12% sobre 2009. Outra que teve como a grande vedete deste carnaval a venda de cervejas e carnes foi o Walmart Brasil, que estima ter alcançado 40% e 28% de crescimento respectivamente, na venda de produtos para churrasco no fim de semana.
Comércio popular
Na Rua Vinte e Cinco de Março, as lojas apostaram em promoções para ganhar os paulistanos que não foram viajar e também os turistas que estiveram na cidade e resolveram aproveitar o feriado para comprar utilidades domésticas e brinquedos com até 80% de desconto. Segundo a União dos Lojistas da Vinte e Cinco de Março (Univinco), na segunda-feira mais de 400 mil pessoas visitaram a região e aproveitaram para fazer compras. Na Semaan, a oferta de itens com até 80% de descontos na "liquidação anual" da loja fez o movimento subir 50% com na comparação com 2009, conta Marcelo Mouawad, proprietário da loja Semaan.
"Apostamos em que o cliente tem dinheiro e estava esperando uma oportunidade para gastar", relata Mouawad.
De acordo com o empresário, a liquidação deve continuar atraindo volumes expressivos de público até o próximo domingo (21), último dia de promoções na Semaan. "Estamos confiantes na venda desses itens até o final dos estoques. Fizemos um planejamento de acordo com as necessidades de troca de estoque da empresa", diz. "Temos muitos itens em brinquedos, mas os clientes vão encontrar produtos de outras categorias em promoção." Para o empresário, as vendas ficaram mais concentradas no período da manhã, por causa do sol forte. "O movimento foi bom até as 16h, mas o pico de vendas foi mesmo até as 11h."
Outra que vê na data uma oportunidade para aumentar as vendas é a Armarinhos Fernando, uma das âncoras da região, que abriu as portas todos os dias e fez escala de folga com os funcionários para não perder a oportunidade de vender material escolar no feriado, segundo Ondamar Antônio Ferreira, gerente da loja matriz. "Não fechamos nem um dia da semana para aproveitar as vendas da volta às aulas, que estão no melhor período para nós", conta. De acordo com o gerente, as vendas no fim de semana do carnaval tiveram aumento de 5% com as compras de última hora.
Shoppings
Os shopping centers também apostam no carnaval e em datas alternativas para manter o movimento de consumidores em períodos não tão forte em compras; muitos aproveitam o mês de fevereiro para promover ainda as liquidações de verão e eventos culturais. O Shopping Metrô Itaquera, localizado na zona leste da capital paulista e administrado pela Ancar Ivanhoe, acredita que vai conseguir elevar em 17% o fluxo de clientes no mês de fevereiro. Para isso, decidiu diferenciar-se e investir cerca de R$ 100 mil na data, com ações como uma exposição das fantasias da Escola de Samba Leandro de Itaquera, um show da bateria da escola para os clientes, uma ala exclusiva do shopping com 100 integrantes, além de 20 fantasias para sortear entre os consumidores.
Já no Shopping Interlagos e no Interlar, do Grupo Savoy, a aposta é que as liquidações mantenham as vendas. Durante todo o mês de fevereiro, no Interlar Intelagos, especializado em móveis, as lojas estão com até 60% de desconto, o que deve trazer um incremento de 12% nas vendas em relação a igual período do ano passado. Segundo a superintendente, Carla Bordon Gomes, a expectativa é de que haja também um aumento de público de 15%.
Fonte: DCI
Grupo Ikesaki prevê crescer 20% e terá escritório nos EUA
O Grupo Ikesaki, conhecido principalmente por suas grandes lojas de cosméticos no bairro da Liberdade, em São Paulo, irá fortalecer-se em todas as suas áreas de negócios: varejista, atacadista e industrial. O grupo acabou de criar uma empresa de comunicação, com o objetivo de fomentar o setor, além de querer expandir no varejo e abrir um escritório nos Estados Unidos, para onde devem aumentar a exportação de seus produtos. O grupo está há 56 anos no mercado de beleza e cosméticos, que movimenta R$ 25 bilhões no Brasil, nas mãos da discreta família Ikesaki.
Com três lojas de cosméticos (duas no bairro da Liberdade e uma em São Miguel Paulista), a empresa contabiliza mais duas unidades atacadistas, uma loja especializada em mobiliário para salões de beleza e uma indústria de equipamentos, como aparelhos elétricos, cosméticos acessórios profissionais e móveis. Dentre suas marcas mais conhecidas, está a Taiff, de secadores de cabelo. Além disso, organizam a Beauty Fair - Feira Latino-Americana de Cosméticos e Beleza.
Com toda essa estrutura e potencial do mercado brasileiro, a meta é não parar de crescer, projetando alta de 20% este ano sobre o ano passado. De acordo com César Tsukuda, diretor executivo do grupo, entre os planos para este ano estão a abertura de uma nova unidade de varejo na capital, em Santo Amaro, neste começo de ano. Há ainda o início dos trabalhos no mercado norte-americano, com um escritório próprio nos Estados Unidos, em abril, que deve ampliar o mercado de exportação. "É a continuidade do nosso projeto lá fora. A marca Taiff já é vendida em 30 países, agora vamos lá. Não é fácil, mas acreditamos no sucesso. A China também pode ser um mercado interessante: já temos um importador que leva nosso produto para lá", diz Tsukuda. A demanda deve levar a uma expansão da fábrica do grupo.
O diretor também afirma que estão sempre de olho em oportunidades de mercado e que, apesar de serem assediados, não têm intenção de vender a empresa no momento, se colocando na posição de compradores e estudando até aquisição de outras marcas. Outra questão estudada são novos formatos para atuar e expandir no varejo; de acordo com Tsukuda, o formato da Ikesaki tem de ser de hiperloja para que sejam mantidos a enorme variedade de produtos e os espaços onde oferecem cursos para profissionais da área, o que tornou sua marca conhecida, mas há intenção de se tornar uma rede.
Histórico
Apesar de sua marca já estar difundida no meio, o grupo começou com uma tinturaria e pequena fábrica e distribuidora de produtos para lavanderia na Liberdade, que o imigrante japonês Hirofumi Ikesaki assumiu quando veio à capital. O empresário chegou ao Brasil na década de 30 para trabalhar na lavoura, com seus cinco irmãos, na cidade de Bastos, interior do estado. Em 1954 decidiu ir a São Paulo e, apesar de a tinturaria ser bem-sucedida, viu que um cabeleireiro ganhava em uma hora mais do que ele ganhava em uma tarde. Entrou no ramo dez anos depois e estendeu o seu negócio com uma loja e distribuição de produtos de beleza. Na década seguinte inaugurou a primeira grande loja de cosméticos e continuou a entrar em outros segmentos.
Desde o começo do negócio, Hirofumi percebeu que precisava estimular o setor e seus profissionais, até mesmo para também ele crescer, o que o grupo procura manter até hoje - com seus filhos na direção. Além dos cursos que oferecem, impulsionam o mercado com o crescimento da Beauty Fair desde 2005, que na sua última edição movimentou mais de R$ 210 milhões, com área 50% maior do que em 2008. Outro passo para fomentar o setor é a criação de uma empresa de comunicação, que está desenvolvendo um programa de televisão de beleza, que irá ao ar na TV Gazeta, uma revista especializada, um portal e livros e DVDs para profissionais.
Segundo Roberto Ikezaki, hoje presidente do grupo, "o Brasil é o terceiro mercado de beleza no mundo [atrás só do dos Estados Unidos e do do Japão]e merece um novo canal de comunicação". Gillian Borges, diretora da nova empresa, estima que no Brasil haja entre 200 e 220 mil salões de beleza profissionais, sendo que ao todo são mais de 350 mil, mostrando o tamanho do mercado.
Mercado
Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), para 2010 a projeção é de um crescimento real entre 10% e 12%. O setor fechou o ano passado com uma receita de R$ 25 bilhões, um aumento de 15% sobre o ano anterior. Descontando a inflação, a alta é de 11,8%.
Em relação à participação de cada canal de distribuição, 33,96% dos produtos são comercializados via varejo, 30,76% no atacado, 29,89% por venda direta e 5,26% por meio de franquias.
Fonte: DCI
Com três lojas de cosméticos (duas no bairro da Liberdade e uma em São Miguel Paulista), a empresa contabiliza mais duas unidades atacadistas, uma loja especializada em mobiliário para salões de beleza e uma indústria de equipamentos, como aparelhos elétricos, cosméticos acessórios profissionais e móveis. Dentre suas marcas mais conhecidas, está a Taiff, de secadores de cabelo. Além disso, organizam a Beauty Fair - Feira Latino-Americana de Cosméticos e Beleza.
Com toda essa estrutura e potencial do mercado brasileiro, a meta é não parar de crescer, projetando alta de 20% este ano sobre o ano passado. De acordo com César Tsukuda, diretor executivo do grupo, entre os planos para este ano estão a abertura de uma nova unidade de varejo na capital, em Santo Amaro, neste começo de ano. Há ainda o início dos trabalhos no mercado norte-americano, com um escritório próprio nos Estados Unidos, em abril, que deve ampliar o mercado de exportação. "É a continuidade do nosso projeto lá fora. A marca Taiff já é vendida em 30 países, agora vamos lá. Não é fácil, mas acreditamos no sucesso. A China também pode ser um mercado interessante: já temos um importador que leva nosso produto para lá", diz Tsukuda. A demanda deve levar a uma expansão da fábrica do grupo.
O diretor também afirma que estão sempre de olho em oportunidades de mercado e que, apesar de serem assediados, não têm intenção de vender a empresa no momento, se colocando na posição de compradores e estudando até aquisição de outras marcas. Outra questão estudada são novos formatos para atuar e expandir no varejo; de acordo com Tsukuda, o formato da Ikesaki tem de ser de hiperloja para que sejam mantidos a enorme variedade de produtos e os espaços onde oferecem cursos para profissionais da área, o que tornou sua marca conhecida, mas há intenção de se tornar uma rede.
Histórico
Apesar de sua marca já estar difundida no meio, o grupo começou com uma tinturaria e pequena fábrica e distribuidora de produtos para lavanderia na Liberdade, que o imigrante japonês Hirofumi Ikesaki assumiu quando veio à capital. O empresário chegou ao Brasil na década de 30 para trabalhar na lavoura, com seus cinco irmãos, na cidade de Bastos, interior do estado. Em 1954 decidiu ir a São Paulo e, apesar de a tinturaria ser bem-sucedida, viu que um cabeleireiro ganhava em uma hora mais do que ele ganhava em uma tarde. Entrou no ramo dez anos depois e estendeu o seu negócio com uma loja e distribuição de produtos de beleza. Na década seguinte inaugurou a primeira grande loja de cosméticos e continuou a entrar em outros segmentos.
Desde o começo do negócio, Hirofumi percebeu que precisava estimular o setor e seus profissionais, até mesmo para também ele crescer, o que o grupo procura manter até hoje - com seus filhos na direção. Além dos cursos que oferecem, impulsionam o mercado com o crescimento da Beauty Fair desde 2005, que na sua última edição movimentou mais de R$ 210 milhões, com área 50% maior do que em 2008. Outro passo para fomentar o setor é a criação de uma empresa de comunicação, que está desenvolvendo um programa de televisão de beleza, que irá ao ar na TV Gazeta, uma revista especializada, um portal e livros e DVDs para profissionais.
Segundo Roberto Ikezaki, hoje presidente do grupo, "o Brasil é o terceiro mercado de beleza no mundo [atrás só do dos Estados Unidos e do do Japão]e merece um novo canal de comunicação". Gillian Borges, diretora da nova empresa, estima que no Brasil haja entre 200 e 220 mil salões de beleza profissionais, sendo que ao todo são mais de 350 mil, mostrando o tamanho do mercado.
Mercado
Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), para 2010 a projeção é de um crescimento real entre 10% e 12%. O setor fechou o ano passado com uma receita de R$ 25 bilhões, um aumento de 15% sobre o ano anterior. Descontando a inflação, a alta é de 11,8%.
Em relação à participação de cada canal de distribuição, 33,96% dos produtos são comercializados via varejo, 30,76% no atacado, 29,89% por venda direta e 5,26% por meio de franquias.
Fonte: DCI
Giraffas inaugura quatro restaurantes em São Paulo
A rede de restaurantes Giraffas inaugurará neste primeiro trimestre quatro restaurantes no Estado de São Paulo, em São Carlos, Santo André, Jundiaí e na capital paulista. O investimento nas lojas ficará em torno de R$ 2 milhões. O Estado continua a ser o principal foco de expansão da rede. No ano passado, 13 das 34 unidades inauguradas foram em São Paulo.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Confiança do consumidor paulistano bate recorde
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) calculado pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) subiu 19,7% em fevereiro em relação ao mesmo mês do ano passado, chegando a 159 pontos. Em relação a janeiro, a alta foi de 0,2%. O Índice de Condições Econômicas Atuais (Icea), que mede a perspectiva do consumidor em relação ao presente, chegou a 158,7 pontos, 4% mais que em janeiro. Já o Índice de Expectativa ao Consumidor (IEC), que avalia a sua perspectiva quanto ao futuro, caiu 2,1%, para 159,3 pontos. Os dois indicadores estão em patamares muito elevados, o que pode sugerir uma expectativa otimista e exagerada para os próximos meses, na opinião da entidade.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Fitness Together abre primeira unidade no Brasil
A Fitness Together, rede de academias que oferece treinamento personalizado em ambiente exclusivo para cada aluno, inaugura neste mês sua primeira unidade no Brasil, ampliando sua presença para seis países no mundo (os demais são Estados Unidos, Canadá, Costa Rica, Irlanda e Israel). A nova unidade será aberta no bairro dos Jardins, mas já foram vendidas outras seis franquias na cidade de São Paulo, no Brooklin, Vila Nova Conceição, Perdizes, Moema, Campo Belo e Itaim Bibi. A Fitness Together tem a meta de abrir 60 academias franqueadas em cinco anos. A rede oferece treinamento individual para cada aluno. Após avaliação das expectativas de cada cliente, os treinadores da Fitness Together propõem um número de sessões conforme o objetivo almejado. Cada sessão é realizada com hora marcada, em salas individuais e acompanhamento de personal trainers.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Walmart e Procter & Gamble criam filme para TV
O Walmart, maior varejista do mundo, e a gigante da indústria de bens de consumo Procter & Gamble anunciaram o desenvolvimento de um filme para a televisão, em um esforço para promover uma programação mais voltada para as famílias. As duas empresas fecharam uma parceria para a produção de “Secrets of the Mountain”, um filme de duas horas que será apresentado em abril na rede de televisão NBC. O filme conta a história de uma mãe solteira que leva sua família para um chalé nas montanhas, ressaltando valores como generosidade, honestidade e união, temas que Walmart e P&G julgam estar em falta na TV americana. Anúncios das duas empresas serão veiculados durante os intervalos comerciais e o filme contará com merchandising dos produtos das duas companhias.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Vendas a prazo avançam 7,8% na 1ª quinzena de fevereiro, aponta ACSP
Já as vendas à vista subiram 7,1%.
As vendas a prazo avançaram 7,8% na primeira quinzena de fevereiro em comparação com o mesmo intervalo de 2009. Já as vendas à vista subiram 7,1%. Os dados foram divulgados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), com base no volume de consultas ao Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), de âmbito nacional.
No entanto, o acréscimo apresenta distorções, já que a primeira quinzena de fevereiro do ano passado contou com um dia útil a menos do que a deste ano. Se comparado os acumulados até o dia 14, ambos ficariam com 12 dias úteis nos dois períodos e o crescimento de vendas a prazo e a vista seria de 7,1% e 5,4%, respectivamente.
De acordo com a associação, houve uma queda de 3,7% nos registros de atraso nos pagamentos no período frente ao ano passado. Enquanto os cancelamentos de registros ( carnês quitados e/ou renegociados) apresentaram alta de 9,4%, na mesma base de comparação.
A ASCP afirma que os dados mostram que "a inadimplência continua em queda em fevereiro, graças à recuperação do emprego e alongamento dos prazos no crediário, que tem facilitado as renegociações das dívidas".
Fonte: http://www.ultimoinstante.com.br/
As vendas a prazo avançaram 7,8% na primeira quinzena de fevereiro em comparação com o mesmo intervalo de 2009. Já as vendas à vista subiram 7,1%. Os dados foram divulgados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), com base no volume de consultas ao Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), de âmbito nacional.
No entanto, o acréscimo apresenta distorções, já que a primeira quinzena de fevereiro do ano passado contou com um dia útil a menos do que a deste ano. Se comparado os acumulados até o dia 14, ambos ficariam com 12 dias úteis nos dois períodos e o crescimento de vendas a prazo e a vista seria de 7,1% e 5,4%, respectivamente.
De acordo com a associação, houve uma queda de 3,7% nos registros de atraso nos pagamentos no período frente ao ano passado. Enquanto os cancelamentos de registros ( carnês quitados e/ou renegociados) apresentaram alta de 9,4%, na mesma base de comparação.
A ASCP afirma que os dados mostram que "a inadimplência continua em queda em fevereiro, graças à recuperação do emprego e alongamento dos prazos no crediário, que tem facilitado as renegociações das dívidas".
Fonte: http://www.ultimoinstante.com.br/
Comércio lidera demanda por crédito em janeiro, aponta Serasa
Em menor escala, a indústria e o setor de serviços também apresentaram crescimento em suas demandas por crédito no mês passado de 11,0% e 9,5%, respectivamente.
As empresas do setor comercial lideraram a expansão da demanda por crédito em janeiro de 2010, totalizando um avanço de 13,2% frente ao mês de dezembro de 2009. A boa performance em termos de vendas de final de ano provocaram elevação na demanda por crédito da atividade varejista tendo em vista a necessidade de recomposição de estoques, ou seja, aumento na procura por capital de giro. Os dados foram divulgados hoje o Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Crédito.
Em menor escala, a indústria e o setor de serviços também apresentaram crescimento em suas demandas por crédito no mês passado de 11,0% e 9,5%, respectivamente. Cabe observar que, na comparação anual, o comércio destaca-se com alta de 4,4% na procura por crédito dado o crescimento do consumo privado ao passo que somente a indústria, relativamente mais exposta ao cenário internacional, registrou queda de 1,7% na sua procura por crédito em janeiro de 2010 comparativamente ao mesmo mês do ano passado.
Análise por Região
Todas as regiões do país registraram elevação da procura por crédito de suas empresas superior a 10% no mês passado. O maior avanço deu-se na Região Norte (alta de 16,9%) ao passo que a menor alta ficou por conta da Região Sudeste (crescimento de 10,4%).
Na comparação anual, todas as regiões também apresentaram variações positivas em suas procuras por crédito de suas empresas, destacando-se a Região Nordeste com crescimento de 10,1% em relação ao mês de janeiro de 2009.
Metodologia do indicador
Construído a partir de uma amostra significativa de CNPJs, cerca de 1,2 milhão, consultados mensalmente na base de dados da Serasa Experian. A quantidade de CNPJs consultados, especificamente nas transações que configuram alguma relação creditícia entre as empresas e instituições do sistema financeiro ou empresas não financeiras, é transformada em número índice (média de 2008 = 100). O indicador é segmentado por região geográfica, setor e porte. Neste mês de janeiro de 2010, a série histórica do indicador foi completada com dados mensais relativos ao ano de 2007.
Fonte: http://www.ultimoinstante.com.br/
As empresas do setor comercial lideraram a expansão da demanda por crédito em janeiro de 2010, totalizando um avanço de 13,2% frente ao mês de dezembro de 2009. A boa performance em termos de vendas de final de ano provocaram elevação na demanda por crédito da atividade varejista tendo em vista a necessidade de recomposição de estoques, ou seja, aumento na procura por capital de giro. Os dados foram divulgados hoje o Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Crédito.
Em menor escala, a indústria e o setor de serviços também apresentaram crescimento em suas demandas por crédito no mês passado de 11,0% e 9,5%, respectivamente. Cabe observar que, na comparação anual, o comércio destaca-se com alta de 4,4% na procura por crédito dado o crescimento do consumo privado ao passo que somente a indústria, relativamente mais exposta ao cenário internacional, registrou queda de 1,7% na sua procura por crédito em janeiro de 2010 comparativamente ao mesmo mês do ano passado.
Análise por Região
Todas as regiões do país registraram elevação da procura por crédito de suas empresas superior a 10% no mês passado. O maior avanço deu-se na Região Norte (alta de 16,9%) ao passo que a menor alta ficou por conta da Região Sudeste (crescimento de 10,4%).
Na comparação anual, todas as regiões também apresentaram variações positivas em suas procuras por crédito de suas empresas, destacando-se a Região Nordeste com crescimento de 10,1% em relação ao mês de janeiro de 2009.
Metodologia do indicador
Construído a partir de uma amostra significativa de CNPJs, cerca de 1,2 milhão, consultados mensalmente na base de dados da Serasa Experian. A quantidade de CNPJs consultados, especificamente nas transações que configuram alguma relação creditícia entre as empresas e instituições do sistema financeiro ou empresas não financeiras, é transformada em número índice (média de 2008 = 100). O indicador é segmentado por região geográfica, setor e porte. Neste mês de janeiro de 2010, a série histórica do indicador foi completada com dados mensais relativos ao ano de 2007.
Fonte: http://www.ultimoinstante.com.br/
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Comércio eletrônico aposta na segmentação para crescer
O comércio eletrônico (e-commerce) no Brasil, que faturou cerca de R$ 10 bilhões em 2009 e deve crescer cerca de 25% este ano, segue o perfil de segmentação, com marcas e clubes de compras -como Sack's, Glamour e Privalia- em busca de espaço e de se tornarem populares, ao manter uma base fiel de clientes e vendas de alto tíquete médio. Varejistas de vestuário, como Marisol, também começam a entrar no e-commerce, o que mostra no mercado brasileiro a busca pela semelhança com outros mercados na área, como o norte-americano, onde roupas estão entre os artigos mais vendidos via internet.
Buscar nichos para trabalhar na internet é o que está fazendo o Grupo DotCom, detentor das marcas Sack's (que comercializa perfumes e cosméticos) e Glamour (de artigos de moda de luxo), a manter acentuadíssimo crescimento: a Glamour deve crescer 100% este ano sobre o de 2009 e estuda a criação de novas marcas, ou um clube de compras (sites nos quais é preciso cadastrar-se para poder comprar e ter acesso a descontos em produtos de grife), conceito que se tem tornado mais popular no Brasil. De acordo com Alexandre Icaza, um dos diretores do grupo, a marca antiga, a Sack's, superou metas em 2009 e tem projeção de alta de 30% este ano. Agora, a aposta é que o Glamour, que tem três anos, se torne um site agressivo, pois hoje representa 10% do faturamento total do grupo e deve fechar este ano com 15% da fatia. A empresa ampliou sua verba de marketing em 20% este ano. "Não adianta lançar um site que vende de tudo e vai brigar por margens mínimas frente a grandes players; escolhemos segmentar na Glamour também", diz.
Segundo o diretor, muitos clientes da Sack's se tornam compradores, e a empresa possui uma base 700 mil clientes. "As duas marcas compartilham parte dessa base e este ano devemos chegar à marca de 1 milhão de clientes." Na marca de vestuário, o tíquete médio também é mais alto do que na Sack's, em que o valor médio das compras está entre R$ 180 e R$ 190. "Na Sack's a recorrência dos clientes é maior do que a do Glamour, em que o tíquete médio e as compras são maiores, mas mesmo sua recorrência também nos surpreendeu: o cliente se torna fiel, acompanha lançamentos e muitas vezes está em cidades onde não encontra as mesmas grifes em lojas", explica.
Com o sucesso, o Grupo já estuda a criação de novos sites: "Pesquisamos o segmento de clube de compras, mas não é o caso da Glamour, que até é um pouco híbrido. O clube ainda pode ser a solução para o varejista e a marca que quer escoar mercadorias que não saem no varejo tradicional", diz. Se o grupo se tornar uma holding, ao operar mais marcas, poderia entrar em outros países.
Território
O Privalia, clube de compras on-line criado em 2006 na Espanha, já opera em Portugal e no Brasil e está crescendo em território nacional, devendo entrar, ainda no começo deste ano, no México, além de estudar outros países da América Latina.
Segundo André Shinohara, CEO do Privalia no Brasil, o País é o mercado-alvo da companhia, onde acredita que número de usuários da internet, cerca de 60 milhões, tenha potencial de triplicar rapidamente, assim como o número de e-consumidores. Recentemente a companhia fez, no exterior, uma captação de 8 milhões de euros, grande parte dos quais pode ser investida aqui. "O Brasil tem potencial e boa oferta de marcas e de produção local. A nossa expectativa é de que em três anos esta seja a nossa maior operação; hoje é a terceira, pois estamos há apenas um ano."
Hoje, o site possui 800 mil sócios e espera chegar a 2 milhões este ano. "Estamos crescendo mês a mês; muitos ainda não conheciam o modelo e temos agradado." Para o executivo, o Brasil vive uma segunda onda de crescimento do e-commerce, sendo que as últimas grandes varejistas físicas já entraram no mercado - apenas Carrefour deve entrar este ano: a empresa acredita que o modelo de clube de compras é complementar e não conflita com modelos tradicionais.
Em relação à concorrência com outros clubes de compras que atuam no Brasil, como Brand's Club e Superexclusivo, afirma ser líder de tráfego e já ter camada de sócios relevante.
Os números do setor têm estimulado redes tradicionais de vestuário -comoHering- a entrar no segmento; outra que afirmou recentemente que irá ter lojas virtuais de todas as suas marcas é a Marisol, rede que hoje tem uma loja virtual da One Store que afirma ter faturamento equivalente a uma ótima loja física, e que deve inaugurar este ano outras quatro lojas virtuais, incluindo a da Rosa Chá, por exemplo.
De acordo com informações da consultoria e-bit, que é especializada no perfil do mercado de e-commerce, segmentos como Moda e Acessórios, Esporte e Lazer e Joalheria começam a ocupar maior espaço no setor.
Fonte: DCI
Buscar nichos para trabalhar na internet é o que está fazendo o Grupo DotCom, detentor das marcas Sack's (que comercializa perfumes e cosméticos) e Glamour (de artigos de moda de luxo), a manter acentuadíssimo crescimento: a Glamour deve crescer 100% este ano sobre o de 2009 e estuda a criação de novas marcas, ou um clube de compras (sites nos quais é preciso cadastrar-se para poder comprar e ter acesso a descontos em produtos de grife), conceito que se tem tornado mais popular no Brasil. De acordo com Alexandre Icaza, um dos diretores do grupo, a marca antiga, a Sack's, superou metas em 2009 e tem projeção de alta de 30% este ano. Agora, a aposta é que o Glamour, que tem três anos, se torne um site agressivo, pois hoje representa 10% do faturamento total do grupo e deve fechar este ano com 15% da fatia. A empresa ampliou sua verba de marketing em 20% este ano. "Não adianta lançar um site que vende de tudo e vai brigar por margens mínimas frente a grandes players; escolhemos segmentar na Glamour também", diz.
Segundo o diretor, muitos clientes da Sack's se tornam compradores, e a empresa possui uma base 700 mil clientes. "As duas marcas compartilham parte dessa base e este ano devemos chegar à marca de 1 milhão de clientes." Na marca de vestuário, o tíquete médio também é mais alto do que na Sack's, em que o valor médio das compras está entre R$ 180 e R$ 190. "Na Sack's a recorrência dos clientes é maior do que a do Glamour, em que o tíquete médio e as compras são maiores, mas mesmo sua recorrência também nos surpreendeu: o cliente se torna fiel, acompanha lançamentos e muitas vezes está em cidades onde não encontra as mesmas grifes em lojas", explica.
Com o sucesso, o Grupo já estuda a criação de novos sites: "Pesquisamos o segmento de clube de compras, mas não é o caso da Glamour, que até é um pouco híbrido. O clube ainda pode ser a solução para o varejista e a marca que quer escoar mercadorias que não saem no varejo tradicional", diz. Se o grupo se tornar uma holding, ao operar mais marcas, poderia entrar em outros países.
Território
O Privalia, clube de compras on-line criado em 2006 na Espanha, já opera em Portugal e no Brasil e está crescendo em território nacional, devendo entrar, ainda no começo deste ano, no México, além de estudar outros países da América Latina.
Segundo André Shinohara, CEO do Privalia no Brasil, o País é o mercado-alvo da companhia, onde acredita que número de usuários da internet, cerca de 60 milhões, tenha potencial de triplicar rapidamente, assim como o número de e-consumidores. Recentemente a companhia fez, no exterior, uma captação de 8 milhões de euros, grande parte dos quais pode ser investida aqui. "O Brasil tem potencial e boa oferta de marcas e de produção local. A nossa expectativa é de que em três anos esta seja a nossa maior operação; hoje é a terceira, pois estamos há apenas um ano."
Hoje, o site possui 800 mil sócios e espera chegar a 2 milhões este ano. "Estamos crescendo mês a mês; muitos ainda não conheciam o modelo e temos agradado." Para o executivo, o Brasil vive uma segunda onda de crescimento do e-commerce, sendo que as últimas grandes varejistas físicas já entraram no mercado - apenas Carrefour deve entrar este ano: a empresa acredita que o modelo de clube de compras é complementar e não conflita com modelos tradicionais.
Em relação à concorrência com outros clubes de compras que atuam no Brasil, como Brand's Club e Superexclusivo, afirma ser líder de tráfego e já ter camada de sócios relevante.
Os números do setor têm estimulado redes tradicionais de vestuário -comoHering- a entrar no segmento; outra que afirmou recentemente que irá ter lojas virtuais de todas as suas marcas é a Marisol, rede que hoje tem uma loja virtual da One Store que afirma ter faturamento equivalente a uma ótima loja física, e que deve inaugurar este ano outras quatro lojas virtuais, incluindo a da Rosa Chá, por exemplo.
De acordo com informações da consultoria e-bit, que é especializada no perfil do mercado de e-commerce, segmentos como Moda e Acessórios, Esporte e Lazer e Joalheria começam a ocupar maior espaço no setor.
Fonte: DCI
Comércio eletrônico é confiável para 86,3% dos consumidores
As lojas eletrônicas brasileiras foram consideradas confiáveis por 86,3% das pessoas que fizeram compras pela internet durante o ano de 2009, de acordo com o Índice de Confiança do e-consumidor, desenvolvido pela e-bit em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS). O menor índice de 2009 foi registrado em fevereiro (85,59%) e o maior em agosto (87,29%). Em dezembro, o índice de confiança ficou em 85,98%.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Pão de Açúcar leva formato Assai para Pernambuco
Entrando pela primeira vez no mercado pernambucano com loja cash & carry, o Pão de Açúcar, maior varejista nacional, abrirá em Caruaru (PE) um ponto de venda com a bandeira Assai. A unidade, que deverá ser aberta até o início de março, atenderá pequenos varejistas que compram em grande quantidade, bem como consumidores finais. O local oferecerá cercade 9.000 itens, dos quais 500 de marca própria. Atualmente, a bandeira Assai conta com 41 lojas no mercado brasileiro. Outras duas lojas serão abertas ainda este ano em Pernambuco, em Recife e Jaboatão dos Guararapes.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Marisa está pronta para aquisições em 2010
A Marisa está pronta para aquisições e avalia diversos movimentos. Nem empresas maiores que ela estão fora da mira. É assim que Márcio Goldfarb, diretor-presidente e sócio do bloco controlador da varejista de moda, define o atual estado de espírito da companhia. No alvo da Marisa estão ativos que podem tanto expandir sua presença territorial como ampliar seu posicionamento de mercado. Goldfarb sugere interesse por companhias com focos diferentes, como classes sociais de maior poder aquisitivo. Mas não é só com aquisição que a Marisa pretende trazer crescimento para 2010: a companhia também ampliou a projeção de abertura de lojas de 28 para 39 neste ano. Dessas, 22 serão de mix completo, 11 só femininas e seis de peças íntimas.
No quarto trimestre de 2009, a empresa teve lucro líquido de R$ 80,9 milhões, 92% acima que os R$ 42,1 milhões de igual período de 2008.
O avanço dos resultados reflete o ajuste nas contas financeiras, com redução do endividamento, melhoria no desempenho do cartão Marisa e, em especial, expansão das vendas, que permitiram a recolocação dos preços dos produtos para o nível pré-crise.
Fonte: Valor Econômico
No quarto trimestre de 2009, a empresa teve lucro líquido de R$ 80,9 milhões, 92% acima que os R$ 42,1 milhões de igual período de 2008.
O avanço dos resultados reflete o ajuste nas contas financeiras, com redução do endividamento, melhoria no desempenho do cartão Marisa e, em especial, expansão das vendas, que permitiram a recolocação dos preços dos produtos para o nível pré-crise.
Fonte: Valor Econômico
Walmart projeta aumento de 40% nas vendas de TVs por causa da Copa
O Walmart, loja oficial da Copa do Mundo, já iniciou suas ações para o evento, que acontece em junho e julho. Tendo realizado negociações com os principais fornecedores para garantir grandes estoques de televisores, a empresa espera um aumento de 40% nas vendas de televisores em maio e junho, em relação ao mesmo período do ano passado. O número reflete o bom momento da economia, a demanda pela troca de tecnologia de aparelhos (de tubo para telas finas) e a própria Copa.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Gap aumenta vendas em 5% no mês
A rede americana de vestuário Gap disse que suas vendas em janeiro tiveram uma alta de 5%, considerando apenas lojas abertas há mais de 12 meses. As vendas líquidas também avançaram 5%, para US$ 798 milhões. Deve-se ressaltar que o crescimento deu-se em relação a uma base de comparação muito fraca, já que em janeiro de 2009 o varejo americano vivia o pior momento da crise financeira global.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Dona do Frango Assado desiste de IPO
O grupo solicitou ontem à CVM o cancelamento do pedido de registro de oferta pública de distribuição primária e secundária de ações. A empresa iria emitir 50 milhões de ações na oferta primária e 7.142.857 na secundária.
A International Meal Company (IMC), holding que controla as redes de restaurantes Frango Assado, Viena e Brunella, desistiu de abrir capital devido "às incertezas econômicas apresentadas no mercado financeiro brasileiro e internacional em meados de dezembro e no início do presente ano, sendo que, oportunamente, poderão reavaliar esta alternativa".
Segundo comunicado, o grupo solicitou ontem à Companhia de Valores Mobiliários (CVM) o cancelamento do pedido de registro de oferta pública de distribuição primária e secundária de ações. A empresa iria emitir 50 milhões de ações na oferta primária e 7.142.857 na secundária. O papel seria negociado sob o código IMCH3.
De acordo com o documento, a empresa pretende investir na expansão orgânica do grupo, para a abertura de novas lojas e reforma das existentes, "utilizando-se de fontes de recursos alternativas."
Em 18 de dezembro de 2009, a IMC havia anunciado a interrupção, por até 60 dias úteis, do pedido de registro de oferta. Na ocasião, a empresa alegou como motivo do pedido a atual conjuntura de mercado nacional e internacional "desfavorável à realização da oferta". A estreia estava prevista para 21 de dezembro
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
A International Meal Company (IMC), holding que controla as redes de restaurantes Frango Assado, Viena e Brunella, desistiu de abrir capital devido "às incertezas econômicas apresentadas no mercado financeiro brasileiro e internacional em meados de dezembro e no início do presente ano, sendo que, oportunamente, poderão reavaliar esta alternativa".
Segundo comunicado, o grupo solicitou ontem à Companhia de Valores Mobiliários (CVM) o cancelamento do pedido de registro de oferta pública de distribuição primária e secundária de ações. A empresa iria emitir 50 milhões de ações na oferta primária e 7.142.857 na secundária. O papel seria negociado sob o código IMCH3.
De acordo com o documento, a empresa pretende investir na expansão orgânica do grupo, para a abertura de novas lojas e reforma das existentes, "utilizando-se de fontes de recursos alternativas."
Em 18 de dezembro de 2009, a IMC havia anunciado a interrupção, por até 60 dias úteis, do pedido de registro de oferta. Na ocasião, a empresa alegou como motivo do pedido a atual conjuntura de mercado nacional e internacional "desfavorável à realização da oferta". A estreia estava prevista para 21 de dezembro
Fonte: Redação - http://www.ultimoinstante.com.br/
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Segmentação é prioridade de redes de varejo
Telhanorte, Grupo Pão de Açúcar, Contém 1g, Casa do Pão de Queijo e Amway são algumas das redes que começam a adaptar suas operações, lojas e produtos para atender melhor o seu público-alvo, seja ele das classes A, B, C ou D. Assim, o varejo no Brasil está seguindo e até antecipando tendências internacionais do setor, já que um dos destaques da última edição da National Retail Federation (NRF), a maior feira mundial de varejo, ocorrida em janeiro em Nova York, foi o processo de segmentação e racionalização do mix de redes varejistas, com o foco para atender um público e classes específicas.
No caso da Saint-Gobain Distribuição (que detém as marcas de material de construção Telhanorte, Center Líder e Pro Telhanorte), a opção é ter diferentes bandeiras para atender cada público, sendo que recentemente resolveu apostar na classe C com a compra da Center Líder, mantendo a marca Telhanorte para atender um público A e B. Segundo Marcelo Rosse, diretor de Mercadorias e de Marketing de Produtos da Saint-Gobain, das 10 unidades Center Líder, quatro já foram convertidas em Telhanorte, por estarem em locais em que predominava seu público-alvo.
Este ano, a rede afirma que terá crescimento na casa dos dois dígitos e superior ao de 2009. Outro objetivo é otimizar sua logística, com intenção de abrir até um novo centro de distribuição em Guarulhos, Grande São Paulo.
Por processo semelhante, deve passar o Grupo Pão de Açúcar após adquirir a Casas Bahia e o Ponto Frio. De acordo com Abílio Diniz, presidente do conselho do grupo, e os diretores da companhia disseram após a aquisição, a intenção é manter a bandeira da Casas Bahia para as classes C e D e posicionar melhor o Ponto Frio, para as classes A e B, até com possível novo visual e lojas mais modernas. Com a existência de 100 lojas conflitantes das marcas, há previsão de conversão de unidades de acordo com a região em que estão.
Produtos
Uma rede que viu uma oportunidade maior de crescimento focando uma categoria de produtos é a Contém 1g, que aposta na maquiagem, mercado que cresceu 25% em 2009. A mudança ocorreu não só no mix, mas em todo o posicionamento da marca, que entrou no segmento de beleza operando apenas com vendas diretas, mas depois começou a abrir franquias e hoje possui 190 lojas, que já representam 90% das suas vendas, enquanto a venda por catálogo é responsável apenas pelos 10% restantes. A intenção é ainda aprimorar seu novo conceito de lojas, em que podem oferecer mais serviços.
"Desde o crescimento das nossas franquias sentimos essa necessidade de reavaliar o negócio. Os concorrentes têm vários produtos no mix, mas vimos que oportunidade de crescer era muito maior se focássemos um nicho", explica a gerente de Marketing da marca, Paula Jacomassi Quintana. Com a estratégia, ela afirma que já está tendo grande reflexo positivo na receita e valorização da marca.
Já no caso da Casa do Pão de Queijo, uma das maiores redes de franquias do Brasil, com mais de 450 unidades, a opção é por manter um cardápio mais enxuto, antigamente a rede vendia uma maior opção de salgados, estratégia da qual desistiram para focar no que sabem fazer melhor: o pão de queijo, oferecendo apenas alguns lanches e salgados, ampliando a qualidade e reduzindo custos operacionais.
De acordo com Alberto Carneiro, hoje presidente da rede, houve retorno imediato: "conseguimos manter e até subir o gasto médio dos clientes com a mudança". Hoje, até oferecem mais opções, mas mantém cuidado para não perder o foco. "Se entramos com dois produtos, procuramos tirar outros dois."
A rede ainda está repaginando as suas unidades, no ano passado foram 32 lojas reformadas e este ano entre 20 a 40 unidades devem ganhar novo visual - o que afirmam ter um impacto de até 30% nas vendas. As 35 lojas previstas para abrir em 2010, também já terão o novo modelo.
Outra marca que optou por adaptar seu mix de produtos, é a norte-americana Amway, que atua com a venda de cosméticos por catálogo. A opção para dar certo no Brasil, onde a venda direta atende principalmente a classe C, está sendo mudar preços e produtos, mais adequados para a região. "Antes possuíamos produtos mais caros e para a classe A", disse recentemente ao DCI, Davi Damázio, gerente de Marketing.
Desde 2009, a companhia passou a produzir alguns itens no Brasil, como perfumes, sabonetes e barras de cereais. 30% dos produtos são fabricados aqui e a intenção é chegar a 90% de produção local até 2012.
Destaques
De acordo com Reynaldo Saad, sócio diretor responsável pelo setor de varejo e bens de consumo da Deloitte Consultoria, que esteve na NRF e comentou sobre a feira ontem, em evento da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) sobre o assunto, um dos destaques foi o foco que cada vez mais o varejista precisa ter dentro de uma estratégia de negócios, sempre atento ao consumidor. "É preciso entender as suas expectativas e oferecer uma experiência para o consumidor", diz.
Outras tendências que estão se consolidando é a de multicanal, atuando, por exemplo, não só com o varejo físico, mas com a Internet e venda direta, além do multiformato (quiosques, lojas conceitos, etc.), aumento de marcas próprias e maior atenção para novas mídias e redes sociais, como Facebook e Twitter, que podem ser uma forma de obter mais informações dos seus clientes e divulgação.
Durante a NFR, o Brasil também foi um dos grandes destaques e chamou atenção entre os países emergentes, com a segunda maior comitiva no evento. "A presença de brasileiros tem crescido de 20% a 30% por ano", segundo o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun. Para Adir Ribeiro, sócio da Praxis Education, consultoria especializada em varejo e franquias, que falou sobre o evento, na sede da Associação Brasileira de Franchising, a busca por simplicidade e racionalização nas soluções cresceu no varejo.
No caso da Saint-Gobain Distribuição (que detém as marcas de material de construção Telhanorte, Center Líder e Pro Telhanorte), a opção é ter diferentes bandeiras para atender cada público, sendo que recentemente resolveu apostar na classe C com a compra da Center Líder, mantendo a marca Telhanorte para atender um público A e B. Segundo Marcelo Rosse, diretor de Mercadorias e de Marketing de Produtos da Saint-Gobain, das 10 unidades Center Líder, quatro já foram convertidas em Telhanorte, por estarem em locais em que predominava seu público-alvo.
Este ano, a rede afirma que terá crescimento na casa dos dois dígitos e superior ao de 2009. Outro objetivo é otimizar sua logística, com intenção de abrir até um novo centro de distribuição em Guarulhos, Grande São Paulo.
Por processo semelhante, deve passar o Grupo Pão de Açúcar após adquirir a Casas Bahia e o Ponto Frio. De acordo com Abílio Diniz, presidente do conselho do grupo, e os diretores da companhia disseram após a aquisição, a intenção é manter a bandeira da Casas Bahia para as classes C e D e posicionar melhor o Ponto Frio, para as classes A e B, até com possível novo visual e lojas mais modernas. Com a existência de 100 lojas conflitantes das marcas, há previsão de conversão de unidades de acordo com a região em que estão.
Produtos
Uma rede que viu uma oportunidade maior de crescimento focando uma categoria de produtos é a Contém 1g, que aposta na maquiagem, mercado que cresceu 25% em 2009. A mudança ocorreu não só no mix, mas em todo o posicionamento da marca, que entrou no segmento de beleza operando apenas com vendas diretas, mas depois começou a abrir franquias e hoje possui 190 lojas, que já representam 90% das suas vendas, enquanto a venda por catálogo é responsável apenas pelos 10% restantes. A intenção é ainda aprimorar seu novo conceito de lojas, em que podem oferecer mais serviços.
"Desde o crescimento das nossas franquias sentimos essa necessidade de reavaliar o negócio. Os concorrentes têm vários produtos no mix, mas vimos que oportunidade de crescer era muito maior se focássemos um nicho", explica a gerente de Marketing da marca, Paula Jacomassi Quintana. Com a estratégia, ela afirma que já está tendo grande reflexo positivo na receita e valorização da marca.
Já no caso da Casa do Pão de Queijo, uma das maiores redes de franquias do Brasil, com mais de 450 unidades, a opção é por manter um cardápio mais enxuto, antigamente a rede vendia uma maior opção de salgados, estratégia da qual desistiram para focar no que sabem fazer melhor: o pão de queijo, oferecendo apenas alguns lanches e salgados, ampliando a qualidade e reduzindo custos operacionais.
De acordo com Alberto Carneiro, hoje presidente da rede, houve retorno imediato: "conseguimos manter e até subir o gasto médio dos clientes com a mudança". Hoje, até oferecem mais opções, mas mantém cuidado para não perder o foco. "Se entramos com dois produtos, procuramos tirar outros dois."
A rede ainda está repaginando as suas unidades, no ano passado foram 32 lojas reformadas e este ano entre 20 a 40 unidades devem ganhar novo visual - o que afirmam ter um impacto de até 30% nas vendas. As 35 lojas previstas para abrir em 2010, também já terão o novo modelo.
Outra marca que optou por adaptar seu mix de produtos, é a norte-americana Amway, que atua com a venda de cosméticos por catálogo. A opção para dar certo no Brasil, onde a venda direta atende principalmente a classe C, está sendo mudar preços e produtos, mais adequados para a região. "Antes possuíamos produtos mais caros e para a classe A", disse recentemente ao DCI, Davi Damázio, gerente de Marketing.
Desde 2009, a companhia passou a produzir alguns itens no Brasil, como perfumes, sabonetes e barras de cereais. 30% dos produtos são fabricados aqui e a intenção é chegar a 90% de produção local até 2012.
Destaques
De acordo com Reynaldo Saad, sócio diretor responsável pelo setor de varejo e bens de consumo da Deloitte Consultoria, que esteve na NRF e comentou sobre a feira ontem, em evento da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) sobre o assunto, um dos destaques foi o foco que cada vez mais o varejista precisa ter dentro de uma estratégia de negócios, sempre atento ao consumidor. "É preciso entender as suas expectativas e oferecer uma experiência para o consumidor", diz.
Outras tendências que estão se consolidando é a de multicanal, atuando, por exemplo, não só com o varejo físico, mas com a Internet e venda direta, além do multiformato (quiosques, lojas conceitos, etc.), aumento de marcas próprias e maior atenção para novas mídias e redes sociais, como Facebook e Twitter, que podem ser uma forma de obter mais informações dos seus clientes e divulgação.
Durante a NFR, o Brasil também foi um dos grandes destaques e chamou atenção entre os países emergentes, com a segunda maior comitiva no evento. "A presença de brasileiros tem crescido de 20% a 30% por ano", segundo o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun. Para Adir Ribeiro, sócio da Praxis Education, consultoria especializada em varejo e franquias, que falou sobre o evento, na sede da Associação Brasileira de Franchising, a busca por simplicidade e racionalização nas soluções cresceu no varejo.
Marisa fecha ano com forte alta nos lucros
A Marisa, uma das principais redes especializadas em vestuário do país, apresentou no quarto trimestre do ano passado um aumento de 92,1% em seus lucros líquidos em relação ao mesmo período de 2008, para R$ 81 milhões, fechando 2009 com um resultado líquido de R$ 140,7 milhões, 181,5% mais que no mesmo período do ano anterior. As vendas líquidas (excluindo serviços financeiros) subiram 18,1% no trimestre, para R$ 533,7 milhões, com alta de 13,3% em mesmas lojas. No ano, cresceram 7,4%, para R$ 1,497 bilhão.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Tesco abre primeira loja carbono neutra
A rede britânica de supermercados Tesco inaugurou em Cambridgeshire sua primeira loja com emissão zero de carbono, no primeiro passo de uma estratégia que pretende tornar toda a companhia carbono neutra até 2050. O supermercado ecologicamente correto tem estrutura de madeira, e não de metal, e usa calaraboias para reduzir o custo de iluminação. Também conta com geração de energia através de combustíveis renováveis e do uso de calor, devolvendo o excedente gerado para a rede elétrica nacional. A loja teve um custo de construção 30% superior ao de um ponto de venda normal da rede, mas usa 50% menos energia.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Setor de supermercados deve crescer até 9% em 2010
A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) projeta para este ano um aumento real de vendas entre 8% e 9% para as vendas do setor, em relação a 2009. Se confirmado, o resultado ficará próximo do de 2008, quando as vendas avançaram 8,98% sobre o ano anterior. Em 2009, o crescimento das vendas reais dos supermercados foi de 5,51%.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Via Uno chega a 268 lojas no mundo
A Via Uno, fabricante gaúcha de calçados, iniciou seu processo de abertura de franquias em 2005 no Rio de Janeiro e soma atualmente 268 unidades franqueadas no mundo, em 25 países. No mercado internacional, são 113 pontos de venda. A produção de calçados da empresa é de oito milhões de pares de sapatos por ano, exportando cerca de 50% da produção. Entre os países nos quais a Via Uno está presente com lojas estão Chile, México, Alemanha, Venezuela, Espanha, Holanda, Cuba, Itália, Portugal, França, Canadá, Argentina e África do Sul.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Arezzo abre primeira loja outlet no Rio de Janeiro
A rede de calçados Arezzo abrirá amanhã sua primeira loja outlet no Rio de Janeiro e a segunda do Brasil. A operação funcionará em uma área de 84m2 do segundo piso do São Gonçalo Shopping, mas no segundo semestre dobrará de tamanho. A expectativa inicial é vender 1.500 pares por mês. Essa é a 12a loja própria da marca, que possui uma rede de 250 franquias.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Yum! Brands amplia presença no Sudeste Asiático
A Yum! Brands, controladora das redes de fast food KFC, Pizza Hut e Taco Bell, disse que se franqueado QSR abrirá a priemira unidade Pizza Hut no Cambodja ainda neste ano, além de cinco pontos de venda KFC. O investimento nas unidades ficará em torno de US$ 1,3 milhão e a primeira loja Pizza Hut e três KFCs estarão na capital do país, Phnom Penh.
Fonte: Mercado & Consumo
Fonte: Mercado & Consumo
Skaf lamenta fim da redução do IPI
Para o líder empresarial, a isenção e mesmo redução do IPI ajudaram o País a superar os efeitos da crise financeira internacional.
O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, em viagem, ao interior paulista, lamentou a decisão do Governo, anunciada pelo ministro Guido Mantega, de retirar o incentivo fiscal (redução do IPI)
“A redução do imposto criou um círculo virtuoso na economia, com aumento da produção, do emprego e das vendas, inclusive com aumento de arrecadação pelo Governo. No lugar de retirar o benefício, a Indústria espera que a isenção seja estendida a outras cadeias, como o setor de alimentos, por exemplo”, afirmou Skaf.
Para o líder empresarial, a isenção e mesmo redução do IPI ajudaram o País a superar os efeitos da crise financeira internacional e criou uma reação positiva à crise. “Se o modelo mostrou-se eficaz, por que não mantê-lo?”, contrapôs Skaf.
A volta do imposto, segundo o presidente da Fiesp/Ciesp, é uma medida lamentável, ainda mais se tratando de um país com alta carga tributária como o Brasil. “Mais uma vez vamos trabalhar para que o prazo do IPI seja prorrogado”, garantiu Skaf.
Fonte: http://www.ultimoinstante.com.br/
O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, em viagem, ao interior paulista, lamentou a decisão do Governo, anunciada pelo ministro Guido Mantega, de retirar o incentivo fiscal (redução do IPI)
“A redução do imposto criou um círculo virtuoso na economia, com aumento da produção, do emprego e das vendas, inclusive com aumento de arrecadação pelo Governo. No lugar de retirar o benefício, a Indústria espera que a isenção seja estendida a outras cadeias, como o setor de alimentos, por exemplo”, afirmou Skaf.
Para o líder empresarial, a isenção e mesmo redução do IPI ajudaram o País a superar os efeitos da crise financeira internacional e criou uma reação positiva à crise. “Se o modelo mostrou-se eficaz, por que não mantê-lo?”, contrapôs Skaf.
A volta do imposto, segundo o presidente da Fiesp/Ciesp, é uma medida lamentável, ainda mais se tratando de um país com alta carga tributária como o Brasil. “Mais uma vez vamos trabalhar para que o prazo do IPI seja prorrogado”, garantiu Skaf.
Fonte: http://www.ultimoinstante.com.br/
Cade determina que Casas Bahia e Pão de Açúcar se mantenham independentes até analisar fusão
A independência das lojas deverá ser mantida, segundo o conselho, inclusive nas localidades onde houver sobreposição das marcas individuais, que significam cerca de 90% do faturamento total delas.
As Casas Bahia e o Grupo Pão de Açúcar terão que manter independentes suas estruturas administrativas e comerciais até que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) complete a apreciação do ato de concentração requerido pelas duas empresas.
A estrutura de ambos vai ser integrada também pelo Ponto Frio, absorvido em 2009 pelo Pão de Açúcar, depois da aprovação do ato de concentração.
A situação ficou definida hoje na reunião ordinária do Cade, que determinou também a obrigatoriedade de manutenção das lojas atualmente instaladas das Casas Bahia e do Pão de Açúcar, com a garantia dos níveis de emprego.
Os sistemas de marketing, de compras e de distribuição deverão também continuar funcionando separados, assim como terá que ser preservada a oferta de créditos ao público, inclusive os serviços de vendas através da Internet.
A independência das lojas deverá ser mantida, segundo o conselho, inclusive nas localidades onde houver sobreposição das marcas individuais, que significam cerca de 90% do faturamento total delas.
Fonte: Agência Brasil
As Casas Bahia e o Grupo Pão de Açúcar terão que manter independentes suas estruturas administrativas e comerciais até que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) complete a apreciação do ato de concentração requerido pelas duas empresas.
A estrutura de ambos vai ser integrada também pelo Ponto Frio, absorvido em 2009 pelo Pão de Açúcar, depois da aprovação do ato de concentração.
A situação ficou definida hoje na reunião ordinária do Cade, que determinou também a obrigatoriedade de manutenção das lojas atualmente instaladas das Casas Bahia e do Pão de Açúcar, com a garantia dos níveis de emprego.
Os sistemas de marketing, de compras e de distribuição deverão também continuar funcionando separados, assim como terá que ser preservada a oferta de créditos ao público, inclusive os serviços de vendas através da Internet.
A independência das lojas deverá ser mantida, segundo o conselho, inclusive nas localidades onde houver sobreposição das marcas individuais, que significam cerca de 90% do faturamento total delas.
Fonte: Agência Brasil
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